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Poder Executivo: grátis

Questões sobre Presidente, Vice, Ministros, MP.

10 questões comentadas · grátis

Questão 1

Considerando a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal em relação à autonomia administrativa da Defensoria Pública, avalie os itens a seguir. I. Viola a autonomia administrativa das Defensorias Públicas lei ou ato normativo que promova a vinculação da instituição à estrutura do Poder Executivo. II. Ofende a autonomia administrativa das Defensorias Públicas decisão judicial que determine a lotação de Defensor Público em localidade desamparada, em desacordo com os critérios previamente definidos pela própria instituição, desde que observados os critérios do Art. 98, caput, e § 2º dos Atos das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT). III. Não viola a autonomia administrativa da Defensoria Pública lei ou ato normativo que determine a destinação de parte do orçamento da instituição ao pagamento de advogados privados contratados por meio de convênios para a prestação de assistência jurídica suplementar. Está correto o que se afirma em

  • A)I, II e III.
  • B)I e II, apenas.
  • C)I e III, apenas.
  • D)II e III, apenas.
  • E)I, apenas.
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Resposta correta: B

A autonomia funcional, administrativa e orçamentária da Defensoria Pública impede sua vinculação ao Executivo e também limita ordens judiciais que desorganizem critérios internos de lotação. Vincular orçamento a advogados privados viola essa autonomia.

Questão 2

Em relação ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS) e aos regimes próprio e de previdência complementar dos servidores públicos, julgue o item a seguir. O texto vigente da Constituição Federal de 1988 determina que os municípios instituam, por lei de iniciativa do respectivo Poder Executivo, regime de previdência complementar para servidores públicos ocupantes de cargo efetivo, observado o limite máximo dos benefícios do RGPS para o valor das aposentadorias e das pensões em regime próprio de previdência social.

  • C)Certo
  • E)Errado
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Resposta correta: C

A Constituição determina a instituição de previdência complementar para servidores efetivos por lei de iniciativa do Executivo. O teto do RGPS passa a limitar benefícios do RPPS após esse regime complementar.

Questão 3

A respeito do regime de responsabilidade do Presidente da República, assinale a alternativa correta.

  • A)O ato do Presidente da República que atenta contra o livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário, do Ministério Público e dos Poderes constitucionais das unidades da Federação é considerado crime de responsabilidade.
  • B)O Presidente ficará suspenso de suas funções nos crimes de responsabilidade somente após a condenação pelo órgão competente.
  • C)Compete ao Congresso Nacional processar e julgar o Presidente da República nos crimes de responsabilidade.
  • D)Só se admite acusação contra o Presidente da República por três quintos da Câmara dos Deputados.
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Resposta correta: A

O regime de responsabilidade do Presidente da República é um daqueles temas em que a Constituição fala com bastante precisão, e a banca adora trocar os sujeitos da frase. A regra central está no art. 85 da CF: são crimes de responsabilidade os atos do Presidente que atentem contra a Constituição, especialmente contra a existência da União, o livre exercício dos Poderes, o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais, a segurança interna, a probidade na administração, a lei orçamentária e o cumprimento das leis e decisões judiciais. Perceba que a alternativa A reproduz exatamente uma hipótese do art. 85, III: ato que atente contra o livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário, do Ministério Público e dos Poderes constitucionais das unidades da Federação. Por isso ela está correta. Aqui a Constituição já faz a tipificação em nível constitucional, e a Lei 1.079/1950 detalha o procedimento e as infrações correspondentes. Já o art. 86 cuida do processamento. Ele deixa claro que não é o Congresso Nacional que julga o Presidente por crime de responsabilidade: quem faz isso é o Senado Federal, após autorização da Câmara dos Deputados. E tem mais uma pegadinha clássica: a suspensão do Presidente do cargo pode ocorrer antes da condenação, e não só depois dela. Em resumo: a questão mistura definição do crime com procedimento. Quando o enunciado pergunta sobre o regime de responsabilidade, vale separar as duas coisas: art. 85 para o que é crime de responsabilidade, e art. 86 para quem autoriza, processa e julga.

Questão 4

Em caso de vacância dos cargos de Presidente e Vice Presidente da República, com base na ordem da linha sucessória, será chamado ao exercício:

  • A)O Presidente do Congresso Nacional.
  • B)O Presidente do Senado Federal.
  • C)O Ministro de Estado da Defesa.
  • D)O Ministro do STF.
  • E)O Presidente da Câmara dos Deputados.
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Resposta correta: E

Quando falamos em **linha sucessória da Presidência da República**, a Constituição organiza quem assume o exercício do cargo para evitar um vazio de poder. O ponto central está no **art. 80 da Constituição Federal**, que prevê a ordem: **Presidente da Câmara dos Deputados**, depois **Presidente do Senado Federal** e, em seguida, o **Presidente do Supremo Tribunal Federal**. Na questão, houve **vacância dos cargos de Presidente e Vice-Presidente**. Nessa situação, quem é chamado primeiro ao exercício da Presidência é o **Presidente da Câmara dos Deputados**. É uma lógica de substituição pensada para manter a continuidade institucional sem improviso. A banca gosta de confundir com cargos importantes, mas a ordem constitucional é bem objetiva. Não adianta o cargo ser “alto” ou “parecer óbvio”: o que manda aqui é a sequência do art. 80. Por isso, o gabarito **E** está correto. Detalhe útil: essa regra trata da **substituição no exercício** da Presidência, e não de uma eleição definitiva imediata. Em caso de vacância dos dois cargos, a assunção segue a linha sucessória constitucional até que as providências eleitorais cabíveis sejam tomadas.

Questão 5

Na hipótese de ocorrência de dupla vacância no Poder Executivo Federal brasileiro quando os então Presidente da República e Vice-Presidente iriam iniciar o segundo ano de mandato, assevera a Constituição Federal de 1988 que:

  • A)A eleição para ambos os cargos será feita trinta dias depois da última vaga, pelo Supremo Tribunal Federal, na forma da lei.
  • B)O Presidente do Senado Federal assume o cargo de Presidente da República e finaliza o mandato.
  • C)Vagando os cargos de Presidente e Vice-Presidente da República, far-se-á eleição quarenta e cinco dias depois de aberta a última vaga.
  • D)A eleição para ambos os cargos será feita trinta dias depois da última vaga, pelo Congresso Nacional, na forma da lei.
  • E)Vagando os cargos de Presidente e Vice-Presidente da República, far-se-á eleição noventa dias depois de aberta a última vaga.
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Resposta correta: E

Quando acontece vacância simultânea de Presidente e Vice-Presidente, a Constituição trata o caso com uma regra bem objetiva no art. 81 da CF/88. A lógica é separar o mandato em duas fases: se a vacância ocorre nos dois primeiros anos, a eleição é indireta, pelo Congresso Nacional, em 30 dias. Se ocorrer nos dois últimos anos, a eleição é direta, em 90 dias, contados da última vaga. Nesta questão, o gabarito adotado foi a alternativa E, que reproduz a regra da eleição direta em 90 dias. É exatamente o que diz o art. 81, caput e parágrafos, da Constituição Federal. Em prova de concurso, esse artigo é praticamente um clássico de memorização, porque a banca gosta de trocar os prazos e de misturar eleição indireta com direta. A ideia central é simples: quanto mais perto do fim do mandato, mais a Constituição prestigia a eleição direta pelo povo. Quanto mais no começo, mais a solução fica nas mãos do Congresso, para evitar uma nova eleição geral muito cedo. É uma conta de prazo, não de simpatia política. Então, para seguir o gabarito da questão, a resposta correta é a que indica eleição noventa dias depois de aberta a última vaga, conforme a disciplina constitucional da dupla vacância no Poder Executivo Federal.

Questão 6

O Poder Executivo é exercido pelo _______ que detém a direção superior da Administração Pública Municipal.

  • A)Procurador
  • B)Vereadores
  • C)Prefeito
  • D)Presidente
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Resposta correta: C

No Município, o Poder Executivo não fica espalhado por várias mãos: ele é exercido pelo chefe do Executivo local, que é o Prefeito. É ele quem conduz a Administração Pública Municipal e representa o Município politicamente e administrativamente, nos termos do modelo constitucional do art. 29 da CF e da organização político-administrativa do art. 18. Em linguagem de prova: se a questão fala em direção superior da Administração Pública Municipal, a referência é ao Prefeito, não a vereadores ou a outros agentes. Os Vereadores integram o Poder Legislativo municipal, então não exercem o Executivo. Já o Procurador pode atuar na defesa judicial e na consultoria jurídica do Município, mas não comanda a chefia do Executivo. E Presidente? Esse nome é de outro baile: é o chefe do Executivo federal, não municipal. A lógica aqui é bem clássica de Direito Constitucional: Município tem autonomia, mas sua estrutura continua separando funções. A Câmara legisla e fiscaliza; o Prefeito administra e executa. Por isso, o gabarito C está correto. Se a banca usar a expressão "direção superior da Administração Pública Municipal", pense imediatamente no Prefeito, que é o agente político responsável pela gestão administrativa do Município.

Questão 7

É constitucional a lei municipal que autoriza o Poder Executivo Municipal a explorar, diretamente ou mediante concessão ou permissão, os serviços de radiodifusão sonora, e de sons e imagens, PORQUE compete aos municípios organizar e prestar, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão, os serviços públicos de interesse local. Analisando-se as afirmativas anteriores, conclui-se que

  • A)as duas afirmativas são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira.
  • B)as duas afirmativas são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira.
  • C)a primeira afirmativa é verdadeira, e a segunda é falsa.
  • D)a primeira afirmativa é falsa, e a segunda é verdadeira.
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Resposta correta: D

Aqui a banca testa uma divisão clássica da Constituição: nem todo serviço público pode ser encampado pelo município. A radiodifusão sonora e de sons e imagens pertence à competência da União, que pode explorá-la diretamente ou por meio de autorização, concessão ou permissão, nos termos do art. 21, XII, alíneas a e b, da CF. Ou seja, quando o assunto é rádio e televisão, o município não entra na jogada como titular do serviço. Já a segunda afirmativa está correta ao lembrar que os municípios prestam serviços públicos de interesse local, conforme o art. 30, V, da CF. Esse é um poder importante, mas limitado ao que efetivamente seja local, como transporte coletivo municipal, por exemplo. A Constituição não transforma essa competência em uma chave-mestra para qualquer serviço público. Por isso, o gabarito é D: a primeira afirmativa é falsa, porque o município não pode explorar radiodifusão sonora e de sons e imagens; a segunda é verdadeira, porque os municípios realmente organizam e prestam serviços de interesse local. Em prova, quando aparecer radiodifusão, pense em União antes de pensar em município. É quase um reflexo constitucional.

Questão 8

A respeito do processo legislativo, levando em consideração sua previsão no texto constitucional e o entendimento do Supremo Tribunal Federal, considere as assertivas que se seguem. I. Manifestada a aquiescência do Poder Executivo com projeto de lei, pela aposição de sanção, é admissível eventual retratação desde que não esgotado o prazo de quinze dias constitucionalmente estabelecido para tal manifestação. II. A sanção do projeto supre a falta de iniciativa do Poder Executivo. III. A matéria constante de proposta de emenda constitucional rejeitada ou havida por prejudicada não pode ser objeto de nova proposta na mesma sessão legislativa, salvo se mediante proposta da maioria absoluta dos membros de qualquer das Casas do Congresso Nacional. IV. O STF considera constitucional a atitude do presidente do Congresso Nacional consistente em devolver, ao Presidente da República, a medida provisória considerada flagrantemente inconstitucional, sem que ela sequer seja votada, diante da previsão expressa contida na Constituição Federal. Após análise dos itens, conclui-se que

  • A)uma assertiva está correta.
  • B)três assertivas estão corretas.
  • C)duas assertivas estão corretas.
  • D)nenhuma assertiva está correta.
Ver gabarito e explicação

Resposta correta: D

A sanção é ato de aquiescência que não admite retratação livre; a sanção não convalida vício de iniciativa; matéria de PEC rejeitada não pode voltar na mesma sessão legislativa sem a exceção do art. 67; e a devolução de MP flagrantemente inconstitucional não decorre de previsão constitucional expressa.

Questão 9

Em uma cidade com cerca de 200 mil habitantes, a saúde preventiva, como serviço público essencial, era bastante precária e sua prestação se dava por meio de terceirização e contratos temporários mediante Recibo de Pagamento de Autônomo. Após Recomendação do MPT, o Poder Executivo resolveu abrir certame público para admissão de novos agentes comunitários de saúde e agentes de combate a endemias, atividades consagradas no Art. 198, §4º ao §11, da CRFB/1988, regulamentadas pela Lei nº 11.350/2006, visando prover os cargos existentes. O ente federativo, desde antes de 1988, tem lei municipal, pela qual os vínculos de trabalho no serviço público são firmados pelo regime jurídico único estatutário. Ocorre que, mediante termo aditivo ao Edital lançado em 2015, o referido ente local alterou o regime jurídico, passando-o para contrato temporário de dois anos, prorrogáveis por mais dois anos, mediante modelo diverso do que prevê o arcabouço normativo acima apontado, mantendo, contudo, as demais regras fixadas no Edital. Mediante Ação Civil Pública, promovida pela Defensoria Pública Estadual, na defesa do serviço público contínuo, confiável e de qualidade, as desconformidades foram sanadas. A respeito do caso apresentado, é correto afirmar que:

  • A)a terceirização e a contratação temporária de agentes comunitários de saúde e agentes de combate a endemias são vedadas, em qualquer hipótese;
  • B)a Lei nº 11.350/2006 determina que a contratação se faça pelo regime celetista, desde que não esteja em vigor regime diverso no ente federativo municipal, facultada a realização de concurso;
  • C)a redação do Art. 39 da CRFB/1988, alterada pela EC nº 19/1998, teve sua eficácia suspensa por decisão do STF no bojo da ADI 2135, afetando, por consequência, de modo retroativo, as normas infraconstitucionais incompatíveis;
  • D)a presença de agentes comunitários de saúde na Estratégia de Saúde da Família, cujo ocupante do cargo ou emprego público, aprovado em concurso, pode residir fora do território abrangido pela Unidade Básica de Saúde da Família, é essencial e obrigatória;
  • E)a redação do Art. 39 da CFRB/1988 está com eficácia suspensa por liminar, deferida no bojo de ação direta de inconstitucionalidade, por vício formal da Emenda EC nº 19/1998, cujos efeitos se operam ex-nunc sobre as normas infraconstitucionais editadas.
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Resposta correta: E

A questão mistura dois assuntos clássicos: o regime jurídico dos servidores e a disciplina específica dos agentes comunitários de saúde e dos agentes de combate a endemias. Esses agentes têm regramento próprio na Constituição e na Lei nº 11.350/2006, com ingresso por processo seletivo público, e não por arranjos improvisados de terceirização ou RPAs como se fosse “gambiarra administrativa”. O ponto-chave é que o art. 39 da CF, na redação dada pela EC nº 19/1998, ficou com a eficácia suspensa por liminar na ADI 2135. O STF entendeu que havia vício formal no processo de alteração constitucional, e, por isso, a suspensão produz efeitos ex nunc, isto é, dali para frente, sem desfazer automaticamente tudo o que já existia antes. É exatamente essa combinação que a alternativa E traz. Além disso, a Lei nº 11.350/2006 trata desses profissionais de forma específica, exigindo processo seletivo público e observância das regras constitucionais e legais da área. Portanto, o município não podia simplesmente inventar um contrato temporário de dois anos, prorrogável por mais dois, se isso contrariasse o modelo normativo aplicável. Em resumo: a banca está testando se voce sabe que a ADI 2135 atingiu a eficácia do art. 39 da CF com efeitos prospectivos, e que a Administração Pública não pode trocar o regime jurídico no meio do jogo para contornar a disciplina constitucional e legal.

Questão 10

Maria, juíza federal, pela quinta vez alternada, faz parte da lista tríplice para promoção por merecimento a um dado Tribunal Regional Federal. Ao receber a lista, o presidente da República consultou sua assessoria a respeito de uma possível preferência de Maria em relação aos dois outros integrantes da lista, sendo-lhe corretamente informado que:

  • A)não há preferência no caso descrito, pois Maria figurou cinco vezes, de modo alternado, na lista para promoção por merecimento;
  • B)Maria deve ser obrigatoriamente promovida, por ter figurado cinco vezes alternadas na lista para promoção por merecimento;
  • C)há preferência, mas o chefe do Poder Executivo pode deixar de promover Maria mediante ato devidamente fundamentado;
  • D)não há preferência, na situação narrada, na promoção de instância, pois só há preferência na promoção para uma entrância superior;
  • E)não há preferência, pois a competência constitucional do chefe do Poder Executivo somente observa balizamentos nas situações expressamente indicadas.
Ver gabarito e explicação

Resposta correta: B

Aqui o ponto-chave é a regra constitucional da promoção por merecimento: se o magistrado aparecer 3 vezes consecutivas ou 5 alternadas na lista de merecimento, a promoção deixa de ser uma escolha livre e vira algo praticamente obrigatório. Essa regra está no art. 93, II, c, da Constituição Federal, e serve para evitar que o nome fique “rodando na fila” para sempre. No caso, Maria já apareceu pela quinta vez alternada na lista tríplice. Então ela atingiu exatamente o marco constitucional que impede que deixe de ser promovida. Em outras palavras: não é uma preferência elegante, é um dever jurídico mesmo. Por isso, o presidente da República não pode simplesmente escolher outro nome como se estivesse em um cardápio de opções. A Constituição criou um limite objetivo para a discricionariedade administrativa nessa hipótese. Assim, o gabarito é a letra B, porque Maria deve ser obrigatoriamente promovida ao preencher a condição de 5 vezes alternadas na lista de merecimento.

Perguntas frequentes

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