O Escritório nacional de Segurança na Cadeia Alimentar da Hungria (Nébih) anunciou 25/04/2022 o registro de um novo surto da cepa H5N1 no país. De acordo com o órgão, foram sacrificadas 10 mil aves em uma granja próxima à fronteira com a Romênia, o que eleva o número total desde o início deste ano para 78 mil. A cepa H5N1 é do:
- A)hantavírus.
Errada, porque hantavírus está associado a síndrome cardiopulmonar e febre hemorrágica, não à gripe aviária.
- B)vírus da gripe aviária.
Certa, porque H5N1 é um subtipo do vírus influenza A, causador da gripe aviária.
- C)vírus de Marburg.
Errada, porque o vírus de Marburg causa febre hemorrágica grave, e não surtos em aves.
- D)coronavírus aviário.
Errada, porque coronavírus aviário não é a identificação da cepa H5N1, que pertence ao influenza A.
Gabarito: B
A sigla H5N1 identifica um subtipo do vírus influenza A, conhecido popularmente como vírus da gripe aviária. Ele afeta principalmente aves, mas pode ocasionalmente infectar humanos e outros animais, o que explica a atenção das autoridades sanitárias quando surge um novo foco. Em surtos assim, o controle costuma envolver isolamento da área e sacrifício sanitário das aves contaminadas ou expostas, para evitar a disseminação do vírus. Na questão, a pista central é justamente a cepa H5N1. Esse nome não pertence a hantavírus, Marburg nem coronavírus. Ele é clássico da influenza aviária, um tipo de gripe que circula entre aves e pode causar grande impacto econômico e sanitário. Por isso, o gabarito B está correto. Se você pensar em prova, vale guardar a lógica: quando aparecer H5N1, H7N9 ou menções a surtos em granjas, aves e abate sanitário, a ideia quase sempre aponta para gripe aviária. A banca gosta de misturar nomes de vírus famosos para ver se você reconhece o “sobrenome” da doença sem cair no efeito vitrine.