Sobre as formas de detecção precoce de picos hipertensivos, é possível abordar que a média epidemiológica é considerada elevada em situação de repouso, quando a variação sistólica for superior a:
- A)90 mmHg.
Errada, porque 90 mmHg está muito abaixo do valor considerado elevado para pressão sistólica em repouso.
- B)100 mmHg.
Errada, porque 100 mmHg ainda não caracteriza elevação sistólica nesse contexto epidemiológico.
- C)110 mmHg.
Errada, porque 110 mmHg permanece abaixo do ponto de corte usado para indicar pico hipertensivo.
- D)140 mmHg.
Certa, porque 140 mmHg é o valor clássico de referência para pressão sistólica elevada em repouso.
Gabarito: D
Na prática da enfermagem, detectar precocemente picos hipertensivos significa observar não só a pressão isolada, mas também a tendência de elevação da sistólica em repouso. Isso é importante porque a hipertensão muitas vezes dá poucos sinais no começo, e a aferição correta ajuda a identificar risco antes de complicações como AVC e infarto. Quando o enunciado fala em média epidemiológica elevada em repouso, está se referindo a valores de pressão sistólica que já fogem do esperado para um adulto em condições de calmaria. Nesse contexto, a referência usada na questão considera elevada a variação sistólica acima de 140 mmHg, que é o marco clássico adotado em diretrizes para caracterizar pressão arterial elevada/hipertensão em aferições de consultório ou repouso. Por isso, o gabarito é a letra D. As demais alternativas ficam abaixo desse ponto de corte e não representam, nesse enunciado, o limiar de elevação sistólica esperado para suspeita de pico hipertensivo. Na enfermagem, a regra de ouro é simples: medida alta em repouso merece repetição, técnica correta e acompanhamento, não chute e cafezinho.