A vacina dupla adulto (dT), administrada em indivíduos a partir dos sete anos de idade, na dose de 0,5 ml por via intramuscular, para reforços e em usuários com esquema vacinal incompleto, ou que não tenham recebido as vacinas Penta, Tetra, DTP, DTPa ou dT, é indicada para prevenir:
- A)O tétano e a difteria.
Correta, porque a vacina dupla adulto (dT) previne difteria e tétano.
- B)O tétano e a coqueluche.
Errada, porque a coqueluche é contemplada por vacinas com componente pertussis, não pela dT.
- C)O sarampo, a caxumba e a rubéola.
Errada, porque sarampo, caxumba e rubéola são prevenidos pela tríplice viral, não pela dT.
- D)A difteria, a rubéola e a coqueluche.
Errada, porque a dT não protege contra rubéola nem contra coqueluche.
Gabarito: A
A vacina dupla adulto (dT) protege contra duas doenças clássicas da imunização: difteria e tétano. Ela é usada a partir dos 7 anos de idade, geralmente como reforço e também para completar esquemas vacinais que ficaram em aberto. Ou seja, se a pessoa não recebeu na infância vacinas como Penta, Tetra, DTP, DTPa ou a própria dT, essa é uma opção importante para atualização do calendário. Na prática, a ideia da dT é manter a proteção contra a toxina do tétano e contra a bactéria da difteria, duas doenças que continuam relevantes e podem ser graves. O nome ajuda bastante: “dupla” porque protege contra dois agentes, e “adulto” porque é a formulação usada a partir da faixa etária indicada no enunciado. Por isso o gabarito é a letra A. A vacina dT não inclui coqueluche, nem protege contra sarampo, caxumba ou rubéola. Esses outros imunobiológicos aparecem em vacinas diferentes do calendário, então a banca costuma misturar os nomes para testar se você sabe exatamente para que serve cada uma. Como fundamento doutrinário, isso está de acordo com o Calendário Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde, que orienta o uso da dT para reforços e atualização do esquema vacinal em adolescentes e adultos.