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Enfermagem · CONSULPLAN · 2024

Questão comentada de Enfermagem

A ocorrência de eventos adversos relacionados à vacinação deve ser imediatamente notificada, investigada e esclarecida para que não ponha em risco não apenas todo o programa de imunizações, mas também a segurança epidemiológica de toda a população. (Ministério da Saúde, 2020.) Todos os eventos adversos graves devem ser notificados imediatamente ou em até 24 horas e deverão ser investigados. Para fins de vigilância epidemiológica, sugere-se que, após a notificação do caso suspeito, a investigação seja iniciada em até:

Gabarito: B

Em imunização, evento adverso grave não é para ficar “observando e vendo no que dá”. Ele deve ser notificado imediatamente, idealmente em até 24 horas, e a vigilância precisa iniciar a investigação rapidamente para identificar causa, risco de repetição e necessidade de medidas de controle. Isso protege o paciente, o serviço e toda a população, porque qualquer falha na vacina, na aplicação ou na conservação pode ter impacto coletivo. O Ministério da Saúde orienta que a notificação seja imediata ou em até 24 horas, mas a investigação do caso suspeito deve começar em até 48 horas após a notificação. É exatamente esse o ponto cobrado na questão: não basta comunicar, é preciso correr atrás da apuração com rapidez epidemiológica. Na prática, essa lógica é simples: primeiro você avisa, depois você investiga sem demora. Vacinação é política pública de alta cobertura, então um evento adverso grave precisa ser tratado como sinal de alerta, não como detalhe burocrático. Por isso, o gabarito é a letra B. A banca cobra o prazo que aparece nos protocolos de vigilância de eventos adversos pós-vacinação, e esse início da investigação em até 48 horas é o marco correto.

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