A pressão arterial apresenta algumas terminologias importantes, tais como hipertensão ou hipotensão e pressão convergente que pode ser verificada quando
- A)está acima da média.
Errada, porque estar acima da média se relaciona a elevação pressórica, não ao conceito de pressão convergente.
- B)está abaixo da média.
Errada, porque estar abaixo da média remete a hipotensão, mas não define a aproximação entre sistólica e diastólica.
- C)a sistólica se afasta da diastólica.
Errada, porque aqui ocorre o contrário: a pressão convergente não é quando a sistólica se afasta da diastólica.
- D)a máxima se aproxima da diastólica.
Certa, porque pressão convergente é quando a pressão sistólica se aproxima da diastólica, diminuindo a pressão de pulso.
Gabarito: D
Na aferição da pressão arterial, além de hipertensão e hipotensão, existem algumas expressões que ajudam a descrever o comportamento dos valores sistólico e diastólico. A ideia principal aqui é observar a distância entre a pressão máxima e a mínima, isto é, a pressão de pulso. Quando essa diferença diminui, dizemos que a pressão fica mais "convergente". Em linguagem simples: a pressão sistólica vai se aproximando da diastólica. Isso costuma aparecer em situações de redução do volume sistólico, choque, insuficiência cardíaca ou outras condições em que o pulso fica mais estreito. Não é uma questão de "estar acima" ou "abaixo" da média, e sim de como os dois números se relacionam entre si. Por isso, o gabarito é a letra D. Se a pressão convergente ocorre quando a máxima se aproxima da diastólica, então a diferença entre os dois valores diminui. É exatamente esse o sentido do termo: a pressão "fecha" o intervalo entre sistólica e diastólica. Como lembrete de prova, a banca costuma cobrar a leitura conceitual dos termos de pressão arterial, sem exigir norma específica. Então, vale decorar a lógica: maior distância entre os valores = pressão de pulso mais ampla; menor distância = pressão mais convergente.