Ao receber uma notícia compartilhada com frequência nas redes sociais, um usuário da biblioteca da escola a encaminhou para o serviço de referência para checar a sua veracidade e evitar a disseminação de fake news. Nessa situação, um dos critérios empregados para avaliar esse tipo de fonte de informação é
- A)a autoridade da fonte.
Certa, porque a autoridade da fonte é um critério clássico para avaliar a confiabilidade e a veracidade de uma informação.
- B)o layout do site.
Errada, porque layout do site pode influenciar a apresentação, mas não comprova a veracidade do conteúdo.
- C)a usabilidade.
Errada, porque usabilidade mede facilidade de uso, não a confiabilidade da notícia.
- D)a quantidade de curtidas na notícia.
Errada, porque quantidade de curtidas indica popularidade, não veracidade.
- E)o número de seguidores de quem compartilhou a notícia.
Errada, porque número de seguidores mostra alcance, mas não garante credibilidade da informação.
Gabarito: A
Quando voce recebe uma notícia que viralizou nas redes, a primeira reação não deve ser "compartilha e reza". O caminho certo no serviço de referência é avaliar a fonte com critérios de confiabilidade, como autoridade, precisão, atualidade, objetividade e cobertura. Esses critérios ajudam a decidir se a informação merece crédito ou se é só mais uma fake news de plantão. Entre eles, a autoridade da fonte é essencial: você verifica quem produziu a informação, qual a credibilidade do autor, da instituição ou do veículo, e se há responsabilidade editorial. Em linguagem de concurso, autoridade é saber se a fonte tem competência e legitimidade para falar sobre o assunto. Por isso, o gabarito é a letra A. Se a notícia veio de uma fonte sem identificação, sem histórico confiável ou sem especialização no tema, a tendência é desconfiar. Isso se alinha às práticas de avaliação de fontes usadas na Biblioteconomia e na mediação da informação, especialmente em contextos de combate à desinformação. Os demais itens parecem "bonitos", mas não medem confiabilidade da informação em si. Layout, usabilidade, curtidas e seguidores podem até chamar atenção, só que não provam que o conteúdo é verdadeiro. Em prova, a banca gosta justamente dessa troca entre aparência e credibilidade.