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Concursos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) tem 2 cargos mapeados, com bancas FGV, CESPE/CEBRASPE. As matérias que mais caem são Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito Constitucional, Direito Administrativo.

O órgão que controla o Judiciário inteiro do Brasil, e cuja própria lei interna decide quem passa na prova.

Cargos mapeados
2
Bancas
FGV, CESPE/CEBRASPE
Banca recente
Cebraspe
Cargos
Analista e Técnico
Nível
Médio e superior
O diferencial mora nos normativos do próprio CNJ

Diferente de um tribunal comum, o CNJ cobra pesado o Regimento Interno e as resoluções que ele mesmo edita (PJe, Justiça 4.0, Juízo 100% Digital, metas nacionais). Na prova de Analista da área judiciária, o bloco de legislação institucional (STF, STJ, TRFs e CNJ) concentrou a maior fatia das questões, com o próprio Conselho isolado no topo. É o conteúdo que quase ninguém domina de véspera, e por isso ele separa aprovados de reprovados. Quem começa por aqui larga na frente.

O que o CNJ faz (e por que isso cai na prova)

O Conselho Nacional de Justiça é o órgão de controle administrativo e financeiro do Poder Judiciário, criado pela Emenda Constitucional 45/2004 e previsto no artigo 103-B da Constituição. Ele não julga processos: fiscaliza, normatiza e padroniza a atuação de todos os tribunais do país (com exceção do STF).

  • Edita resoluções e recomendações que valem para todo o Judiciário, e é justamente aqui que mora o diferencial da prova.
  • Conduz a agenda de tecnologia: PJe, Justiça 4.0, Núcleos de Justiça 4.0 e o Juízo 100% Digital.
  • Fiscaliza serventias extrajudiciais (cartórios) e apura infrações disciplinares de magistrados.

A banca e o perfil da prova

O certame mais recente foi organizado pelo Cebraspe, com provas aplicadas em 2024 para Analista e Técnico Judiciário. O estilo é o clássico da banca: itens de certo/errado com desconto por erro, redação exigente e recorte que privilegia o texto seco da norma.

  • Certo/errado penaliza o chute: leitura literal da lei e das súmulas pesa muito.
  • Além da objetiva, há prova discursiva e, para o nível superior, avaliação de títulos.
  • A dificuldade real está no volume de normativos internos do próprio CNJ, algo que a maioria dos candidatos subestima.

As matérias que mais pesam

O grande separador de aprovados no CNJ é a legislação institucional do órgão. Na prova de Analista da área judiciária, o bloco de legislação de STF, STJ, TRFs e CNJ concentrou a maior fatia das questões, com destaque isolado para o próprio Conselho e suas resoluções.

  • Regimento Interno do CNJ e principais resoluções: é o conteúdo proprietário deste concurso.
  • Português e interpretação de texto, sempre com peso alto em provas Cebraspe.
  • Direito Constitucional (foco no artigo 103-B e no controle administrativo) e Direito Administrativo.
  • Direito Penal e Processual entram com peso relevante para a área judiciária.

Nível, cargos e remuneração

O concurso se divide em nível médio (Técnico Judiciário) e nível superior (Analista Judiciário), com especialidades que vão da área judiciária e administrativa ao apoio especializado (análise de sistemas, engenharia, arquitetura, entre outras).

  • A remuneração é uma das mais atrativas do funcionalismo federal, na faixa das carreiras de Analista e Técnico dos tribunais superiores.
  • O Analista fica em patamar bem acima do Técnico, o que costuma orientar a escolha de quem já tem nível superior.
  • Lotação em Brasília, no órgão de cúpula administrativa do Judiciário nacional.

As etapas do certame

O processo é enxuto se comparado a carreiras policiais: não há TAF, prova oral nem curso de formação. A seleção se resolve no domínio de conteúdo.

  • Prova objetiva (certo/errado) como filtro principal.
  • Prova discursiva, que exige repertório jurídico e redação técnica limpa.
  • Avaliação de títulos para os cargos de nível superior.

Por onde começar

  • Baixe o Regimento Interno do CNJ e mapeie as resoluções mais citadas (PJe, Justiça 4.0, metas nacionais): é o ativo que mais rende ponto por hora estudada.
  • Fixe o artigo 103-B da Constituição: composição, mandato, competências e o que o CNJ pode e não pode fazer.
  • Treine questões Cebraspe de provas anteriores do CNJ e de tribunais superiores para calibrar o gabarito no formato certo/errado.
  • Trave uma rotina firme de Português e interpretação de texto, porque é peso alto e ponto que não se recupera na véspera.

Cargos

Bancas deste órgão

Perguntas frequentes

Quais cargos tem o concurso Conselho Nacional de Justiça (CNJ)?

Mapeamos 2 cargos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ): Exame Nacional dos Cartórios (ENAC), Analista Judiciário.

O que mais cai nos concursos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)?

As matérias mais recorrentes nos editais do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) são Direito Civil, Direito Processual Civil, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Penal.

Qual banca organiza o concurso do CNJ?

O certame mais recente foi conduzido pelo Cebraspe, com provas em 2024 no formato certo/errado, discursiva e avaliação de títulos para o nível superior.

O que mais cai na prova do CNJ?

A legislação institucional pesa muito: Regimento Interno e resoluções do próprio CNJ, além do artigo 103-B da Constituição. Português e interpretação de texto também têm peso alto.

O concurso do CNJ tem TAF ou curso de formação?

Não. A seleção se resume a prova objetiva, discursiva e avaliação de títulos para nível superior. Não há teste físico, prova oral nem curso de formação.