No ambiente das bibliotecas digitais, o Open Archives Iniciative Protocol for Metadata Harvesting (OAI-PMH) é um protocolo desenvolvido para viabilizar a:
- A)Segurança da informação.
Errada, porque o OAI-PMH não é um protocolo de segurança da informação, e sim de colheita e troca de metadados.
- B)Gestão integrada de bibliotecas.
Errada, porque não trata da administração ou da gestão integrada de bibliotecas, mas da interoperabilidade entre sistemas.
- C)Interoperatividade entre sistemas.
Certa, pois o OAI-PMH foi desenvolvido para permitir a interoperabilidade e a coleta padronizada de metadados entre sistemas.
- D)Implementação da computação em nuvem.
Errada, porque computação em nuvem é outro tema tecnológico e não o objetivo do OAI-PMH.
Gabarito: C
O OAI-PMH, sigla de Open Archives Initiative Protocol for Metadata Harvesting, foi criado para facilitar a colheita de metadados entre sistemas diferentes. Em vez de cada biblioteca digital ficar “falando sua própria língua”, o protocolo padroniza a troca de informações bibliográficas e permite que repositórios e serviços de busca se comuniquem com mais facilidade. Na prática, ele serve para interoperabilidade: um sistema consegue coletar metadados de outro de forma organizada e automática. Isso é muito útil em bibliotecas digitais, repositórios institucionais e bases de dados, porque melhora a visibilidade dos registros e a integração entre plataformas. Por isso o gabarito é a letra C. O foco do OAI-PMH não é proteger dados, nem gerenciar bibliotecas como um todo, nem tratar de computação em nuvem. O ponto central é permitir que diferentes sistemas de informação troquem metadados de maneira padronizada, como se todos seguissem o mesmo “roteiro de conversa”. Em termos doutrinários, ele é amplamente associado à interoperabilidade de repositórios e à divulgação da produção científica. Se a questão falar em colheita de metadados, integração entre repositórios ou comunicação entre sistemas, acenda a luz da interoperabilidade.