De acordo com a NBR ISO 2108 da ABNT, não é emitido ISBN para
- A)música impressa.
Correta: música impressa é uma exceção prevista e não recebe ISBN pela NBR ISO 2108.
- B)publicações em Braille.
Errada: publicações em Braille podem receber ISBN, pois são edições de uma publicação monográfica.
- C)audiolivros em fita cassete.
Errada: audiolivros podem receber ISBN, inclusive em suportes físicos como fita cassete.
- D)publicações eletrônicas em disquete.
Errada: publicações eletrônicas em disquete podem receber ISBN se forem publicações monográficas.
- E)cópias digitalizadas de publicações impressas.
Errada: cópias digitalizadas de publicações impressas podem receber ISBN quando configuram uma edição/publicação distinta.
Gabarito: A
A NBR ISO 2108 trata do ISBN, que identifica publicações monográficas e seus formatos. A ideia é simples: se a obra é um produto editorial com conteúdo intelectual próprio, em regra pode receber ISBN. Por isso, livros impressos, versões em Braille, audiolivros, publicações eletrônicas e até reproduções digitais podem entrar nessa lógica, desde que sejam edições comercializadas como publicações distintas. Mas existe uma exceção clássica que a banca adora cobrar: partituras e obras de música impressa não recebem ISBN, porque seguem uma lógica específica de identificação bibliográfica. Nesse ponto, a norma separa música impressa do restante das publicações monográficas. É aquela hora em que a biblioteconomia diz: "isso aqui tem categoria própria". Então, o gabarito A está correto porque música impressa não é objeto de atribuição de ISBN pela norma. As demais alternativas descrevem formatos que, em tese, podem receber ISBN, desde que se enquadrem como publicações monográficas ou edições equivalentes. Em prova, o truque é lembrar que o ISBN não olha só para o suporte, mas para o tipo de publicação.