De acordo com Edilenice Passos e Lucivaldo Vasconcelos Barros, no livro intitulado “Fontes de informação para pesquisa em direito”, a informação jurídica pode ser gerada, registrada e recuperada, basicamente, em três formas distintas: I. Analítica. II. Normativa. III. Jurídica. IV. Interpretativa. V. Declaratória. Está correto o que se afirma apenas em
- A)I, II e III.
Errada, porque mistura a forma analítica com a normativa, mas deixa de fora a interpretativa, que integra a classificação clássica.
- B)I, II e IV.
Certa, pois reúne as três formas de informação jurídica apontadas pela doutrina: analítica, normativa e interpretativa.
- C)I, III e V.
Errada, porque exclui a normativa e ainda inclui uma combinação que não corresponde à divisão doutrinária cobrada.
- D)II, III e IV.
Errada, porque "jurídica" não é uma das três formas básicas da informação jurídica nessa classificação.
- E)III, IV e V.
Errada, pois trata "jurídica" como se fosse uma das formas, além de omitir a analítica.
Gabarito: B
Na Biblioteconomia jurídica, a informação do Direito costuma ser apresentada em três formas básicas: normativa, interpretativa e analítica. A normativa é a que cria ou modifica regras, como leis, decretos e resoluções; a interpretativa mostra como essas normas são entendidas e aplicadas, como doutrina, jurisprudência e pareceres; e a analítica organiza, sintetiza e trata a informação para facilitar a recuperação, como índices, resumos e sistemas de recuperação da informação. É exatamente essa divisão que Edilenice Passos e Lucivaldo Vasconcelos Barros trabalham em "Fontes de informação para pesquisa em direito". Por isso, a banca acerta ao marcar I, II e IV, porque "analítica", "normativa" e "interpretativa" são as três formas mencionadas no enunciado. Já "jurídica" é o gênero da informação, não uma das três formas pedidas na classificação.