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Questões de Raciocínio Lógico VUNESP: comentadas e grátis

Pratique questões de Raciocínio Lógico da banca VUNESP, comentadas e de graça, para concursos e OAB. Gabarito e explicação em cada questão.

10 questões comentadas · grátis

Questão 1

Em um concurso para os cargos A, B e C, sabe-se que, para o cargo A, o número de vagas é 6 unidades maior que o dobro do número de vagas para o cargo B, e o número de vagas para o cargo C é 1 unidade menor que a metade do número de vagas para o cargo A. Sendo assim, é correto afirmar que o número de vagas para o cargo B, em relação ao número de vagas para o cargo C, é

  • A)maior em 3 unidades.
  • B)maior em 2 unidades.
  • C)maior em 1 unidade.
  • D)menor em 2 unidades.
  • E)menor em 3 unidades.
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Resposta correta: D

Quando a questão traz relações entre quantidades, o primeiro passo é transformar tudo em uma equação. Aqui, você pode chamar o número de vagas do cargo B de b. Assim, o cargo A fica 2b + 6, porque ele é 6 unidades maior que o dobro de B. Depois, usa-se a segunda informação: o cargo C é 1 unidade menor que a metade de A. Então C = (2b + 6)/2 - 1, o que simplifica para C = b + 2. Pronto: B = b e C = b + 2. Comparando os dois, você vê que o número de vagas de B é 2 unidades menor que o de C. Esse é o tipo de conta que a VUNESP adora: pouca frase, muita tradução para álgebra. Então, o gabarito correto é a alternativa D, porque B fica 2 abaixo de C.

Questão 2

A sequência dos números 7, 10, 14, 16, 19, 23, 25, 28, 32, 34, 37,... foi criada com um padrão lógico. Sabe-se que o 18º termo da sequência é o número 59 e que o 34º termo da sequência é o número 106. A diferença entre o 39º termo e o 16º termo da sequência é

  • A)68.
  • B)70.
  • C)75.
  • D)76.
  • E)79.
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Resposta correta: B

Aqui a sacada é perceber que a sequência não cresce de 1 em 1, e sim em blocos de 3 termos. Observe os termos: 7, 10, 14, 16, 19, 23, 25, 28, 32... Eles formam três sequências intercaladas: 7, 16, 25, 34, 43...; 10, 19, 28, 37, 46...; e 14, 23, 32, 41, 50.... Em cada uma delas, o salto é sempre de 9 a cada 3 posições. Então, para achar o 16º termo, você identifica que 16 está na primeira posição do bloco: 7, 16, 25, 34... Logo, o 16º termo é 52. Já o 39º termo cai na terceira posição do bloco: 14, 23, 32, 41, 50, 59, 68, 77, 86, 95, 104, 113, 122. Portanto, o 39º termo é 122. Agora é só fazer a diferença: 122 - 52 = 70. É uma questão clássica de reconhecer o padrão oculto e não cair na tentação de somar os termos como se a sequência fosse uma progressão aritmética única. Resposta: alternativa B.

Questão 3

Considere falsidade a seguinte afirmação: “Se Marta é psicóloga e feliz, então Carlos é médico ou advogado.” Com base nas informações apresentadas, é verdade que

  • A)Carlos não é advogado e Marta não é psicóloga.
  • B)Marta não é feliz e Carlos não é advogado.
  • C)Carlos não é médico e Marta é psicóloga.
  • D)Marta não é psicóloga e Carlos não é médico.
  • E)Marta é feliz e Carlos é advogado.
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Resposta correta: C

Aqui a ideia central é a negação de uma condicional. A frase original diz: “Se Marta é psicóloga e feliz, então Carlos é médico ou advogado.” Quando uma proposição do tipo “Se P, então Q” é falsa, acontece uma situação bem específica: o antecedente P é verdadeiro e o consequente Q é falso. Isso é a regra clássica da tabela-verdade da implicação, muito cobrada pela VUNESP. Então vamos traduzir. O antecedente é “Marta é psicóloga e feliz”, logo Marta é psicóloga e Marta é feliz. O consequente é “Carlos é médico ou advogado”, e para esse “ou” ser falso, as duas partes precisam ser falsas ao mesmo tempo: Carlos não é médico e Carlos não é advogado. Juntando tudo, sabemos que Marta é psicóloga, Marta é feliz, Carlos não é médico e Carlos não é advogado. A alternativa que bate com essa conclusão é a C, porque afirma exatamente que Carlos não é médico e Marta é psicóloga. Ela está correta porque esses dois pedaços são garantidos pela falsidade da condicional. Resumo de prova: condicional falsa = antecedente verdadeiro + consequente falso. E consequente com “ou” falso vira os dois falsos. Essa é a receita que salva muita questão de lógica.

Questão 4

Se eu trabalhar, então ficarei cansado. Se eu descansar, então ficarei disposto. Não estou cansado e não estou disposto. Logo, eu

  • A)apenas não trabalhei.
  • B)não trabalhei e não descansei.
  • C)apenas não descansei.
  • D)não descansei ou não trabalhei.
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Resposta correta: B

Aqui a ideia é transformar frases em lógica simples, quase como montar um dominó: uma afirmação puxa a outra. "Se eu trabalhar, então ficarei cansado" pode ser lida como W -> C, e "Se eu descansar, então ficarei disposto" como R -> D. O enunciado ainda informa "não estou cansado e não estou disposto", ou seja, ¬C e ¬D. Quando uma consequência é negada, você pode concluir que a condição anterior não ocorreu, porque se tivesse ocorrido, a consequência teria de aparecer. Então, de ¬C, pela primeira frase, concluímos ¬W: se trabalhasse, estaria cansado; como não está cansado, não trabalhou. Do mesmo jeito, de ¬D, pela segunda frase, concluímos ¬R: se descansasse, estaria disposto; como não está disposto, não descansou. Juntando as duas conclusões, fica "não trabalhei e não descansei". É exatamente isso que torna o gabarito B correto. Em linguagem de lógica, isso é a aplicação do modus tollens: se P -> Q e ¬Q, então ¬P. As questões da VUNESP adoram esse formato porque parecem conversa do dia a dia, mas cobram a leitura certinha das implicações. Resumindo sem drama: cansado negado derruba o trabalho, disposto negado derruba o descanso. Sobrou a alternativa que reúne as duas negações.

Questão 5

Se Débora não é formada em Arquitetura, ou Marcelo não é formado em Matemática, então Sérgio é engenheiro. Se Marta é advogada, então Débora não é formada em Arquitetura. Sabendo-se que Sérgio não é engenheiro, é correto afirmar que

  • A)Marta não é advogada, e Débora é formada em arquitetura.
  • B)Marta é advogada, e Débora é formada em arquitetura.
  • C)Marcelo não é formado em Matemática, e Débora é formada em arquitetura.
  • D)Débora não é formada em arquitetura, e Marcelo não é formado em Matemática.
  • E)Marta é advogada, e Marcelo não é formado em Matemática.
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Resposta correta: A

Nesta questão, a chave é tratar cada frase como uma proposição e usar a ideia de implicação: se a condição da esquerda aparece, a conclusão da direita precisa ser verdadeira. Aqui temos: P = "Débora não é formada em Arquitetura", Q = "Marcelo não é formado em Matemática", R = "Sérgio é engenheiro", e S = "Marta é advogada". A primeira frase vira (P ou Q) -> R, e a segunda, S -> P. Como o enunciado diz que Sérgio não é engenheiro, isto é, ¬R, a primeira implicação só pode continuar verdadeira se o antecedente (P ou Q) for falso. E quando uma disjunção é falsa, os dois pedaços precisam ser falsos: ¬P e ¬Q. Traduzindo: Débora é formada em Arquitetura, e Marcelo é formado em Matemática. Agora olhe a segunda frase: S -> P. Como já descobrimos que P é falso, não pode acontecer S verdadeiro, porque aí a implicação quebraria. Então S também é falso, ou seja, Marta não é advogada. Juntando as duas conclusões, temos: Marta não é advogada, e Débora é formada em Arquitetura. Isso é exatamente o que diz a alternativa A. Em prova, o truque é lembrar: implicação só é falsa quando a condição é verdadeira e a conclusão é falsa; fora isso, ela se mantém de pé como um pato teimoso.

Questão 6

Um grupo de seis pessoas passou por uma bateria de testes para verificação se eram ou não eram qualificadas para exercer determinada função em uma empresa. Algumas informações sobre os resultados dos testes são dadas a seguir e expressas da seguinte forma: ‘é’, que significará ser qualificada ou qualificado ou na forma ‘não é’ que significará não ser qualificada ou não ser qualificado. Considere que as seguintes afirmações são verdadeiras: I. Se André é, então Bruna é. II. Cleusa é ou Davi é. III. Ou Elton é ou Fabiana não é. IV. Bruna não é. V. Cleusa não é. VI. Fabiana é. A partir dessas informações é logicamente verdadeiro afirmar que:

  • A)Se Elton é, então Cleusa é.
  • B)Bruna não é e Davi não é.
  • C)Se Fabiana é, então André é.
  • D)Davi não é ou André é.
  • E)André não é ou Elton não é.
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Resposta correta: E

Aqui a ideia é trabalhar com proposições simples e com as regras mais clássicas de inferência: se uma implicação é verdadeira e o consequente cai, o antecedente cai junto. É o famoso modus tollens, que aparece muito em questões da VUNESP: "Se A então B" e "não B", logo "não A". Sem drama, sem mistério, só lógica bem aplicada. No enunciado, a frase I diz: se André é, então Bruna é. A frase IV informa que Bruna não é. Então, pela regra do modus tollens, André não é. Esse é o ponto-chave da questão. Já a frase VI diz que Fabiana é, e a III afirma: ou Elton é ou Fabiana não é. Como Fabiana é, a parte "Fabiana não é" é falsa, então sobra Elton é. As frases II e V levam a Cleusa é e, por consequência, Davi é, mas isso não é nem necessário para resolver o item. Agora compare com a alternativa E: "André não é ou Elton não é." Em lógica, uma disjunção é verdadeira se pelo menos uma das partes for verdadeira. Como já concluímos que André não é, a alternativa E fica verdadeira automaticamente. Simples assim: uma das peças já encaixou, então a porta lógica se abre. Em resumo, a banca quer ver se você identifica a consequência inevitável das premissas, sem se prender ao excesso de informação. A alternativa correta é a que continua verdadeira com base nas inferências obrigatórias do texto.

Questão 7

Considere a seguinte afirmação: Ou Flávio é funcionário público ou Flávio é funcionário de empresa privada. Assinale a alternativa que contém uma negação lógica para a afirmação apresentada.

  • A)Ou Flávio não é funcionário público ou Flávio não é funcionário de empresa privada.
  • B)Flávio é funcionário de empresa privada se, e somente se, ele é funcionário público.
  • C)Se Flávio é funcionário público, então ele é funcionário de empresa privada.
  • D)Flávio é funcionário de empresa privada e é funcionário público.
  • E)Flávio é funcionário público ou é funcionário de empresa privada.
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Resposta correta: B

Em lógica, a palavra "ou" pode aparecer de dois jeitos: inclusiva, quando basta uma das afirmações ser verdadeira, e exclusiva, quando as duas não podem ocorrer ao mesmo tempo. Em questões de concurso, a banca muitas vezes usa a estrutura "ou...ou..." para indicar exclusão. Aí a negação não é simplesmente trocar por "não" em cada parte, mas inverter a ideia completa da frase. Se a afirmação diz que Flávio é funcionário público ou é funcionário de empresa privada, a negação, nesse contexto, é dizer que ele é uma coisa se, e somente se, for a outra, isto é, as duas condições passam a estar ligadas de forma equivalente. Em termos lógicos, a negação de uma disjunção exclusiva cai na equivalência (bicondicional). Por isso a alternativa B está correta: "Flávio é funcionário de empresa privada se, e somente se, ele é funcionário público." Isso expressa exatamente a negação da ideia de escolha entre duas possibilidades opostas. Se uma for verdadeira, a outra também deve ser, o que contraria a afirmação original de exclusão. A dica de ouro é: antes de marcar, veja se o "ou" da frase está sendo usado como simples inclusão ou como exclusão. Em prova, essa leitura muda tudo. É a clássica pegadinha da VUNESP: uma palavrinha pequena, mas com efeito de novela.

Questão 8

Se a fiscalização é feita corretamente e as auditorias são consistentes, então os munícipes estão satisfeitos. Sabendo-se que os munícipes não estão satisfeitos, conclui-se corretamente que

  • A)a fiscalização foi feita corretamente ou as auditorias foram consistentes.
  • B)a fiscalização foi feita corretamente, mas as auditorias não foram consistentes.
  • C)a fiscalização não foi feita corretamente, mas as auditorias foram consistentes.
  • D)a fiscalização não foi feita corretamente e as auditorias não foram consistentes.
  • E)a fiscalização não foi feita corretamente ou as auditorias não foram consistentes.
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Resposta correta: E

Aqui a ideia central é a da condicional: "se P, então Q". Em prova, o jeito mais seguro de analisar é procurar a negação da consequência. Se a consequência não aconteceu, a condicional original não pode continuar de pé como verdadeira naquele cenário. É como dizer: se chover, a rua molha; se a rua não molhou, então não dá para afirmar que choveu e tudo funcionou como prometido. Traduzindo o enunciado: se a fiscalização é feita corretamente e as auditorias são consistentes, então os munícipes estão satisfeitos. Em símbolos: (F e A) -> S. O dado informado é a negação da conclusão: não S. Pela regra da contraposição, temos que não S -> não(F e A), isto é, não F ou não A. É a famosa lei de De Morgan batendo na porta: negar uma conjunção vira uma disjunção de negações. Por isso o gabarito é a letra E. Se os munícipes não estão satisfeitos, conclui-se que pelo menos uma das condições do antecedente falhou: a fiscalização não foi feita corretamente ou as auditorias não foram consistentes. Repare que a questão não autoriza afirmar as duas falhas ao mesmo tempo, apenas que uma delas, no mínimo, não ocorreu como deveria. Esse tipo de questão é muito comum em Raciocínio Lógico de concurso, especialmente em bancas como a VUNESP, que gosta de testar contraposição e De Morgan com cara de texto comum. Se você dominar a tradução do "se... então..." e a negação do "e", já sai na frente sem sofrer no exame de sobrevivência lógica.

Questão 9

Considere a seguinte afirmação: “Todos os envolvidos foram julgados ou aguardam julgamento, e o caso está sendo encerrado.” Uma negação lógica para a afirmação apresentada é:

  • A)Nenhum dos envolvidos foi julgado ou aguarda julgamento, e o caso não está sendo encerrado.
  • B)Existe envolvido que não foi julgado e não aguarda julgamento, ou o caso não está sendo encerrado.
  • C)Nenhum dos envolvidos foi julgado ou aguarda julgamento, ou o caso não está sendo encerrado.
  • D)Existe envolvido que não foi julgado e não aguarda julgamento, e o caso não está sendo encerrado.
  • E)Todos os envolvidos não foram julgados e não aguardam julgamento, e o caso não está sendo encerrado.
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Resposta correta: B

A frase original tem duas partes ligadas por "e": (1) "todos os envolvidos foram julgados ou aguardam julgamento" e (2) "o caso está sendo encerrado". Quando você nega uma frase assim, vale a lei de De Morgan: a negação de "P e Q" vira "não P ou não Q". Ou seja, basta uma das partes falhar para a afirmação inteira cair. Aqui, negar "todos os envolvidos foram julgados ou aguardam julgamento" significa dizer que existe pelo menos um envolvido que não foi julgado e não aguarda julgamento. Perceba o detalhe importante: "todos" negado vira "existe pelo menos um que não...". Esse é o ponto clássico de prova. Não é para transformar tudo em "nenhum" ou em "todos não" sem cuidado, porque isso costuma trocar o sentido lógico da frase. A banca gosta exatamente dessa virada do quantificador universal para o existencial. Já a segunda parte, "o caso está sendo encerrado", quando negada vira simplesmente "o caso não está sendo encerrado". Como a frase inteira estava unida por "e", a negação final precisa ser uma alternativa entre as duas negações. Por isso, a estrutura correta fica: existe envolvido que não foi julgado e não aguarda julgamento, ou o caso não está sendo encerrado. Então o gabarito B está correto porque aplica corretamente a negação de uma conjunção e também a negação do quantificador universal. Em resumo: negou o "todos", apareceu o "existe"; negou o "e", apareceu o "ou". Matemática do pensamento sem drama.

Questão 10

Na sequência numérica 1, 2, 3, 2, 3, 4, 3, 4, 5, 4, 5, 6, 5, ...., o primeiro elemento é o número 1. Mantida a regularidade da sequência, o centésimo quadragésimo quarto elemento da sequência é o número

  • A)47.
  • B)51.
  • C)48.
  • D)49.
  • E)50.
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Resposta correta: E

Essa sequência tem uma regularidade bem simpática: ela é formada por blocos de 3 termos. O primeiro bloco é 1, 2, 3; o segundo, 2, 3, 4; o terceiro, 3, 4, 5; e assim por diante. Ou seja, a cada novo bloco, tudo anda uma casa para frente. Perceba o padrão: no bloco de ordem 1, o último número é 3; no bloco de ordem 2, o último é 4; no de ordem 3, o último é 5. Em geral, se o bloco é o de número n, ele termina em n + 2. Como o 144º termo está no bloco 144 ÷ 3 = 48, ele é o 3º elemento desse bloco. Então pegamos 48 + 2, chegando a 50. É por isso que o gabarito é a alternativa E. Em provas da VUNESP, esse tipo de questão costuma premiar quem enxerga o agrupamento rápido e evita contar termo por termo, o que seria uma maratona desnecessária.

Perguntas frequentes

Este quiz de Raciocínio Lógico VUNESP é gratuito?

Sim. As 10 questões são gratuitas, com gabarito e microaula (explicação) em cada uma.

As questões de Raciocínio Lógico VUNESP são reais de concurso?

Sim. São questões reais de concursos públicos e da OAB, da banca VUNESP, selecionadas do acervo do furafila.

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A VUNESP desconta ponto por questão errada?

Não. Nas provas objetivas da VUNESP não há desconto por erro, então vale a pena responder todas as questões, inclusive as que você não tem certeza.

Quantas alternativas tem cada questão da VUNESP?

Em regra são cinco alternativas por questão de múltipla escolha, com apenas uma correta. Fique atento aos comandos que pedem a alternativa incorreta.

A VUNESP cobra lei seca ou doutrina?

O forte da banca é a literalidade da lei. Ela exige bem menos doutrina e jurisprudência do que outras bancas, então decorar o texto legal com seus prazos e exceções rende muitos pontos.

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