Nas ações de enfermagem junto aos lactentes, podemos inferir que se trata de um ponto de aferição do pulso:
- A)Pulso apical.
Correta: em lactentes, o pulso apical é o ponto mais indicado para aferir a frequência cardíaca com precisão.
- B)Veia basílica.
Errada: a veia basílica é uma estrutura venosa, não um ponto de aferição do pulso.
- C)Veia poplítea.
Errada: a veia poplítea também é venosa e não é usada para medir pulso.
- D)Veia temporal.
Errada: a veia temporal não é ponto de pulso; a questão mistura veia com local de palpação.
Gabarito: A
Quando falamos em aferição do pulso em lactentes, o ponto clássico de escolha é o pulso apical. Nessa faixa etária, a frequência cardíaca deve ser avaliada com mais precisão no ápice do coração, porque os pulsos periféricos podem ser menos fáceis de palpar e menos confiáveis. É aquele detalhe que cai em prova e também evita erro na prática: bebê não é adulto em miniatura. O pulso apical é auscultado no foco mitral, geralmente no 4º espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular, usando estetoscópio. Em recém-nascidos e lactentes, essa é a forma mais adequada de contagem da frequência cardíaca, especialmente quando se quer maior exatidão. Por isso, o gabarito A está correto. As outras opções confundem vasos sanguíneos com pontos de pulso, mas veia não é local de aferição de pulso. Veias como basílica, poplítea e temporal não correspondem ao conceito de pulso palpável usado em enfermagem. Em resumo: para lactentes, o coração manda a informação mais confiável, e o pulso apical é o caminho certo.