A Proposta Triangular, defendida por Ana Mae Barbosa para o Ensino da Arte no Brasil, apresenta diferentes vértices disciplinares. Fazem parte da Proposta Triangular: 1. O Fazer. 2. A Apreciação. 3. O Encenar. 4. A História da Arte. 5. A Padronização. Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
- A)São corretas apenas as afirmativas 3 e 4.
Errada, porque “encenar” não é um vértice da Proposta Triangular e “história da arte” sozinha não fecha a tríade.
- B)São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 3.
Errada, porque inclui “encenar”, que não integra a proposta de Ana Mae Barbosa.
- C)São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 4.
Certa, porque reúne fazer, apreciação e história da arte, que correspondem aos três eixos da proposta.
- D)São corretas apenas as afirmativas 1, 3 e 5.
Errada, porque substitui a apreciação por “encenar” e ainda inclui “padronização”, que não pertence à proposta.
- E)São corretas apenas as afirmativas 2, 4 e 5.
Errada, porque “padronização” é incompatível com a Proposta Triangular e “fazer” ficou de fora.
Gabarito: C
A Proposta Triangular de Ana Mae Barbosa é um clássico do Ensino da Arte no Brasil e gira em torno de três eixos que trabalham juntos: o fazer artístico, a apreciação/leitura da obra e a contextualização, que inclui a História da Arte. A ideia não é deixar a aula virar só “desenho livre” nem só teoria: o estudante cria, observa e entende a arte no tempo e na cultura. Na prática, isso significa que você não aprende arte apenas produzindo, nem apenas olhando obras bonitas. Você também precisa relacionar a obra com seu contexto histórico, social e cultural. É por isso que a História da Arte entra com força na proposta, porque ajuda a dar sentido ao que foi visto e ao que foi produzido. O gabarito C está correto porque reúne exatamente os três vértices da proposta: 1. O Fazer, 2. A Apreciação e 4. A História da Arte. Já “Encenar” não faz parte da tríade de Ana Mae Barbosa, e “Padronização” vai na contramão da proposta, que valoriza a criação, a leitura crítica e a contextualização, não a reprodução mecânica de modelos.