Considerando a Meta 1 para Segurança do Paciente, pacientes homônimos devem ser alocados em enfermarias diferentes, se possível; ou alocar equipes assistenciais diferentes para assistência de pacientes homônimos; esta é uma ação fundamental para “Identificação Correta e Segura”. Assinale a alternativa que conceitua o termo “pacientes homônimos”.
- A)Pacientes com nome iguais.
Correta, porque pacientes homônimos são aqueles com nomes iguais ou muito semelhantes.
- B)Pacientes filhos da mesma mãe.
Errada, porque ter a mesma mãe não define homonímia nem identifica risco de confusão por nome.
- C)Pacientes com o mesmo cadastro de pessoa física.
Errada, porque CPF igual indicaria o mesmo cadastro da mesma pessoa, não pacientes homônimos.
- D)Pacientes semelhantes fisicamente.
Errada, porque semelhança física não caracteriza homônimos e não é o critério usado na Meta 1.
- E)Pacientes com números semelhantes de Cartões Nacional de Saúde (CNS) - Cartão SUS.
Errada, porque CNS parecido não define homonímia; o problema descrito é de nomes iguais ou muito semelhantes.
Gabarito: A
A Meta 1 da Segurança do Paciente trata da identificação correta do paciente. A ideia é evitar erros simples, mas perigosos, como administrar medicamento, coletar exame ou realizar procedimento na pessoa errada. Por isso, instituições usam pelo menos dois identificadores, como nome completo e data de nascimento, além de pulseira, conferência verbal e checagem antes de qualquer cuidado. Quando o enunciado fala em pacientes homônimos, está falando de pessoas com nomes iguais ou muito semelhantes. Esse é o clássico problema de risco assistencial, porque o profissional pode se confundir com facilidade se olhar só o nome no prontuário, na lista de internação ou no leito. A medida de separar esses pacientes em enfermarias diferentes, ou ao menos distribuir equipes diferentes quando possível, é justamente uma barreira extra de segurança. Em outras palavras: se dois pacientes têm o mesmo nome, o serviço precisa dificultar ao máximo qualquer troca acidental. Por isso, o gabarito é a alternativa A. Homônimos são pacientes com nomes iguais, e não pessoas com o mesmo CPF, mesma mãe, aparência parecida ou números parecidos de CNS. A lógica aqui é bem prática: nome igual exige atenção redobrada, porque a confusão pode acontecer até com quem jura que está prestando atenção.