Em 1956, no governo JK, foi alterado o nome do território que se transformaria no atual estado de Rondônia, mudança que se mantém até os dias atuais. A nova denominação se deu em homenagem a
- A)Dom Antonio Rolim de Moura Tavares.
Errada: Dom Antônio Rolim de Moura Tavares foi um governador da Capitania de Mato Grosso, mas não é a homenagem ligada à mudança de nome do território em 1956.
- B)Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon.
Certa: o novo nome foi uma homenagem ao Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, figura histórica associada à integração do interior brasileiro.
- C)Engenheiro Percival Farquhar.
Errada: Percival Farquhar foi um empresário ligado a grandes projetos e ferrovias, não à denominação do território.
- D)Barão do Rio Branco.
Errada: o Barão do Rio Branco é lembrado pela diplomacia brasileira, mas não tem relação com essa mudança de nome.
- E)Comandante Francisco Orellana.
Errada: Francisco Orellana foi um explorador ligado à Amazônia, porém não é o homenageado na alteração feita em 1956.
Gabarito: B
A questão trata da mudança de nome do antigo Território do Guaporé, que mais tarde deu origem ao estado de Rondônia. Em 1956, no governo Juscelino Kubitschek, o território passou a se chamar Rondônia como homenagem a uma figura muito ligada à integração e à exploração do interior do Brasil. Esse homenageado foi Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, militar e sertanista conhecido pelo trabalho de instalação de linhas telegráficas e pelo contato respeitoso com povos indígenas. O nome do estado ficou, portanto, associado ao sobrenome dele, que virou referência geográfica e histórica até hoje. Em prova, esse tipo de questão costuma cobrar memória histórica e geografia política do Brasil. Não há grande segredo jurídico aqui, mas vale guardar o marco de 1956 e a relação direta entre o novo nome do território e Rondon. Resumo para fixar: território mudou de nome no governo JK, e a homenagem foi a Rondon. Se você associou a expansão para o interior, o telégrafo e a ocupação da Amazônia ao marechal, matou a questão.