Segundo a Política de Preservação de Documentos do Estado de Minas, formalizada pelo Decreto nº 48165/2021, o armazenamento de documentos digitais e digitalizados deve assegurar a indexação de metadados que possibilitem tanto a localização e o gerenciamento do documento quanto a
- A)avaliação dos ambientes das áreas de guarda.
Errada, porque a norma não relaciona a indexação de metadados à avaliação de ambientes de guarda, e sim ao controle e recuperação do documento.
- B)conferência do processo de digitalização adotado.
Certa, porque o decreto exige metadados que permitam localizar, gerenciar e também conferir o processo de digitalização adotado.
- C)custódia, independentemente de vínculo de propriedade.
Errada, porque custódia e vínculo de propriedade não são o foco da exigência prevista para o armazenamento de documentos digitais e digitalizados.
- D)guarda em dispositivos de memória não volátil.
Errada, porque a norma não trata de memória não volátil como requisito específico, mas de metadados e controle do processo de digitalização.
Gabarito: B
A Política de Preservação de Documentos do Estado de Minas, no Decreto nº 48.165/2021, trata o armazenamento de documentos digitais e digitalizados como algo que precisa ir além de “guardar arquivo em pasta”. A ideia é garantir metadados de indexação suficientes para localizar, gerir e também controlar o histórico do documento, especialmente a etapa de conversão do papel para o meio digital. Em provas, a banca costuma cobrar essa lógica: documento digitalizado não é só um PDF bonitinho, mas um documento que precisa ter rastreabilidade do processo de digitalização. Isso ajuda a verificar autenticidade, integridade e confiabilidade do que foi convertido. Por isso, o gabarito é a letra B. O decreto exige metadados que permitam a localização e o gerenciamento do documento, bem como a conferência do processo de digitalização adotado. Em outras palavras, o sistema precisa “contar a história” de como aquele documento chegou ao formato digital. Então, se a questão falar em armazenamento, indexação de metadados e documentos digitalizados, pense em controle do processo, não em mera guarda física ou em ideias genéricas de preservação. É a típica cobrança de processo técnico com cara de tecnologia, mas com fundamento arquivístico bem claro.