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Questões CESPE/CEBRASPE: grátis

Questões estilo CESPE comentadas. Certo e Errado, pegadinhas clássicas.

10 questões comentadas · grátis

Questão 1

Registrar loteamento não aprovado pelos órgãos competentes sujeita o agente à pena de

  • A)detenção e multa.
  • B)detenção apenas.
  • C)multa apenas.
  • D)reclusão e multa.
  • E)reclusão apenas.
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Resposta correta: A

A Lei 6.766/1979 trata o parcelamento do solo urbano com bastante rigor, porque aqui a ideia é evitar o famoso "cada um faz o que quer" na ocupação da cidade. Quando o agente registra loteamento sem a aprovação dos órgãos competentes, ele pratica infração penal prevista na própria lei de parcelamento do solo. O ponto central é lembrar que não basta existir um loteamento na prática: para ele ser válido, precisa passar pela aprovação administrativa exigida e, depois, pelo registro adequado. Se alguém tenta burlar essa etapa e leva o loteamento ao registro sem a aprovação necessária, a lei responde com sanção penal. Por isso, o gabarito é a letra A: a conduta sujeita o agente à pena de detenção e multa. É exatamente essa a previsão legal para o registro irregular de loteamento, o que diferencia esse caso de figuras mais graves da lei, que podem prever reclusão em outras hipóteses ligadas ao parcelamento clandestino. Em prova, vale sempre conferir a palavra-chave da conduta: "registrar" não é a mesma coisa que "dar início ao loteamento". A banca gosta de misturar essas situações para ver se você troca detenção por reclusão ou esquece a multa no caminho.

Questão 2

Decorridos cinco anos de cobrança do IPTU progressivo sem as providências legais pelo proprietário,

  • A)eventuais desapropriações com pagamentos em títulos terão poder liberatório para pagamento de tributos.
  • B)a notificação de inadimplência pelo Poder Executivo municipal deverá ser averbada no cartório de registro de imóveis.
  • C)o município poderá proceder à desapropriação do imóvel, sem indenização.
  • D)o município manterá a cobrança pela alíquota mínima, até que se cumpra a referida obrigação.
  • E)a transmissão do imóvel, por ato inter vivos ou causa mortis, cessará as obrigações de parcelamento, edificação ou utilização do solo urbano.
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Resposta correta: B

No Estatuto da Cidade, a ordem de medidas para imóvel urbano não edificado, subutilizado ou não utilizado e: notificacao para parcelar, edificar ou utilizar, IPTU progressivo no tempo e, após cinco anos sem cumprimento, possível desapropriacao com titulos da dívida pública. A notificacao inicial deve ser averbada na matricula do imóvel.

Questão 3

Em caso de preempção, poderá o município

  • A)exercer seu direito de preempção para execução de projetos de construção da sede da prefeitura.
  • B)desapropriar o imóvel urbano, caso a alienação para terceiro seja realizada em desconformidade com a proposta de venda.
  • C)criar espaços públicos de lazer e áreas verdes.
  • D)criar área de proteção cultural ou histórica, desde que autorizado pelo estado ou pela União.
  • E)exercer seu direito de compra do imóvel urbano mediante notificação ao proprietário, no prazo de um ano.
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Resposta correta: C

O direito de preempção é uma preferência do Município para comprar um imóvel urbano, quando ele for colocado à venda, desde que isso esteja previsto em lei municipal e no Plano Diretor ou em área delimitada para essa finalidade. A ideia é simples: antes de o particular vender para qualquer um, o Poder Público ganha a chance de comprar primeiro, para atender a interesses urbanísticos relevantes. O Estatuto da Cidade, no art. 26, traz um rol de finalidades para essa compra preferencial. Entre elas estão a criação de espaços públicos de lazer e de áreas verdes. É exatamente por isso que a alternativa C está correta: ela reproduz uma finalidade expressamente prevista em lei. Perceba que preempção não autoriza o Município a sair comprando imóvel por qualquer motivo, nem a desapropriar automaticamente se houver problema na venda. Também não depende de autorização do Estado ou da União, porque é uma competência urbanística municipal, exercida nos limites da lei local e da lei federal. Em resumo: preempção é o "primeiro da fila" para comprar imóvel urbano, e a lei diz para que essa compra pode servir. Se a finalidade é criar áreas verdes e lazer, você está exatamente dentro do Estatuto da Cidade.

Questão 4

De acordo com a legislação, para que haja loteamento, é necessário que

  • A)o lote integre a unidade imobiliária de condomínio de lotes.
  • B)o lote esteja devidamente registrado.
  • C)inexistam novas vias de circulação.
  • D)haja controle de acesso regulamentado.
  • E)os lotes sejam destinados à edificação.
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Resposta correta: E

Na Lei 6.766/1979, loteamento é a subdivisão de gleba em lotes destinados à edificação, com abertura de novas vias de circulação, logradouros públicos ou prolongamento, modificação ou ampliação das vias existentes. Ou seja, o foco da lei está em criar lotes para serem construídos, não em mera divisão formal de terreno. Por isso, a ideia central da questão aparece no próprio conceito legal: sem destinação dos lotes à edificação, você não está diante de loteamento nos termos da lei. Esse detalhe é clássico em prova, porque a banca gosta de trocar o conceito de loteamento por outras figuras urbanísticas parecidas. A Lei 6.766/1979, no art. 2º, deixa isso bem amarrado ao definir lote como o terreno servido de infraestrutura básica e destinado à edificação. Então, quando o enunciado fala em loteamento, o requisito essencial é justamente essa finalidade urbanística. Resumindo: loteamento não é só dividir terra como quem corta um bolo. É dividir com finalidade urbana, para que os lotes possam receber construção. Por isso, a alternativa correta é a que aponta a destinação à edificação.

Questão 5

Nos termos do Estatuto da Cidade, o instituto que confere ao poder público municipal preferência para aquisição de imóvel urbano objeto de alienação onerosa entre particulares é denominado

  • A)outorga onerosa do direito de construir.
  • B)direito de preempção.
  • C)servidão administrativa.
  • D)concessão do direito real de uso.
  • E)desapropriação.
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Resposta correta: B

O Estatuto da Cidade traz vários instrumentos para organizar o uso da propriedade urbana, e um deles serve para dar ao Município uma espécie de prioridade de compra. É o direito de preempção: quando o dono vai vender um imóvel urbano, o poder público municipal tem preferência para adquirir aquele bem, nas condições oferecidas a terceiros. A lógica é simples: se a área é estratégica para política urbana, o Município não precisa ficar de fora da negociação. Esse instituto está previsto no Estatuto da Cidade como instrumento de política urbana e é aplicado quando o Município deseja reservar áreas para finalidades como regularização fundiária, programas habitacionais, criação de espaços públicos e outros interesses urbanísticos. Ou seja, não é desapropriação nem imposição de uso, mas uma preferência legal de compra. Por isso o gabarito é a letra B. O nome técnico do instituto que confere ao poder público municipal preferência para aquisição de imóvel urbano objeto de alienação onerosa entre particulares é exatamente o direito de preempção. A Lei 10.257/2001 disciplina isso nos artigos 25 a 27. Resumo para guardar: se a questão falar em "preferência de compra do Município", pense imediatamente em preempção. Se falar em "poder de exigir do particular a transferência", aí o caminho seria outro. Aqui, a pista foi bem direta, quase com crachá na porta.

Questão 6

De acordo com o Estatuto da Cidade (Lei n.º 10.257/2001), o plano diretor é parte integrante do processo de planejamento municipal. Acerca desse assunto, assinale a opção correta.

  • A)As cidades com menos de cinquenta mil habitantes estão desobrigadas da aprovação de plano diretor.
  • B)Independentemente do porte da cidade, deverá ser elaborado um plano de transporte urbano integrado, compatível com o plano diretor.
  • C)Nas cidades inseridas na área de influência de empreendimentos com significativo impacto ambiental de âmbito regional, o plano diretor é dispensável.
  • D)As cidades integrantes de áreas de especial interesse turístico são obrigadas a ter plano diretor.
  • E)A lei municipal que instituir o plano diretor deverá ser revista, pelo menos, a cada quinze anos.
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Resposta correta: D

O plano diretor é o instrumento central do planejamento urbano municipal. Pelo Estatuto da Cidade, ele não é para todo e qualquer município automaticamente, mas para hipóteses legais específicas. A ideia é simples: onde a cidade cresce mais, tem mais pressão urbana ou exige ordenação especial, o plano diretor entra em cena para organizar uso do solo, expansão urbana e funções da cidade. A lei, no art. 41 da Lei 10.257/2001, torna o plano diretor obrigatório, por exemplo, para municípios com mais de 20 mil habitantes, integrantes de regiões metropolitanas, áreas de especial interesse turístico e áreas de influência de empreendimentos ou atividades com significativo impacto ambiental de âmbito regional ou nacional. Além disso, o art. 40 prevê revisão, pelo menos, a cada 10 anos, então cuidado com prazo inventado de 15 anos: a banca adora esse tipo de pegadinha. Por isso, a alternativa D está correta. As cidades integrantes de áreas de especial interesse turístico são, sim, obrigadas a ter plano diretor, exatamente por estarem em situação urbanística que exige ordenação e planejamento específicos. Em outras palavras: se a cidade virou destino turístico relevante, a lei exige mais organização, não menos.

Questão 7

Uma lei municipal outorgou a determinado município o direito de preempção, pelo prazo de um ano, sobre certa área onde havia imóveis particulares, com a finalidade de criar área de interesse ambiental. Paulo, proprietário de um dos imóveis existentes na área, interessou-se por uma proposta de compra feita por Pedro, no valor total de R$ 1 milhão. A proposta de Pedro foi a de que, desse montante, 40% do pagamento seria feito a Paulo em dinheiro, e 60%, por meio de permuta com outro imóvel de propriedade de Pedro, situado em área não abrangida pela referida lei municipal. Nesse contexto, Paulo notificou o município, a fim de cumprir as formalidades legais, para que este se pronunciasse sobre o direito de preempção. Considerando que, nessa situação hipotética, a referida lei cumpriu o devido processo legislativo, assinale a opção correta, com base no Estatuto da Cidade.

  • A)Havendo a renúncia expressa ao direito de preempção pelo município, Paulo poderá alienar o seu imóvel a Pedro por R$ 800 mil em dinheiro, desde que esse novo preço permaneça inferior ao valor da base de cálculo do IPTU.
  • B)Se o município não manifestar seu interesse pelo imóvel de Paulo no prazo de até trinta dias, Paulo estará autorizado a alienar o seu imóvel a Pedro nas condições da proposta apresentada.
  • C)Se o município manifestar interesse pelo imóvel de Paulo no prazo de trinta dias e, então, adquiri-lo, poderá destiná-lo ao ordenamento e direcionamento da expansão urbana do município.
  • D)O município poderá estender os efeitos do direito de preempção ao imóvel de Pedro dado em permuta, com base na mesma lei, caso este desista do negócio com Paulo.
  • E)Pedro, caso adquira o imóvel de Paulo, observando os preceitos legais, em alienação futura do mesmo imóvel que vier a ocorrer na vigência da lei municipal, estará desobrigado de novamente franquiar ao município novo direito de preempção.
Ver gabarito e explicação

Resposta correta: B

No direito de preempcao do Estatuto da Cidade, o proprietario deve notificar o município sobre proposta de alienação onerosa. Se o município não manifestar interesse em até 30 dias, o proprietario pode vender ao terceiro nas mesmas condições da proposta apresentada. Durante a vigência da lei municipal, a preferência continua valendo mesmo que haja alienacoes sucessivas.

Questão 8

Para que a propriedade urbana cumpra sua função social, faz-se necessário o atendimento de exigências fundamentais de ordenação da cidade expressas no plano diretor, respeitadas as diretrizes gerais previstas na política urbana, entre as quais se inclui

  • A)a intervenção urbana nas áreas ocupadas por comunidades de baixa renda mediante o estabelecimento de normas especiais de segregação populacional no uso e ocupação do solo e edificação, consideradas a situação socioeconômica da população e as normas ambientais.
  • B)a condição diferenciada para os agentes públicos e privados na promoção de empreendimentos e atividades relativos ao processo de urbanização, atendido o interesse social.
  • C)a simplificação da legislação de parcelamento, uso e ocupação do solo e das normas edilícias, com vistas a permitir a redução da ocupação irregular das populações de alta renda e a limitação na oferta dos lotes e unidades habitacionais para as classes C e D.
  • D)o estímulo à utilização, nos parcelamentos do solo e nas edificações urbanas, de sistemas operacionais, padrões construtivos e aportes tecnológicos que objetivem a redução do tamanho médio das unidades habitacionais.
  • E)a garantia de condições condignas de acessibilidade, utilização e conforto nas dependências internas das edificações urbanas, inclusive nas destinadas à moradia e ao serviço dos trabalhadores domésticos, observados requisitos mínimos de dimensionamento, ventilação, iluminação, ergonomia, privacidade e qualidade dos materiais empregados.
Ver gabarito e explicação

Resposta correta: E

A questão cobra as diretrizes gerais da política urbana no Estatuto da Cidade, que orientam o plano diretor e ajudam a dizer, na prática, o que significa a função social da propriedade urbana. Não basta o imóvel existir e pagar imposto: ele precisa atender às exigências fundamentais de ordenação da cidade previstas no plano diretor, sempre dentro das balizas da Lei 10.257/2001. Entre essas diretrizes, o Estatuto da Cidade traz a preocupação com o direito de construir e morar com dignidade. Por isso, é correta a alternativa que fala em garantir condições condignas de acessibilidade, utilização e conforto nas edificações urbanas, inclusive nas destinadas à moradia e ao serviço dos trabalhadores domésticos, com requisitos mínimos de dimensionamento, ventilação, iluminação, ergonomia, privacidade e qualidade dos materiais. Isso conversa diretamente com a ideia de cidade sustentável e de moradia adequada. Em termos práticos, a lei não quer apenas ocupar o solo urbano, mas permitir habitação com padrão mínimo de habitabilidade, segurança e dignidade. É uma leitura bem compatível com o art. 2º do Estatuto da Cidade, que lista as diretrizes da política urbana. As demais alternativas tentam parecer urbanísticas, mas trazem distorções claras, como segregação populacional, redução de ocupação irregular de populações de alta renda ou limitação de lotes para certas classes, o que não combina com a lógica da lei. Aqui, o CESPE gosta muito de trocar um princípio legítimo por uma formulação enviesada e quase caricata.

Questão 9

A respeito do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV), do parcelamento do solo urbano, da política urbana, da desapropriação, da proteção do patrimônio cultural, entre outros temas do direito urbanístico, julgue o item a seguir. Em se tratando de terrenos urbanos cujas condições geológicas não aconselhem a edificação, o parcelamento do solo dependerá de autorização específica do órgão municipal encarregado da urbanização.

  • C)Certo
  • E)Errado
Ver gabarito e explicação

Resposta correta: E

A Lei 6.766/1979 traz regras bem rígidas para o parcelamento do solo urbano, porque não basta “dividir o terreno e torcer para dar certo”. O loteamento e o desmembramento precisam respeitar condições mínimas de segurança, salubridade e ocupação urbana. Entre as vedações do art. 3, está justamente a hipótese de terrenos em que as condições geológicas não aconselhem a edificação. Em outras palavras: se o solo é inadequado para construir, a lei não trata isso como simples detalhe administrativo. É um problema de base, e a solução não é uma autorização rotineira do Município. Por isso, a afirmação está errada. O parcelamento não depende de autorização específica do órgão municipal encarregado da urbanização nessas condições; a lógica legal é impedir o parcelamento em área inadequada, salvo se houver a superação das exigências técnicas e legais cabíveis, conforme a disciplina urbanística aplicável. Esse é um ponto clássico de prova: a banca gosta de trocar uma vedação legal por uma suposta autorização administrativa. Aqui, a mensagem da lei é bem clara: terreno geologicamente impróprio não entra na fila do “depois a gente vê”.

Questão 10

Conforme dispõe o Estatuto da Cidade, o instrumento da política urbana que confere ao poder público municipal a preferência para a aquisição de imóvel urbano objeto de alienação onerosa entre particulares, observados os requisitos e finalidades legais, é denominado

  • A)desapropriação.
  • B)preempção.
  • C)tombamento.
  • D)transferência do direito de construir.
  • E)parcelamento, edificação ou utilização compulsórios.
Ver gabarito e explicação

Resposta correta: B

O Estatuto da Cidade (Lei 10.257/2001) traz vários instrumentos para organizar a política urbana, e alguns nomes parecem até iguais de tão parecidos - é aí que a banca gosta de testar sua atenção. Um deles é o direito de preempção, que funciona como uma preferência legal do Município para comprar um imóvel urbano quando ele for vendido onerosamente entre particulares, desde que estejam presentes os requisitos e finalidades previstos em lei. Em outras palavras, se o proprietário decidir vender, o Poder Público municipal pode entrar antes de terceiros na fila da compra, respeitando a legislação municipal específica e a destinação urbanística prevista. O fundamento está nos arts. 25 a 27 do Estatuto da Cidade, que tratam exatamente desse direito de preferência. Por isso, o gabarito é a letra B. Não se trata de desapropriação, porque aqui não há aquisição compulsória pelo Estado; também não é tombamento, que protege patrimônio cultural; nem transferência do direito de construir, que trata de potencial construtivo; e tampouco de parcelamento, edificação ou utilização compulsórios, que é medida voltada a combater imóvel ocioso. Resumo de prova: se a questão falar em preferência do Município na compra de imóvel urbano entre particulares, pense imediatamente em preempção. É aquele clássico caso em que a Prefeitura diz, com educação e lei na mão: "eu compro primeiro".

Perguntas frequentes

Este quiz de CESPE/CEBRASPE é gratuito?

Sim. As 10 questões são gratuitas, com gabarito e microaula (explicação) em cada uma.

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É líquida: um item errado anula um certo (fator 1:1) e, em alguns certames, são duas erradas para anular uma certa (2:1). Por isso o chute aleatório, na média, reduz a nota.

Quantos itens devo deixar em branco na Cebraspe?

Candidatos aprovados costumam deixar de 10% a 20% dos itens em branco, justamente os que seriam chute puro, para proteger a pontuação líquida.

A Cebraspe cobra decoreba ou entendimento?

Mais entendimento. Ela explora conceitos, exceções e aplicação prática, então estudar só palavra-chave não basta: é preciso saber quando a regra não vale.

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