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Simulados & Questões

Simulado da Prova da OAB: o guia para treinar e passar em 2026

Neste artigo
  1. Por que o simulado é a ferramenta mais subestimada da preparação
  2. Como montar um simulado que imita o dia da prova
  3. Os erros mais comuns ao usar simulados
  4. Como escolher a ferramenta de simulados certa para você
  5. Perguntas frequentes

Um bom simulado da prova da OAB é o treino mais eficiente da sua preparação: ele testa o que você sabe sob pressão, treina a gestão das cinco horas de prova e revela os pontos fracos que ainda precisam de atenção. Para valer de verdade, o simulado precisa imitar o dia da prova (80 questões da 1ª fase, tempo cronometrado, condições reais) e ser seguido de uma correção honesta de cada erro. Fazer muitos simulados de qualquer jeito não adianta; fazer poucos, com método, aprova.

Este guia vai além de uma lista de sites. Aqui você entende por que o simulado funciona, como montar um que realmente simule o dia da prova, que erros evitar e como transformar cada teste em aprendizado. No fim, você terá critérios claros para escolher a ferramenta certa para o seu perfil, seu tempo e seu bolso.

Por que o simulado é a ferramenta mais subestimada da preparação

Estudar teoria é importante, mas o Exame de Ordem não cobra só o que você sabe: cobra o que você consegue acessar sob pressão, com o relógio correndo e a banca tentando te confundir. É aí que entra o simulado. Ele não é apenas um teste de memória, é um treino das condições reais da prova.

Quando você resolve um simulado da prova da OAB completo, você treina três coisas ao mesmo tempo:

  • Resistência mental: a primeira fase tem 80 questões e cinco horas de duração. Manter o foco até o fim é uma habilidade que só se desenvolve com prática.
  • Gestão de tempo: descobrir que você gasta tempo demais em uma única questão é muito melhor no simulado do que no dia da prova.
  • Leitura da banca: a FGV tem padrões. Quanto mais questões no estilo dela você resolve, mais rápido você reconhece pegadinhas e o jeito que ela cobra a lei.

A FGV, aliás, é uma das 7 bancas que compõem o acervo de questões do furafila, onde a prática é o coração do estudo: você responde, ganha XP, mantém o streak e vê na hora onde acertou e onde precisa voltar. A ideia é simples, transformar a repetição em algo que você queira fazer todo dia. Para treinar no formato do exame, comece pelas questões da OAB.

Como montar um simulado que imita o dia da prova

Um simulado mal feito vira só uma lista de exercícios. Um simulado bem feito é um ensaio geral. A diferença está nas regras que você impõe a si mesmo antes de começar.

Respeite o tempo real

A primeira fase do Exame de Ordem dá cinco horas para 80 questões. Isso significa, em média, menos de quatro minutos por questão, contando o tempo de transcrever o gabarito. Cronometre. Se você sempre treina sem relógio, vai descobrir o seu ritmo justamente no pior momento possível. Vale entender bem o formato antes: veja como funciona a prova da OAB.

Reproduza as condições

Nada de pausar para o cafezinho, consultar o material ou responder o celular no meio. O objetivo é simular pressão, não conforto. Sente em um lugar silencioso, separe o tempo cheio e trate aquilo como se valesse de verdade.

Faça provas completas, não só blocos isolados

Treinar uma disciplina por vez é ótimo para aprender. Mas, perto da prova, você precisa de simulados com a cara do exame: todas as áreas misturadas, na ordem em que a banca joga. É isso que treina a sua capacidade de trocar de assunto sem perder o foco.

Corrija com calma e anote os porquês

Acertar não basta: você precisa saber por que acertou. E errar é ouro, desde que você entenda o motivo. Anote o tema de cada erro. Com o tempo, um padrão aparece, e esse padrão é o seu mapa de estudo. Treinar com questões da OAB comentadas acelera essa correção, porque cada explicação ensina o raciocínio, não só a letra certa.

Os erros mais comuns ao usar simulados

Muita gente faz simulado e não evolui. Quase sempre o motivo está em um destes hábitos:

  • Refazer só o que já sabe. É confortável, mas inútil. O simulado precisa te tirar da zona de conforto, não confirmar que você manda bem no que já domina.
  • Não revisar os erros. Fazer dez simulados sem corrigir vale menos que fazer um e estudar cada questão errada com atenção.
  • Decorar gabarito em vez de raciocínio. Se você só memoriza a letra certa, na hora que a banca reformula a questão você cai. Entenda o fundamento, não a alternativa.
  • Ignorar o tempo. Resolver 80 questões sem pressão dá uma falsa sensação de preparo. Adicione o cronômetro e veja a sua taxa de acerto sob estresse, que é a que importa.
  • Fazer simulado só na véspera. Simulado é treino contínuo, não termômetro de última hora. Quanto mais cedo você começa, mais tempo tem para corrigir a rota.

Como escolher a ferramenta de simulados certa para você

A plataforma ideal não existe em abstrato. Ela depende do seu perfil, do seu orçamento e do tempo que você tem. Antes de escolher, vale considerar alguns critérios:

  • Autoconhecimento: qual é o seu maior desafio hoje? Gestão de tempo ou domínio de matérias específicas? Escolha uma ferramenta que ataque o seu ponto fraco, não a que tem o marketing mais bonito.
  • Realismo da simulação: a ferramenta replica as condições da prova, como tempo cronometrado, formato das questões e estilo da FGV? Um simulado da prova da OAB que imita o dia do exame vale muito mais do que um quiz genérico.
  • Qualidade do feedback: ela entrega mais do que um percentual de acertos? Procure recursos que mostrem quais temas você mais erra, para que a revisão seja cirúrgica e não no escuro.
  • Atualização das questões: a banca muda, a lei muda, o entendimento muda. Questões desatualizadas treinam o conteúdo errado.
  • Constância: de nada adianta a melhor plataforma se você abre uma vez por mês. A ferramenta que você usa todos os dias é melhor do que a perfeita que você abandona.

Esse último ponto é justamente o que move o furafila. A ideia de transformar a preparação em algo gamificado, com XP, combos, power-ups, ranking e até batalhas multiplayer, é fazer você voltar todo dia sem precisar de força de vontade sobre-humana. O melhor simulado é o que vira hábito. Se você ainda está montando a base teórica, veja como estudar para a OAB e alterne teoria e simulado em ciclo.

Perguntas frequentes

Quantos simulados da OAB devo fazer?

Faça pelo menos um simulado completo por semana, principalmente nas semanas que antecedem a prova. Essa frequência constrói resistência, aprimora a gestão do tempo e identifica de forma consistente as áreas que precisam de reforço. No dia a dia, blocos menores de questões mantêm o conteúdo fresco entre um simulado completo e outro.

Vale mais a pena fazer simulado ou estudar teoria?

Os dois, em ciclo. A teoria constrói a base; o simulado mostra onde a base falha. O ideal é alternar: estude um tema, teste com questões, identifique o erro e volte para a teoria do ponto exato que ficou frágil. Estudar sem testar é dirigir sem espelho.

Simulado gratuito é suficiente?

Para um diagnóstico inicial e para aumentar o volume de questões, simulados gratuitos ajudam bastante. A diferença costuma estar no acompanhamento: relatórios de desempenho, questões comentadas e direcionamento por tema é que aceleram a evolução. Avalie o que o seu momento de estudo exige antes de decidir.

Quanto tempo antes da prova devo começar a fazer simulados?

Quanto antes, melhor. Começar cedo dá margem para corrigir a rota com calma, em vez de descobrir uma fraqueza grande na última semana, quando já não há tempo de consertar. Mesmo no começo dos estudos, simulados curtos servem para você se acostumar com o formato.

Quantas questões tem a primeira fase da OAB?

A primeira fase do Exame de Ordem tem 80 questões objetivas, aplicadas em cinco horas. Para ser aprovado nessa etapa, você precisa acertar pelo menos 40, ou seja, metade da prova.