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Enfermagem · CONSULPLAN · 2023

Questão comentada de Enfermagem

O diabetes mellitus tipo 1 (DM1) se caracteriza pela destruição das células beta-pancreáticas, determinando deficiência na secreção de insulina, o que torna essencial o uso deste hormônio como tratamento para prevenir cetoacidose; coma; eventos micro e macrovasculares; e, morte. O diagnóstico de DM1 é, geralmente, realizado em pacientes jovens (crianças, adolescentes e mesmo adultos jovens) com sinais e sintomas de hiperglicemia grave, tais como: poliúria; polidipsia; polifagia; noctúria; e,

Gabarito: A

O diabetes mellitus tipo 1 acontece quando o pâncreas perde a capacidade de produzir insulina por destruição das células beta. Sem insulina, a glicose até fica no sangue, mas não entra direito nas células, então o corpo passa a “queimar” gordura e músculo para tentar obter energia. Daí surgem os sintomas clássicos de hiperglicemia grave: poliúria, polidipsia, polifagia, noctúria e, muito frequentemente, perda de peso inexplicada. Essa perda de peso é um achado bem típico do DM1 porque, mesmo comendo mais, a pessoa não consegue aproveitar adequadamente a glicose. Além disso, a quebra de gordura e proteína acelera o emagrecimento. Em prova, quando a banca descreve um paciente jovem com muita sede, muito xixi e muita fome, o complemento clássico é exatamente a perda ponderal. O tratamento com insulina é essencial no DM1 porque não se trata apenas de controlar a glicemia, mas de evitar complicações agudas e crônicas, como cetoacidose, coma e danos micro e macrovasculares. É uma ideia central da doutrina em endocrinologia: sem insulina, o risco metabólico sobe rápido e o quadro pode descompensar de forma grave. Por isso, o gabarito é a alternativa A. Ela fecha o conjunto clássico de sinais do DM1 em fase de diagnóstico, especialmente em crianças, adolescentes e adultos jovens.

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