Os sinais vitais (SSVV) são os “sinais de vida”, que indicam o funcionamento interno dos órgãos do paciente; analise-os. • T: Temperatura axilar. • FC: Frequência cardíaca. • PA: Pressão arterial. • FR: Frequência respiratória. Ao se aferir SSVV de um paciente adulto internado em sua unidade, foram obtidos os seguintes dados: T: 36,1 °C; FC: 108 bpm/min; PA: 115x79 mmHg; FR 22 rpm. Assinale a alternativa que apresenta correta e sequencialmente os dados obtidos do paciente.
- A)Hipotérmico; taquicárdico; normotenso; e, eupneico.
Errada, porque 36,1 °C não é hipotermia e a FR de 22 rpm não é eupneia, mas sim taquipneia.
- B)Hipotérmico; taquicárdico; normotenso; e, taquipneico.
Errada, porque a temperatura está normal e não baixa, embora FC alta e PA normal estejam corretas.
- C)Normotérmico; taquicárdico; hipotenso; e, taquipneico.
Errada, porque a temperatura não é normotermia apenas por si só? Na verdade ela é, mas a PA não é hipotenso e sim normotenso, e a FR está correta como taquipneica; a falha principal é a pressão arterial.
- D)Normotérmico; taquicárdico; normotenso; e, taquipneico.
Certa, porque os valores correspondem a normotermia, taquicardia, normotensão e taquipneia.
Gabarito: D
Os sinais vitais ajudam voce a enxergar, de forma rápida, como o corpo está funcionando por dentro. Em adulto, a interpretação costuma seguir faixas bem conhecidas: temperatura axilar em torno de 36,0 °C a 37,0 °C é considerada normal; frequência cardíaca acima de 100 bpm sugere taquicardia; pressão arterial dentro de valores usuais, sem sinais de hipotensão ou hipertensão, é normotensão; e frequência respiratória acima de 20 irpm indica taquipneia. Nesta questão, a temperatura de 36,1 °C está dentro da normalidade, então o paciente é normotérmico. A FC de 108 bpm está aumentada, caracterizando taquicardia. A PA de 115x79 mmHg está em faixa normal, portanto normotenso. Já a FR de 22 rpm está acima do esperado para adulto em repouso, o que indica taquipneia. Por isso, a sequência correta é: normotérmico, taquicárdico, normotenso e taquipneico. A banca costuma cobrar exatamente isso: saber transformar números em termos clínicos, sem confundir valores limítrofes com alterações reais. Em prova, o segredo é olhar cada sinal separadamente e comparar com a faixa de referência do adulto.