O “Grupo de Lima” refere-se a um agrupamento de chanceleres de países das Américas, formado em 08/08/2017, na capital Peru, que tem como objetivo declarado abordar a crítica situação da Venezuela. Sobre o “Grupo de Lima”, é INCORRETO afirmar que:
- A)Busca a reestruturação da democracia naquele país.
Certa, porque o Grupo de Lima defendia a restauração da democracia e da ordem institucional na Venezuela.
- B)Manifesta sua preocupação com a crise humanitária na Venezuela.
Certa, pois o grupo expressou preocupação com a crise humanitária venezuelana em várias declarações.
- C)Os Estados Unidos da América integram oficialmente o grupo, embora não participem das reuniões.
Errada, porque os Estados Unidos não integraram oficialmente o Grupo de Lima como membros.
- D)Condena a existência de presos políticos, a falta de eleições livres e a ruptura da ordem democrática.
Certa, já que o grupo condenou presos políticos, a ausência de eleições livres e a ruptura democrática.
Gabarito: C
O Grupo de Lima nasceu em 2017, em Lima, reunindo países da América Latina e do Caribe para tratar da crise venezuelana. Ele surgiu como uma resposta diplomática à deterioração institucional, à repressão política e ao agravamento da crise humanitária no país, sempre com discursos voltados à restauração da democracia e da ordem constitucional. Em provas, isso aparece muito em linguagem de "preocupação", "restauração democrática" e "defesa de eleições livres". Na prática, o grupo fez várias declarações condenando a existência de presos políticos, a limitação de liberdades e o rompimento da normalidade democrática na Venezuela. Também manifestou preocupação com o drama humanitário, incluindo escassez de alimentos, remédios e deslocamento de população. Ou seja: se a alternativa fala em crítica à situação venezuelana, há grande chance de estar no caminho certo. O erro da questão está na alternativa C. Os Estados Unidos apoiaram politicamente muitas posições sobre a Venezuela, mas não integraram oficialmente o Grupo de Lima. O grupo foi formado por chanceleres de países latino-americanos e caribenhos, sem a participação formal norte-americana como membro. Então, se a afirmação coloca os EUA como integrantes oficiais, a banca quer exatamente pegar quem confunde apoio diplomático com filiação ao grupo.