A Internet das Coisas promete uma revolução na indústria, em diversos aspectos. Essa tecnologia
- A)traz avanços, porém gera um aumento do retrabalho, pela imprevisibilidade dos problemas na linha de produção.
Errada, porque a IoT tende a reduzir falhas e retrabalho com monitoramento e automação, e não a aumentá-los.
- B)busca interligar sites para uma navegação mais rápida em comércio eletrônico.
Errada, pois isso confunde Internet das Coisas com simples melhoria de navegação ou comércio eletrônico na web.
- C)tem como limitação a impossibilidade de utilização de identificação por radiofrequência.
Errada, porque a IoT pode usar identificação por radiofrequência (RFID) como uma de suas tecnologias de apoio.
- D)enseja maior participação da mão de obra humana nos processos produtivos.
Errada, já que a tendência da IoT é automatizar processos e reduzir a dependência de intervenção humana direta.
- E)permite uma rápida adaptação da produção, para que esta esteja em compasso com o mercado.
Certa, porque a IoT permite monitoramento em tempo real e ajuste rápido da produção às mudanças do mercado.
Gabarito: E
A Internet das Coisas (IoT) é a ideia de conectar objetos, máquinas e sensores à internet para que eles coletem dados, se comuniquem entre si e ajudem a tomar decisões mais rápidas. Na indústria, isso muda o jogo porque a fábrica passa a “enxergar” o que está acontecendo em tempo real: estoque, falhas, temperatura, consumo de energia e ritmo de produção. É justamente por isso que a IoT ajuda a produção a se adaptar rapidamente ao mercado. Se a demanda sobe, o sistema pode ajustar processos com mais agilidade; se há risco de falha em uma máquina, a manutenção pode ser preventiva; se o estoque cai, o reabastecimento pode ser programado antes do problema aparecer. Menos improviso, menos atraso e mais eficiência. Por isso o gabarito é a letra E. A promessa central da IoT na indústria é aumentar a automação e a integração dos processos, permitindo resposta rápida às mudanças do ambiente produtivo e comercial. Esse raciocínio é bem alinhado com a noção de indústria 4.0, muito cobrada em provas: dados em tempo real, conectividade e decisões mais inteligentes. Em resumo: a IoT não é sobre navegar mais rápido na internet, nem sobre aumentar retrabalho ou depender mais da mão de obra humana. Ela serve para tornar a produção mais flexível, mais conectada e mais eficiente. É a fábrica deixando de ser “cega” e passando a trabalhar com sensores, dados e ajustes finos.