O recém-nascido que recebe a classificação “muito baixo peso ao nascer” é aquele que nasce com menos de
- A)2.500 gramas.
Errada, porque 2.500 g corresponde a baixo peso ao nascer, e não a muito baixo peso.
- B)2.000 gramas.
Errada, porque 2.000 g não é o ponto de corte clássico para essa classificação.
- C)1.700 gramas.
Errada, porque 1.700 g ainda fica acima do limite de muito baixo peso ao nascer.
- D)1.500 gramas.
Certa, porque muito baixo peso ao nascer é definido como peso inferior a 1.500 g.
- E)1.000 gramas.
Errada, porque 1.000 g corresponde ao extremo baixo peso, que é uma categoria mais grave.
Gabarito: D
No cuidado neonatal, o peso ao nascer ajuda a classificar o risco do recém-nascido e a orientar a vigilância da equipe. A categoria de baixo peso, muito usada em provas, é dividida em faixas bem objetivas: baixo peso ao nascer é menor que 2.500 g, muito baixo peso é menor que 1.500 g, e extremamente baixo peso é menor que 1.000 g. Então, quando a questão fala em “muito baixo peso ao nascer”, ela está falando do recém-nascido com peso inferior a 1.500 g. É aquela faixa em que o bebê costuma precisar de acompanhamento mais intenso, porque o risco de complicações é maior e a assistência precisa ser bem caprichada, sem improviso. O gabarito é a letra D porque 1.500 gramas é o ponto de corte clássico para muito baixo peso ao nascer. As referências de neonatologia e pediatria usam essa classificação de forma padronizada, e é exatamente isso que a banca quer cobrar aqui: o número certo, sem confusão com baixo peso geral. Em resumo: se a questão falar em baixo peso, pense em 2.500 g; se falar em muito baixo peso, pense em 1.500 g; se falar em extremo, pense em 1.000 g. É uma daquelas contas que vale decorar, porque a banca adora trocar os números para ver se você escorrega no detalhe.