O critério para avaliação da qualidade de interfaces humanocomputador em bibliotecas digitais é designado na literatura como
- A)acessibilidade.
Inadequada, porque acessibilidade trata do acesso por pessoas com deficiência ou com limitações, e não é o nome geral do critério de qualidade da interface.
- B)categorização.
Inadequada, porque categorização é uma atividade de organização da informação, não um critério de avaliação de interface.
- C)interatividade
Inadequada, porque interatividade descreve a capacidade de interação com o sistema, mas não é o termo clássico usado para medir a qualidade da interface.
- D)sumarização.
Inadequada, porque sumarização é recurso de síntese de conteúdo, sem relação direta com a avaliação da interface humano-computador.
- E)usabilidade.
Correta, porque usabilidade é o critério consagrado na literatura para avaliar a qualidade de interfaces humano-computador em bibliotecas digitais.
Gabarito: E
Quando se fala em avaliar a qualidade de interfaces humano-computador em bibliotecas digitais, o nome mais cobrado na literatura é usabilidade. Pense no básico: a interface precisa ser fácil de aprender, eficiente de usar, satisfatória e permitir que o usuário encontre o que procura sem sofrimento desnecessário. Em outras palavras, não basta a biblioteca digital ter conteúdo excelente se o sistema parece um labirinto de botão escondido. A usabilidade é justamente esse critério que mede o quanto a interface “funciona bem para gente de verdade”. Ela aparece muito em estudos de bibliotecas digitais, sistemas de informação e interação humano-computador, normalmente ligada a facilidade de navegação, clareza, consistência, rapidez e redução de erros. Por isso o gabarito é a letra E. As outras alternativas trazem conceitos importantes na Biblioteconomia, mas não são o nome dado ao critério de avaliação da qualidade da interface. Aqui a banca quer o termo técnico consolidado na literatura de IHC e bibliotecas digitais: usabilidade. Em prova, sempre desconfie quando a questão misturar biblioteca digital com experiência do usuário. Nesse tipo de cenário, a banca costuma cobrar o termo que resume a qualidade do uso do sistema, e não apenas uma função isolada da plataforma.