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Questões de Psicologia CESPE/CEBRASPE: comentadas e grátis

Pratique questões de Psicologia da banca CESPE/CEBRASPE, comentadas e de graça, para concursos públicos. Gabarito e explicação em cada questão.

10 questões comentadas · grátis

Questão 1

No que se refere a avaliação psicológica e psicodiagnóstico, bem como a seus fundamentos, etapas e instrumentos, julgue o próximo item. Dois dos elementos que devem ser considerados na escolha da avaliação apropriada são o constructo e o formato de resposta.

  • C)Certo
  • E)Errado
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Resposta correta: C

Na avaliação psicológica, escolher o instrumento certo não é sair atirando no escuro. Você começa perguntando: qual é o constructo que quer medir? Por exemplo, ansiedade, atenção, personalidade, inteligência ou habilidades sociais. Cada constructo pede uma forma de avaliação mais adequada, porque nem tudo pode ser medido do mesmo jeito. Outro ponto importante é o formato de resposta do instrumento. Há testes de múltipla escolha, escalas Likert, respostas abertas, tarefas de desempenho, técnicas projetivas e assim por diante. O formato interfere diretamente no tipo de dado obtido, no tempo de aplicação, na interpretação e até na comparabilidade dos resultados. Por isso, a afirmação está correta: dois elementos que devem ser considerados na escolha da avaliação apropriada são justamente o constructo e o formato de resposta. Em termos práticos, você não escolhe um teste só porque ele é famoso ou bonito no manual. Você escolhe porque ele combina com o que quer avaliar e com a maneira como a pessoa vai responder. Esse raciocínio é bem alinhado com a lógica da Avaliação Psicológica e do psicodiagnóstico: primeiro define-se a demanda e o objetivo, depois selecionam-se os instrumentos com base na adequação teórica e técnica. É a velha regra do concurso e da clínica: instrumento bom é o que serve para aquela pergunta específica, não o que está na moda.

Questão 2

No campo de atuação da psicologia do esporte,

  • A)o esporte deve ser avaliado de maneira objetiva, para fins de intervenção, pois é um fenômeno diversificado e multifacetado.
  • B)nem toda manifestação esportiva é socialmente estruturada, já que, em alguns casos, os valores subjacentes da sociedade em que o esporte se manifesta precisariam ser considerados.
  • C)não cabe a iniciação esportiva de crianças ou a aprendizagem de habilidades motoras por elas.
  • D)não cabem questões referentes ao desenvolvimento da identidade do atleta.
  • E)cabe ao psicólogo do esporte a atribuição de colaborar para a adesão e a participação da população em geral em programas de atividades físicas.
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Resposta correta: E

A psicologia do esporte não fica restrita ao alto rendimento nem só ao atleta campeão. Ela também trabalha com motivação, adesão, hábitos saudáveis, treino, recuperação, convivência em equipe e até a relação da pessoa com a atividade física no dia a dia. Ou seja, o olhar do psicólogo do esporte pode ir muito além da quadra ou do estádio. No enunciado, a banca cobra exatamente essa visão ampliada. O psicólogo do esporte pode atuar para favorecer a participação da população em programas de atividade física, ajudando na adesão, na permanência e na construção de rotinas mais saudáveis. Isso conversa com a ideia de promoção de saúde e prevenção de sedentarismo, que são frentes muito valorizadas na área. Por isso o gabarito é a letra E. Ela está correta porque descreve uma atribuição compatível com o campo de atuação da psicologia do esporte: colaborar para que mais pessoas iniciem e mantenham a prática de atividades físicas. Não é um campo fechado apenas no rendimento esportivo, mas também na relação da pessoa com o movimento, com o corpo e com o contexto social do esporte. Em termos doutrinários, isso combina com a compreensão moderna da psicologia do esporte como área aplicada que atua tanto no desempenho quanto no bem-estar e na adesão à prática física.

Questão 3

Considerando o processo de adoecimento e a intervenção psicológica em equipes hospitalares, julgue o item subsequente. Uma pessoa com cardiopatia e transtorno de ansiedade generalizada apresenta risco aumentado para complicações cardíacas, porque a ansiedade envolve maior secreção de hormônios que afetam a função cardiovascular.

  • C)Certo
  • E)Errado
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Resposta correta: C

Em Psicologia da Saúde, voce precisa lembrar que o adoecimento não é só “do corpo”: fatores emocionais podem piorar sintomas e desfechos clínicos. No caso da ansiedade generalizada, o organismo fica mais ativado, com aumento de respostas de estresse que envolvem hormônios como adrenalina e cortisol, o que pode elevar frequência cardíaca, pressão arterial e sobrecarregar o sistema cardiovascular. Por isso, em uma pessoa que já tem cardiopatia, a ansiedade não é um detalhe secundário. Ela pode aumentar o risco de complicações, porque o coração já está vulnerável e passa a sofrer ainda mais com essa ativação fisiológica constante. Em linguagem simples: o corpo entra em “modo alerta” tempo demais, e o coração sente a conta. É exatamente essa lógica que sustenta o item. A afirmação está correta ao ligar ansiedade a maior secreção de hormônios que afetam a função cardiovascular e, com isso, a maior chance de complicações cardíacas em quem tem cardiopatia. Em prova, a banca costuma cobrar essa relação biopsicossocial do adoecimento: emoção, estresse e doença física interagem. Não precisa decorar medicina pesada, mas precisa reconhecer que a ansiedade pode agravar condições cardiovasculares por mecanismos fisiológicos bem conhecidos.

Questão 4

No que se refere aos fundamentos e às etapas da avaliação psicológica, julgue o item a seguir. Instrumentos de heterorrelato não se aplicam a casos de transtornos mentais.

  • C)Certo
  • E)Errado
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Resposta correta: E

A avaliação psicológica não se limita ao que a própria pessoa relata sobre si. Ela pode usar diferentes fontes de informação, como entrevista, observação, testes psicológicos, documentos e também o heterorrelato, que é o relato de terceiros como familiares, professores, cuidadores ou equipe de saúde. Isso é especialmente útil quando a pessoa tem pouca percepção sobre o próprio funcionamento, dificuldade de comunicação ou quando o contexto exige mais de uma fonte de dados. Por isso, dizer que instrumentos de heterorrelato não se aplicam a casos de transtornos mentais está errado. Na prática clínica e na avaliação psicológica, eles podem ser muito importantes nesses casos, porque ajudam a complementar o autorrelato e a entender melhor sintomas, comportamentos, prejuízos funcionais e mudanças ao longo do tempo. Em alguns quadros, o próprio paciente pode minimizar, negar ou não perceber sinais relevantes, e o olhar de terceiros vira uma peça valiosa do quebra-cabeça. A lógica da avaliação psicológica, de acordo com as referências técnicas e éticas da Psicologia no Brasil, é justamente integrar múltiplas evidências para sustentar conclusões mais seguras. O CFP, nas diretrizes de avaliação psicológica, reforça essa perspectiva multimétodo e multi-informante, sem restringir o uso de heterorrelato a um tipo específico de caso. Então, a banca quis testar se você cairia na armadilha de achar que transtorno mental só se avalia com o que a pessoa diz. Nada disso: em saúde mental, cruzar fontes costuma ser o caminho mais prudente. Por isso o item é errado.

Questão 5

No que se refere à avaliação psicológica, aos documentos produzidos pelo psicólogo e ao código de ética profissional, julgue o item que se segue. No processo de avaliação psicológica, as informações e os resultados devem ser condizentes com os objetivos do serviço psicológico.

  • C)Certo
  • E)Errado
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Resposta correta: C

Na avaliação psicológica, nada de sair escrevendo conclusões soltas ou informações “sobrando” no relatório. O psicólogo deve coletar, analisar e registrar apenas o que fizer sentido para a finalidade do atendimento, do exame ou da demanda apresentada. Em outras palavras: a informação precisa conversar com o objetivo do serviço psicológico, senão vira dado desconectado e pouco útil. Esse é um ponto bem cobrado porque a avaliação psicológica não existe no vácuo. Ela deve ser planejada e conduzida com foco na finalidade do trabalho, e os resultados também precisam ser compatíveis com essa finalidade. Isso aparece nas normas do CFP sobre avaliação psicológica e na lógica ética da profissão, que exige responsabilidade, pertinência e cuidado no uso das informações. Por isso, a frase da questão está correta: no processo de avaliação psicológica, as informações e os resultados devem ser condizentes com os objetivos do serviço psicológico. Se o objetivo é específico, o psicólogo não deve produzir conclusões genéricas, excessivas ou desconectadas da demanda. É o famoso “nem mais, nem menos”: só o que realmente atende ao propósito técnico e ético do serviço. Em concurso, guarde a ideia central: a avaliação psicológica é sempre orientada por objetivo, contexto e finalidade. O Código de Ética Profissional do Psicólogo também reforça o dever de fundamentar tecnicamente as intervenções e de preservar o uso adequado das informações produzidas.

Questão 6

Com relação a objetivos e níveis da saúde mental, julgue o item seguinte. Integram o processo de higiene mental: diagnóstico precoce, profilaxia e prevenção da doença mental, reabilitação e promoção de saúde na população.

  • C)Certo
  • E)Errado
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Resposta correta: C

A ideia de higiene mental vem da tradição da Saúde Mental em sentido amplo: não basta tratar a doença depois que ela aparece, é preciso atuar antes, durante e depois do adoecimento. Por isso, o processo inclui diagnóstico precoce, profilaxia e prevenção da doença mental, reabilitação e promoção de saúde na população. Perceba a lógica: diagnóstico precoce ajuda a identificar sinais iniciais, a profilaxia e a prevenção reduzem o risco de adoecimento, a reabilitação busca recuperar funcionalidade e inserção social, e a promoção de saúde amplia fatores protetivos e qualidade de vida. É o famoso trabalho em várias frentes, não apenas no consultório. No contexto da Psicologia da Saúde, essa visão é bem alinhada ao modelo biopsicossocial e às políticas públicas de saúde mental, que valorizam prevenção, cuidado contínuo e reinserção social, como se vê na lógica da Reforma Psiquiátrica e da Rede de Atenção Psicossocial. Então o item está correto porque descreve exatamente componentes clássicos da higiene mental.

Questão 7

De acordo com as abordagens teóricas em psicologia, julgue o item seguinte. Para Donald Winnicott, a vontade e o livre-arbítrio são constructos mentais não observáveis.

  • C)Certo
  • E)Errado
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Resposta correta: E

Donald Winnicott foi um psicanalista inglês muito ligado ao estudo do desenvolvimento emocional precoce, da relação mãe-bebê, do ambiente suficientemente bom, do holding, do self verdadeiro e do self falso. Ou seja, ele olhava menos para conceitos abstratos como “vontade” e “livre-arbítrio” e mais para como a personalidade vai se formando nas primeiras experiências de cuidado e vínculo. A frase da questão erra justamente ao atribuir a Winnicott a ideia de que vontade e livre-arbítrio seriam “constructos mentais não observáveis”. Essa formulação combina mais com um vocabulário filosófico ou com discussões gerais sobre construtos psicológicos, mas não resume a teoria winnicottiana. Em Winnicott, o foco é o desenvolvimento do self em interação com o ambiente, não uma teoria da vontade humana como eixo central. Por isso, o gabarito é E. A banca trocou o autor e colocou uma descrição genérica de algo não observável, como se isso fosse um ponto típico de Winnicott. Na prática, isso é uma isca clássica: parece “psicológico”, mas não bate com a doutrina do autor.

Questão 8

Alcides, com 35 anos de idade, apresenta quadro de ataxia, disartria, hiperacusia, nistagmo e taquicardia após uso de determinada substância. De acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-V), o quadro de Alcides é característico de intoxicação por

  • A)cannabis.
  • B)fenciclidina.
  • C)cafeína.
  • D)inalante.
  • E)opioide.
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Resposta correta: B

A questão cobra um quadro clássico de intoxicação por fenciclidina (PCP), também conhecida como "poeira de anjo". No DSM-5, a intoxicação por PCP pode aparecer com alterações neurológicas e autonômicas bem marcantes, como ataxia, disartria, nistagmo, hipertensão, taquicardia e hiperacusia. Em prova, quando você vê essa combinação meio "descoordenada + excitada", vale acender a luz vermelha do PCP. O ponto-chave é que a fenciclidina atua como antagonista do receptor NMDA, o que explica o rebaixamento/alteração perceptiva, a disfunção motora e os achados neurológicos. A banca costuma misturar com outras substâncias, mas aqui o conjunto ataxia + disartria + nistagmo + hiperacusia é muito sugestivo e praticamente entrega o diagnóstico. A hiperacusia é um detalhe que pesa bastante, porque aparece com frequência nas intoxicações por alucinógenos dissociativos, especialmente PCP. Já a taquicardia reforça o quadro de intoxicação aguda, mas não é o achado isolado que resolve a questão. O segredo é juntar os sinais e reconhecer o padrão. Então, pelo DSM-5, o quadro descrito é característico de intoxicação por fenciclidina. Se a prova quiser te confundir, ela vai colocar drogas que também alteram comportamento e consciência, mas com sintomas neurológicos menos típicos desse pacote clássico.

Questão 9

Acerca da psicopatologia, da temática do luto e do suicídio e de demandas específicas de intervenções psicológicas, assinale a opção correta.

  • A)O luto é um fenômeno complexo psicopatológico que exige intervenções psicoterápicas e, em muitos casos, ações medicamentosas.
  • B)Questões culturais e religiosas devem ser consideradas para fins diagnósticos, de intervenção e manejo do luto.
  • C)Constituem fatores de proteção para o suicídio ser do gênero masculino, ser casado e ter filhos.
  • D)Luto traumático, ou transtorno de estresse pós-traumático, refere-se a uma síndrome específica de luto complicado.
  • E)A evitação da temática da morte e o aumento do comprometimento com o trabalho são estratégias positivas no enfrentamento do luto por suicídio.
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Resposta correta: B

Na psicologia da saúde, luto não é sinônimo de doença. Ele é uma resposta humana esperada diante de perdas, com variações de intensidade, duração e forma de expressão conforme a pessoa, a cultura e o contexto da morte. Em geral, a atenção clínica serve para acolher, avaliar risco e intervir quando o sofrimento foge do curso esperado, mas isso não significa transformar todo luto em psicopatologia. E aqui entra o ponto central da questão: o luto não pode ser lido no vácuo cultural. Crenças religiosas, rituais, formas de despedida, tempo de recolhimento e até a maneira de falar sobre a morte mudam muito de grupo para grupo. Por isso, no manejo do luto, a avaliação diagnóstica e a intervenção precisam considerar o significado que a perda tem para aquela pessoa e para sua rede social. No tema suicídio, também é importante lembrar que não existe fator isolado que “proteja” ou “condene” alguém. O risco e a proteção são multifatoriais, envolvendo história pessoal, sofrimento psíquico, apoio social, vínculos, acesso a meios letais e outros elementos. E, em luto por suicídio, estratégias como evitar o tema da morte geralmente não ajudam, porque tendem a travar a elaboração da perda. Por isso, o gabarito é a letra B: questões culturais e religiosas devem sim ser consideradas para fins diagnósticos, de intervenção e manejo do luto. Essa é uma ideia bem alinhada com a prática clínica e com a abordagem biopsicossocial, que pede olhar para a pessoa inteira, e não só para o sintoma.

Questão 10

Crianças e adolescentes apresentam comportamentos considerados inadequados em diferentes situações e durante os diversos níveis de desenvolvimento. Com relação a esses comportamentos e aos diversos aspectos a eles relacionados, assinale a opção correta.

  • A)Crianças com potencial para desenvolver comportamento delinquente apresentam essa resposta desde o estágio pré-operacional do desenvolvimento previsto pela teoria piagetiana.
  • B)A delinquência decorre de condições biopsicossociais, por isso, a intervenção psicológica é mais adequada em níveis de recuperação, considerando-se que o aspecto biológico dificulta a prevenção inicial do comportamento delinquente.
  • C)A resposta de empatia depende da identificação do estado emocional do outro e só se manifesta a partir da adolescência, por isso, comportamentos hostis são comuns em pré-adolescentes.
  • D)Entre adolescentes delinquentes, o treinamento psicoterápico em respostas de empatia tem se mostrado eficaz na redução da delinquência.
  • E)Ambientes familiares disfuncionais podem favorecer o sofrimento emocional do adolescente, mas não estão associados ao comportamento delinquente.
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Resposta correta: D

Quando a questão fala em comportamento inadequado, delinquência e adolescência, ela está cobrando uma visão biopsicossocial: não existe uma causa única, e sim um conjunto de fatores individuais, familiares e sociais que podem aumentar ou reduzir o risco. Em concursos, isso costuma aparecer em forma de afirmações absolutas, mas a Psicologia do desenvolvimento não gosta de respostas simplistas como se todo adolescente agressivo já fosse um futuro delinquente ou como se a família não tivesse qualquer peso nisso. A delinquência juvenil pode estar associada a dificuldades de empatia, impulsividade, conflitos familiares, vínculos frágeis e ambientes com pouca proteção emocional. Por isso, intervenções que trabalhem habilidades socioemocionais, especialmente a empatia, podem ajudar bastante. A lógica é simples: se o jovem aprende a reconhecer o impacto do próprio comportamento no outro, cresce a chance de reduzir respostas agressivas e transgressoras. É exatamente por isso que a alternativa D está correta. Entre adolescentes com comportamento delinquente, o treinamento psicoterápico voltado para respostas de empatia tem mostrado eficácia na redução da delinquência, porque atua em um fator psicológico importante para o convívio social e para o controle de impulsos. A ideia não é “consertar” o jovem de forma mágica, mas ampliar recursos internos e vínculos mais saudáveis. As demais opções erram ao exagerar, generalizar ou negar fatores conhecidos. Em temas como esse, pense assim: desenvolvimento infantil e adolescente não segue roteiro de novela, com um único vilão. É sempre uma trama de fatores, e a intervenção psicológica pode ter papel preventivo e terapêutico ao mesmo tempo.

Perguntas frequentes

Este quiz de Psicologia CESPE/CEBRASPE é gratuito?

Sim. As 10 questões são gratuitas, com gabarito e microaula (explicação) em cada uma.

As questões de Psicologia CESPE/CEBRASPE são reais de concurso?

Sim. São questões reais de concursos públicos e da OAB, da banca CESPE/CEBRASPE, selecionadas do acervo do furafila.

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Como funciona a pontuação da Cebraspe?

É líquida: um item errado anula um certo (fator 1:1) e, em alguns certames, são duas erradas para anular uma certa (2:1). Por isso o chute aleatório, na média, reduz a nota.

Quantos itens devo deixar em branco na Cebraspe?

Candidatos aprovados costumam deixar de 10% a 20% dos itens em branco, justamente os que seriam chute puro, para proteger a pontuação líquida.

A Cebraspe cobra decoreba ou entendimento?

Mais entendimento. Ela explora conceitos, exceções e aplicação prática, então estudar só palavra-chave não basta: é preciso saber quando a regra não vale.

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