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Jornada de Trabalho: grátis

Limites, hora extra, banco de horas, intervalos.

10 questões comentadas · grátis

Questão 1

Analise as afirmativas a seguir sobre rotinas de folha de pagamento e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas. ( ) A base de cálculo do desconto do vale-transporte corresponde a 6% do montante da remuneração. ( ) O empregado terá direito anualmente ao gozo de um período de férias, sem prejuízo da remuneração. Entre os itens de proporcionalidade consta que: terá direito a 24 dias corridos de férias quando houver tido de 6 a 14 faltas. ( ) Em relação à jornada de trabalho prevista na CLT, não serão descontadas nem computadas como jornada extraordinária as variações de horário no registro de ponto não excedentes de cinco minutos, observado o limite máximo de 15 minutos diários. ( ) Na extinção do contrato de trabalho, o empregador deverá proceder à anotação na Carteira de Trabalho e Previdência Social, comunicar a dispensa aos órgãos competentes e realizar o pagamento das verbas rescisórias no prazo estabelecido. Assinale a sequência correta.

  • A)V F V F
  • B)F V V F
  • C)V F F V
  • D)F V F V
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Resposta correta: D

Essa questão mistura quatro pontos clássicos de folha de pagamento e a banca adora trocar um detalhe por outro, só para testar se voce leu a lei com calma. No vale-transporte, o desconto do empregado não incide sobre a remuneração total, mas sobre o salário-base, limitado a 6%, então a afirmativa erra na base de cálculo. Já nas férias, a CLT realmente prevê 24 dias corridos quando houver de 6 a 14 faltas injustificadas no período aquisitivo, então esse item está correto. Na jornada, a CLT traz a chamada tolerância de ponto: pequenas variações de até 5 minutos na marcação não são descontadas nem computadas como extra, desde que o total diário não ultrapasse 10 minutos. Como o enunciado fala em 15 minutos diários, erra no limite máximo. Por fim, na rescisão, o empregador deve fazer a anotação na CTPS, comunicar a dispensa aos órgãos competentes e pagar as verbas rescisórias no prazo legal, nos termos do art. 477 da CLT. Resumo da ópera: a sequência fica F, V, F, V, que corresponde ao gabarito D. Em prova, vale-transporte e jornada costumam vir com números parecidos, então a banca tenta fazer voce escorregar justamente nos limites legais.

Questão 2

Conforme a CLT, é considerado tempo de serviço efetivo à disposição do empregador e computado como período de jornada de trabalho:

  • A)Adicional de periculosidade.
  • B)Atividades de relacionamento social.
  • C)Higiene pessoal.
  • D)Alimentação.
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Resposta correta: B

O gabarito pos-recursos manteve a alternativa B. Para estudo material, porém, leia a questão com cuidado: o art. 4, paragrafo 2, da CLT lista atividades como relacionamento social, alimentacao e higiene pessoal entre situacoes que, em regra, não são computadas como tempo a disposicao quando feitas por escolha do empregado.

Questão 3

Consubstanciado nas disposições da jornada de trabalho, à luz do Decreto-Lei nº 5.452/1.943 que versa sobre a Consolidação das Leis do Trabalho, assinale a alternativa correta.

  • A)A duração normal do trabalho, para os empregados em qualquer atividade privada, não excederá de 8 (oito) horas diárias, desde que não seja fixado expressamente outro limite.
  • B)O tempo despendido pelo empregado desde a sua residência até a efetiva ocupação do posto de trabalho e para o seu retorno, caminhando ou por qualquer meio de transporte, inclusive o fornecido pelo empregador, será computado na jornada de trabalho, por ser tempo à disposição do empregador.
  • C)As horas suplementares da jornada de trabalho normal não poderão ser compensadas diretamente até a semana imediatamente posterior à da sua execução, podendo ainda ser feita a sua quitação na folha de pagamento do mês subsequente, mesmo que sejam compensadas ordinariamente.
  • D)É vedado ao empregado contratado sob regime de tempo parcial converter um terço do período de férias a que tiver direito em abono pecuniário típico.
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Resposta correta: A

A duração normal do trabalho dos empregados em atividade privada não excede oito horas diárias, salvo limite diverso expressamente fixado.

Questão 4

Em relação aos direitos trabalhistas das mulheres visando à proteção à maternidade, analise os itens seguintes. I. Licença-maternidade de 120 dias, mantendo emprego e salário, podendo ser prorrogada por 60 dias se o empregador fizer parte do Programa Empresa Cidadã (CF, art. 7º, XVIII c/c Lei nº 11.770/2008). II. Redução da jornada de trabalho em 50% por período de 120 dias, em substituição à prorrogação da licença-maternidade (Lei nº 11.770/2008, art. 1º-A). III. Repouso remunerado de quatro semanas em caso de aborto espontâneo, sendo garantido o retorno à função (CLT, art. 395). IV. Prioridade em vagas no teletrabalho, trabalho remoto ou à distância e na adoção de jornada de trabalho diferenciada, para empregadas e empregados com filho, enteado ou criança sob guarda judicial com até seis anos sem limite de idade (Lei nº 14.457/2022, art. 7º). Estão corretos

  • A)I, II, III e IV.
  • B)I, II e III, somente.
  • C)I, II e IV, somente.
  • D)I, III e IV, somente.
  • E)I e II, somente.
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Resposta correta: E

A proteção à maternidade inclui licença-maternidade de 120 dias, possibilidade de prorrogação no Programa Empresa Cidadã e alternativa de redução de jornada em 50% por 120 dias. Em aborto não criminoso, a CLT assegura duas semanas de repouso, não quatro; e a prioridade no teletrabalho tem regras etárias específicas.

Questão 5

Em relação ao banco de horas e o sistema de compensação e a legislação vigente, é CORRETO afirmar:

  • A)É ilícito o regime de compensação de jornada estabelecido por acordo individual tácito, sendo necessário observar a forma escrita, para a compensação no mesmo mês.
  • B)Na hipótese de rescisão do contrato de trabalho sem que tenha havido a compensação integral da jornada extraordinária, o trabalhador não terá direito ao pagamento das horas extras não compensadas.
  • C)O banco de horas poderá ser pactuado por acordo individual escrito, desde que a compensação ocorra no período máximo de doze meses.
  • D)O não atendimento das exigências legais para compensação de jornada, inclusive quando estabelecida mediante acordo tácito, implica a repetição do pagamento das horas excedentes à jornada normal diária acrescido do respectivo adicional.
  • E)Poderá ser dispensado o acréscimo de salário se, por força de acordo ou convenção coletiva de trabalho, o excesso de horas em um dia for compensado pela correspondente diminuição em outro dia, de maneira que não exceda, no período máximo de um ano, a soma das jornadas semanais de trabalho previstas, nem seja ultrapassado o limite máximo de dez horas diárias.
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Resposta correta: E

A lógica do banco de horas é simples: em vez de pagar hora extra na hora, as horas feitas a mais podem ser compensadas com folgas ou redução de jornada depois. A CLT permite isso, mas com regras bem amarradas, porque Direito do Trabalho gosta de um prazo e de um limite para tudo. No banco de horas instituído por acordo ou convenção coletiva, a compensação pode ocorrer em até 1 ano, e a jornada diária não pode passar de 10 horas. Isso está no art. 59 da CLT. Por isso a alternativa E está correta: quando houver acordo ou convenção coletiva, o excesso de horas em um dia pode ser compensado em outro, sem acréscimo de salário, desde que respeitados o prazo máximo de 1 ano e o limite de 10 horas diárias. Em outras palavras: trabalhou mais hoje, compensa depois, mas sem transformar a semana num maratona sem fim. Vale lembrar que a CLT também prevê hipóteses de compensação por acordo individual, mas com limites menores. O banco de horas por acordo individual escrito admite compensação em até 6 meses; se a compensação ocorrer no mesmo mês, pode até ser por acordo tácito ou escrito. Por isso, a banca costuma misturar prazos e formas de pactuação para testar se você confunde acordo individual com acordo coletivo. Em resumo: na questão, a frase da letra E reproduz a regra legal do banco de horas coletivo. As demais alternativas embaralham forma, prazo ou consequência jurídica da compensação.

Questão 6

Em relação ao sistema de compensação de jornada, observada a legislação vigente, é INCORRETO afirmar:

  • A)A prestação de horas extras habituais não descaracteriza o acordo de compensação de jornada e o banco de horas.
  • B)É lícito o regime de compensação de jornada estabelecido por acordo individual, tácito ou escrito, para a compensação no mesmo mês.
  • C)O banco de horas poderá ser pactuado por acordo individual escrito, desde que a compensação ocorra no período máximo de doze meses.
  • D)O não atendimento das exigências legais para compensação de jornada, inclusive quando estabelecida mediante acordo tácito, não implica a repetição do pagamento das horas excedentes à jornada normal diária, se não ultrapassada a duração máxima semanal, sendo devido apenas o respectivo adicional.
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Resposta correta: C

A compensação de jornada é o jeito trabalhista de dizer: hoje você trabalha um pouco mais, depois folga ou reduz em outro dia. A CLT admite essa lógica, mas impõe regras diferentes conforme o tipo de ajuste. Depois da Reforma Trabalhista, ficou mais fácil usar acordo individual em algumas hipóteses, e o tema passou a depender bastante do prazo de compensação e da forma de pactuação. O ponto central aqui é diferenciar o acordo de compensação simples do banco de horas. No regime de compensação no mesmo mês, a CLT permite ajuste por acordo individual tácito ou escrito. Já o banco de horas é mais exigente: pode ser pactuado por acordo individual escrito, mas a compensação deve ocorrer em até 6 meses; se houver negociação coletiva, o prazo pode chegar a 1 ano. Isso está no art. 59, § 5º e § 6º, da CLT. Por isso, a alternativa C está incorreta. Ela mistura as regras e afirma que o banco de horas por acordo individual escrito pode ter compensação em até 12 meses, quando, na verdade, esse prazo de 12 meses é reservado ao instrumento coletivo. Em prova, essa troca de prazos é uma armadilha clássica da FUMARC. Vale lembrar ainda que a CLT, no art. 59-B, diz que a prestação habitual de horas extras não descaracteriza o acordo de compensação nem o banco de horas. Ou seja, a mera habitualidade, por si só, não derruba o sistema. A lei tenta evitar que o excesso de trabalho vire um "pegadinha-trator" contra o empregador em qualquer situação.

Questão 7

Sobre a jornada de trabalho, é CORRETO afirmar:

  • A)A jornada de trabalho é de livre pactuação entre o empregador e o empregado.
  • B)A jornada de trabalho é de livre pactuação entre organizações sindicais.
  • C)É direito do trabalhador a jornada de trabalho normal não superior a oito horas diárias, e quarenta e quatro semanais.
  • D)É permitida a compensação de horários e a redução da jornada, independente de acordo ou convenção coletiva de trabalho.
  • E)É vedada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.
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Resposta correta: C

A jornada de trabalho, em regra, não é algo que possa ser combinado livremente sem limites, porque a Constituição fixa um padrão mínimo de proteção ao trabalhador. O art. 7º, XIII, da CF/88 garante jornada normal não superior a 8 horas diárias e 44 semanais, admitindo compensação de horários e redução da jornada por acordo ou convenção coletiva. Então, existe liberdade de negociação, mas ela vem com freio constitucional e, em várias situações, com exigência de negociação coletiva. Por isso, a alternativa correta é a letra C. Ela reproduz exatamente o texto constitucional sobre a jornada normal. Em prova, a banca gosta de trocar um detalhe: às vezes ela tenta fazer você achar que a jornada é totalmente livre entre empregado e empregador, quando na verdade a lei e a Constituição impõem limites. Além disso, o tema conversa com a lógica da proteção ao trabalho: a jornada não serve só para organizar o expediente, mas também para preservar saúde, descanso e dignidade. Em Direito do Trabalho, o princípio é sempre esse: liberdade contratual existe, mas não pode atropelar a norma de proteção. O art. 59 da CLT também trata da compensação e do banco de horas, reforçando que não é algo feito no improviso.

Questão 8

João Roberto realizava a troca de seu uniforme, no início e ao final da jornada, por determinação de seu empregador. Gastava 14 minutos por dia para a realização dessa atividade - 07 minutos no início e 07 minutos ao final, que nunca foram contabilizados na jornada de trabalho. Ao questionar e provar esta situação na demanda trabalhista ajuizada em face de seu antigo empregador, são devidos a João Roberto, conforme legislação vigente e entendimento sumulado:

  • A)04 minutos por dia, de horas extras, com os devidos reflexos, considerando que os 05 minutos antecedentes e os 05 minutos posteriores da jornada não serão descontados nem computadas como jornada extraordinária.
  • B)04 minutos por dia, de indenização, considerando que os 05 minutos antecedentes e os 05 minutos posteriores da jornada não serão descontados nem computados como jornada extraordinária.
  • C)14 minutos, por dia, de indenização pelo tempo não contabilizado na jornada.
  • D)14 minutos, por dia, de horas extras, com os devidos reflexos, considerando a totalidade do tempo de atividade realizada pelo autor.
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Resposta correta: D

Quando o empregador determina que voce troque o uniforme no inicio e no fim da jornada, esse tempo nao vira um “bonus invisivel”: ele integra a jornada, porque voce esta a disposicao da empresa. Pela regra do art. 4 da CLT, tempo em que o empregado presta servicos ou fica aguardando ordens conta como tempo de servico. E a ideia aparece tambem na jurisprudencia do TST sobre o tema. A sacada aqui esta na tolerancia de poucos minutos. A Sumula 366 do TST diz que pequenas variacoes de horario de ate 5 minutos antes e 5 minutos depois, limitadas a 10 minutos diarios, nao sao descontadas nem computadas como hora extra. Mas esse “perdao” vale para microvariações de registro, nao para afastar tempo efetivo imposto pelo empregador em atividade obrigatoria. No enunciado, o trabalhador gastava 14 minutos por dia por determinacao patronal, 7 minutos no inicio e 7 no final. Como o total ultrapassa o limite de tolerancia sumulada, todo esse periodo deve ser remunerado como tempo de servico, com os devidos reflexos trabalhistas. Ou seja, nada de cortar para 4 minutos ou transformar em mera indenizacao: trata-se de horas extras. Por isso, o gabarito correto e a alternativa D. O tempo total da troca de uniforme, por ser imposto pelo empregador e exceder a tolerancia diaria, entra na jornada e gera pagamento como horas extras, com reflexos.

Questão 9

No que se refere à duração do trabalho, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta: I – A duração normal do trabalho, para os empregados em qualquer atividade privada, não excederá 8 (oito) horas diárias em hipótese alguma. II – O tempo gasto pelo empregado para se dirigir de sua residência ao trabalho é computado na jornada de trabalho. III – As horas suplementares à duração do trabalho semanal normal serão pagas com o acréscimo de 50% (cinquenta por cento) sobre o salário-hora normal.

  • A)Apenas o item I é verdadeiro.
  • B)Apenas o item II é verdadeiro.
  • C)Apenas o item III é verdadeiro.
  • D)Apenas os itens I e II são verdadeiros.
  • E)Todos os itens são verdadeiros.
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Resposta correta: C

A duração do trabalho é um tema clássico de CLT e adora uma pegadinha. A regra geral está no art. 58 da CLT: a jornada normal não pode ultrapassar 8 horas diárias e 44 semanais, salvo hipóteses legais específicas. Então, dizer que isso vale “em hipótese alguma” deixa a afirmação errada, porque o sistema admite exceções e formas de compensação previstas em lei. Outro ponto importante: o tempo de deslocamento de casa até o trabalho, em regra, não integra a jornada. Antes da Reforma Trabalhista, havia a figura das horas in itinere em situações específicas, mas isso foi alterado. Hoje, o deslocamento residencial-trabalho não é computado como tempo à disposição do empregador, conforme a lógica do art. 4º da CLT após a Lei 13.467/2017. Já as horas suplementares, isto é, as horas extras, devem ser pagas com adicional mínimo de 50% sobre o valor da hora normal, nos termos do art. 59 da CLT e do art. 7º, XVI, da Constituição. Aqui a banca acertou em cheio: essa afirmação está correta. Por isso, o gabarito é a alternativa C, porque apenas o item III está verdadeiro. Os itens I e II trazem afirmações absolutas ou desatualizadas, e em Direito do Trabalho esse tipo de palavra costuma ser a sirene da questão.

Questão 10

Ainda no que se refere à jornada de trabalho, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta: I – Entre duas jornadas de trabalho haverá um período mínimo de 11 horas consecutivas para descanso. II – Os intervalos de descanso serão computados na duração do trabalho. III – A hora do trabalho noturno será computada como de 55 minutos e 20 segundos.

  • A)Apenas o item I é verdadeiro.
  • B)Apenas o item II é verdadeiro.
  • C)Apenas o item III é verdadeiro.
  • D)Apenas os itens II e III são verdadeiros.
  • E)Todos os itens são verdadeiros.
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Resposta correta: A

A jornada de trabalho tem algumas regras clássicas que a banca adora misturar para ver se voce tropeça no detalhe. A primeira delas é o descanso entre jornadas: a CLT, no art. 66, garante um intervalo mínimo de 11 horas consecutivas entre o fim de uma jornada e o início da outra. Esse item está certinho. Já os intervalos de descanso, em regra, não entram na duração do trabalho. Ou seja, o tempo de intervalo intrajornada não é computado como jornada, conforme a lógica do art. 71 da CLT. Então o item II está errado. E a hora noturna urbana também costuma render pegadinha: ela não tem 55 minutos e 20 segundos. A CLT, no art. 73, §1º, determina que a hora noturna corresponde a 52 minutos e 30 segundos. Portanto, o item III também está errado. Resumo da ópera: só o item I é verdadeiro, e por isso o gabarito é a alternativa A.

Perguntas frequentes

Este quiz de Jornada de Trabalho é gratuito?

Sim. As 10 questões são gratuitas, com gabarito e microaula (explicação) em cada uma.

As questões de Jornada de Trabalho são reais de concurso?

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