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Processo administrativo disciplinar (PAD)

Fases, comissão, prazos, ampla defesa.

10 questões comentadas · grátis

Questão 1

Ao tomar conhecimento de que o serviço público de transporte aquaviário concedido estava sendo prestado de forma inadequada, causando gravíssimos transtornos aos usuários, o ente público, na qualidade de poder concedente, instaurou regular processo administrativo de verificação da inadimplência da concessionária, assegurando-lhe o contraditório e a ampla defesa. Ao final do processo administrativo, restou efetivamente comprovada a inadimplência, e o poder concedente deseja extinguir a concessão por inexecução contratual. Qual é a modalidade de extinção da concessão a ser observada no caso narrado?

  • A)Encampação.
  • B)Caducidade.
  • C)Rescisão.
  • D)Anulação.
Ver gabarito e explicação

Resposta correta: B

Quando a concessão vai mal e a falha é da concessionária, o poder concedente pode extinguir o contrato por inexecução imputável à empresa. Nesse cenário, depois de processo administrativo com contraditório e ampla defesa, a forma correta de extinção é a caducidade. É exatamente o que o enunciado descreve: o serviço foi prestado de forma inadequada, a inadimplência foi apurada formalmente e o Estado quer encerrar a concessão por culpa da concessionária. A base legal está na Lei 8.987/1995, que trata das concessões de serviço público. A caducidade ocorre quando há inadimplemento da concessionária, após regular processo administrativo. Ou seja: não é uma decisão “porque o Estado quer”, nem uma invalidação do contrato desde a origem, mas uma sanção pela execução defeituosa da concessão. Vale separar isso de encampação: na encampação, o poder concedente retoma o serviço por motivo de interesse público, mediante lei autorizativa e indenização. Já na caducidade, o problema é o descumprimento da concessionária. A banca gosta muito de trocar essas figuras, então o segredo é olhar para a causa da extinção: interesse público = encampação; culpa da concessionária = caducidade. Resumo de prova: comprovada a inadimplência da concessionária em processo regular, com defesa assegurada, a extinção da concessão é por caducidade. Simples assim, sem drama administrativo desnecessário.

Questão 2

Determinado servidor público foi acusado de ter recebido vantagens indevidas valendo-se de seu cargo público, sendo denunciado à justiça criminal e instaurado, no âmbito administrativo, processo administrativo disciplinar por ter infringindo seu estatuto funcional pela mesma conduta. Ocorre que o servidor foi absolvido pelo Poder Judiciário em razão de ter ficado provada a inexistência do ato ilícito que lhe fora atribuído. Nessa situação, é correto afirmar que

  • A)a decisão absolutória não influirá na decisão administrativa do processo administrativo disciplinar, por serem independentes.
  • B)haverá repercussão no âmbito do processo administrativo disciplinar, não podendo a administração pública punir o servidor pelo fato decidido na esfera penal.
  • C)em nenhuma hipótese a decisão penal surtirá efeito na esfera administrativa, mesmo que a conduta praticada pelo servidor seja prevista como ilícito penal e ilícito administrativo.
  • D)a punição na instância administrativa nunca poderá ser anulada, caso tenha sido aplicada.
Ver gabarito e explicação

Resposta correta: B

Em regra, as esferas penal e administrativa são independentes. Isso significa que o servidor pode responder ao mesmo tempo no processo administrativo disciplinar e na ação penal, sem que uma anule automaticamente a outra. Parece confuso, mas é a lógica do sistema: cada instância apura consequências próprias do mesmo fato. Só que essa independência não é absoluta. Quando o Poder Judiciário absolve o servidor criminalmente porque ficou provada a inexistência do fato ou a negativa de autoria, essa conclusão faz coisa julgada e vincula a Administração. Em outras palavras, se a Justiça disse que o fato não existiu, não faz sentido a Administração punir o servidor pelo mesmo episódio. É exatamente o que acontece no enunciado: o servidor foi absolvido porque se provou a inexistência do ato ilícito atribuído a ele. Nessa hipótese, o processo administrativo disciplinar não pode manter punição baseada nesse mesmo fato. Esse é o entendimento consolidado na doutrina e na jurisprudência, inclusive com base na ideia de que a independência das instâncias cede diante da decisão penal absolutória sobre a própria materialidade ou autoria. Então, o gabarito é a letra B: a decisão penal repercute no âmbito administrativo, impedindo a punição pelo fato já afastado na esfera criminal.

Questão 3

O processo disciplinar é o instrumento destinado a apurar responsabilidade de servidor por infração praticada no exercício de suas atribuições, ou que tenha relação com as atribuições do cargo em que se encontre investido. Quanto ao processo administrativo disciplinar previsto no regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, é possível afirmar que

  • A)sempre que o ilícito praticado pelo servidor ensejar a imposição de penalidade de suspensão por mais de 15 (quinze) dias, será obrigatória a instauração de processo disciplinar.
  • B)como medida cautelar, e a fim de que o servidor não venha a influir na apuração da irregularidade, a autoridade instauradora do processo disciplinar deverá determinar o seu afastamento do exercício do cargo, pelo prazo de até 30 (trinta) dias.
  • C)da sindicância poderá resultar a instauração de processo disciplinar.
  • D)a instauração do processo disciplinar ocorre após a realização do inquérito administrativo.
  • E)quando o relatório da comissão contrariar as provas dos autos, a autoridade julgadora poderá, motivadamente, agravar a penalidade proposta e abrandá-la, sendo vedado, porém, que isente o servidor de responsabilidade.
Ver gabarito e explicação

Resposta correta: C

No regime da Lei 8.112/1990, o processo administrativo disciplinar (PAD) é o caminho formal para apurar falta funcional com maior gravidade. Ele serve para garantir apuração séria e, ao mesmo tempo, defesa do servidor, porque aqui não vale "resolver no grito". A lógica do procedimento é simples: primeiro pode haver uma investigação preliminar, como a sindicância, e dela podem sair três caminhos principais: arquivamento, aplicação de penalidade mais leve ou instauração de PAD. É por isso que a sindicância não é um beco sem saída; ela pode, sim, abrir a porta para o processo disciplinar. O gabarito é a letra C porque está de acordo com o art. 145 da Lei 8.112/1990, que prevê expressamente que da sindicância poderá resultar a instauração de processo disciplinar. Ou seja, a sindicância pode funcionar como etapa anterior e preparatória, sem impedir a abertura do PAD quando houver indícios suficientes. As demais alternativas tropeçam em detalhes clássicos da lei: prazo de afastamento cautelar, hipótese de instauração obrigatória e poderes da autoridade julgadora. Em concurso, esses detalhes são armadilhas favoritas, então vale decorar os números e a sequência do procedimento.

Questão 4

Com base na Lei n.º 9.784/1999, que trata de processos administrativos no âmbito da administração pública federal, julgue o item subsequente. Em regra, é irrenunciável a competência no âmbito dos processos administrativos, ressalvadas as hipóteses de delegação e de avocação legalmente admitidas.

  • C)Certo
  • E)Errado
Ver gabarito e explicação

Resposta correta: C

A Lei 9.784/1999 trata a competência no processo administrativo como regra geral de ordem pública: ela não fica ao gosto do servidor, nem pode ser simplesmente abandonada. Por isso, a ideia central é que a competência é irrenunciável, porque a Administração deve atuar dentro das atribuições que a lei definiu. Mas, como quase tudo no Direito Administrativo, existe uma válvula de escape. A própria lei admite exceções legais, especialmente a delegação e a avocação, desde que respeitados os requisitos do art. 11 e seguintes. Ou seja: a regra é manter a competência onde a lei colocou, mas a lei pode autorizar ajustes em situações específicas. É exatamente isso que o item cobrou. O art. 11 da Lei 9.784/1999 diz que a competência é irrenunciável e se exerce pelos órgãos administrativos a que foi atribuída como própria, salvo os casos de delegação e avocação legalmente admitidos. Então o gabarito C está correto porque reproduz a lógica legal quase palavra por palavra. Em prova, pense assim: competência administrativa não é uma peça de LEGO que você desmonta por vontade própria. Só se mexe quando a própria lei permite. Esse é o núcleo da questão.

Questão 5

Considerando os ditames previstos na Lei n° 9.784/99, que regula o Processo Administrativo no âmbito da Administração Pública Federal, assinale a alternativa incorreta.

  • A)É impedido de atuar em processo administrativo federal o servidor ou autoridade que tenha participado ou venha a participar como perito, testemunha ou representante, ou se tais situações ocorrem quanto ao cônjuge, companheiro ou parente e afins até o terceiro grau.
  • B)A decisão de recursos administrativos em um processo administrativo federal pode ser delegada à autoridade hierarquicamente inferior.
  • C)Os atos do processo administrativo federal não dependem de forma determinada, senão quando a lei expressamente a exigir.
  • D)O desatendimento da intimação no processo administrativo federal não importa o reconhecimento da verdade dos fatos, nem a renúncia do direito pelo administrado.
  • E)O interessado no processo administrativo poderá, mediante manifestação escrita, desistir total ou parcialmente do pedido formulado ou, ainda, renunciar a direitos disponíveis.
Ver gabarito e explicação

Resposta correta: B

A Lei 9.784/99 organiza o processo administrativo federal com uma lógica bem simples: o procedimento existe para dar segurança, participação e decisão correta, sem virar uma “burocracia de carimbo”. Por isso, ela traz regras sobre impedimentos, forma dos atos, intimações, recursos e também sobre desistência do interessado. Tudo isso aparece bastante em prova porque a banca gosta de trocar uma palavrinha e mudar o sentido inteiro. No ponto central da questão, a lei é bem direta: não podem ser objeto de delegação a edição de atos normativos, a decisão de recursos administrativos e as matérias de competência exclusiva. Isso está no art. 13 da Lei 9.784/99. Ou seja, o recurso administrativo deve ser decidido pela autoridade competente, e não repassado a autoridade hierarquicamente inferior. A lógica é preservar a revisão do ato por quem tem atribuição para isso. As demais alternativas reproduzem regras reais da lei: há impedimento quando o agente atuou como perito, testemunha ou representante, ou quando isso ocorre com parentes próximos; os atos não dependem de forma determinada, salvo exigência legal; e o desatendimento da intimação não gera automaticamente confissão nem renúncia de direitos. Também é correta a possibilidade de desistência total ou parcial do pedido e de renúncia a direitos disponíveis. Então, o gabarito é a letra B porque ela inverte a regra legal: recurso administrativo não se delega. Em prova, sempre desconfie de expressões como “pode ser delegada” quando o tema é recurso, competência exclusiva ou ato normativo.

Questão 6

Segundo à Lei n.º 9.784/1999, assinale a alternativa correta acerca da revogação dos atos administrativos.

  • A)O direito da Administração de anular os atos administrativos de que decorram efeitos favoráveis para os destinatários decai em dez anos.
  • B)A Administração pode revogar os atos administrativos por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos.
  • C)A Administração deve revogar seus próprios atos, quando eivados de vício de legalidade.
  • D)A revogação do ato administrativo não está adstrita aos direitos adquiridos.
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Resposta correta: B

Na Lei n.º 9.784/1999, a revogação é o ato pelo qual a Administração, por motivo de conveniência e oportunidade, retira do mundo jurídico um ato válido, mas que deixou de ser útil. Em outras palavras: o ato nasceu “certinho”, só que depois perdeu a graça administrativa, e aí a própria Administração pode encerrá-lo. Isso não se confunde com anulação, que ocorre quando há ilegalidade. O ponto-chave da questão está no art. 53 da Lei n.º 9.784/1999: a Administração deve anular seus próprios atos, quando eivados de vício de legalidade, e pode revogá-los por motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos. Ou seja, legalidade leva à anulação; mérito administrativo leva à revogação. Por isso, a alternativa B está correta: ela reproduz exatamente a lógica legal da revogação, com a ressalva de que não se pode atropelar direitos já incorporados ao patrimônio jurídico do administrado. A doutrina administrativista clássica faz essa mesma separação entre controle de legalidade e controle de mérito. As demais alternativas misturam os institutos ou criam regras que não batem com a lei. Em prova, a banca adora esse “cabo de guerra” entre revogação e anulação, então vale decorar: revoga-se por conveniência e oportunidade; anula-se por ilegalidade.

Questão 7

Sobre o Processo Administrativo previsto na Lei Federal nº 9.784/99, marque a alternativa correta:

  • A)Em regra, o recurso administrativo tramitará no máximo por três instâncias administrativas.
  • B)O interessado poderá, mediante manifestação escrita ou verbal, desistir total ou parcialmente do pedido formulado ou, ainda, renunciar a direitos disponíveis, o que gera o automático arquivamento do processo.
  • C)O recurso interposto perante órgão incompetente deve ser julgado improcedente e será devolvido à instância inicial para cumprimento da decisão.
  • D)A revisão do processo que resultou na aplicação de sanções poderá resultar no agravamento das penalidades.
Ver gabarito e explicação

Resposta correta: A

A Lei 9.784/99 organiza o processo administrativo federal com algumas ideias bem importantes: simplicidade, formalismo moderado, verdade material e garantia de defesa. Na prática, isso significa que o processo não existe para virar um labirinto, e sim para permitir que a Administração decida com justiça e segurança. Um ponto clássico da lei é o recurso administrativo. O art. 57 é bem direto: em regra, o recurso tramitará no máximo por três instâncias administrativas, salvo disposição legal diversa. Então, se a banca falar em limite de instâncias, desconfie menos: é exatamente esse o comando legal. As outras alternativas tentam confundir você com regras parecidas, mas trocam detalhes importantes. A desistência ou renúncia do interessado, por exemplo, não gera automaticamente o arquivamento se houver interesse público no prosseguimento. E revisão de processo sancionador não serve para piorar a situação do administrado, porque a própria lei veda agravamento da sanção nessa hipótese. Resumo de prova: quando a questão trouxer recurso, desistência ou revisão, vale pensar no texto da lei quase literal. Nessa matéria, a armadilha costuma estar em uma palavrinha a mais ou a menos.

Questão 8

Um órgão administrativo e seu titular desejam delegar parte da sua competência a outro órgão hierarquicamente subordinado ao primeiro, por conveniência e em razão de circunstâncias de índole técnica. Nos termos da Lei nº 9.784/1999, que regula O processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal,

  • A)em se tratando de decisões de recursos administrativos, podem as mesmas serem objeto de delegação, haja vista expressa disposição legal nesse sentido.
  • B)o ato de delegação é revogável a qualquer tempo pela autoridade delegante.
  • C)o ato de delegação especificará as matérias e poderes transferidos, os limites da atuação do delegado, a duração e os objetivos da delegação, não podendo, todavia, conter ressalva de exercício da atribuição delegada.
  • D)as decisões adotadas por delegação devem mencionar explicitamente esta qualidade e considerar-se-ão editadas pela autoridade delegante.
  • E)o ato de delegação e sua revogação não necessitam de publicação em meio oficial, mas devem ser formalizados em regular processo administrativo, de forma a garantir a observância ao princípio da legalidade, e conferir transparência aos atos administrativos.
Ver gabarito e explicação

Resposta correta: B

A Lei 9.784/1999 trata a delegação como uma forma de distribuir o exercício de competência para ganhar eficiência, especialmente quando há conveniência administrativa ou motivo técnico. Mas ela não vira uma carta branca: a lei exige forma, limites e publicidade, justamente para evitar aquele passeio solto da competência pelo órgão errado. No caso da questão, a ideia central está no artigo 14, §3º: o ato de delegação pode ser revogado a qualquer tempo pela autoridade delegante. Isso faz sentido porque delegação não significa perda definitiva da competência, mas apenas transferência do exercício em condições definidas pela lei. A mesma lei também deixa claro que nem tudo pode ser delegado. Há vedações expressas no artigo 13, como a decisão de recursos administrativos, o que derruba a alternativa A. E o ato de delegação deve fixar matéria, poderes, limites, duração e objetivos, podendo inclusive conter ressalva de exercício pela autoridade delegante, então a alternativa C erra nesse ponto. Além disso, as decisões por delegação devem mencionar essa qualidade e são consideradas editadas pelo delegante? Não: a lei afirma que serão consideradas editadas pelo delegado, o que derruba a letra D. E a delegação, assim como sua revogação, deve ser publicada no meio oficial, então a letra E também não se sustenta. Por isso, o gabarito é a letra B.

Questão 9

À luz da Lei n.° 8.429/1992 e da Lei n.° 9.784/1999, julgue o item. Nos processos administrativos, os prazos começam a correr a partir da data da cientificação oficial, excluindo‑se da contagem o dia do começo e incluindo‑se o do vencimento.

  • C)Certo
  • E)Errado
Ver gabarito e explicação

Resposta correta: C

A Lei 9.784/1999 traz uma regra bem objetiva para a contagem de prazos no processo administrativo: eles começam a correr na data da cientificação oficial da parte, e a contagem é feita excluindo o dia do começo e incluindo o do vencimento. Isso está no art. 66, caput e §1º, da lei, e evita aquela confusão clássica de "conta hoje ou conta amanhã?". Na prática, se a pessoa foi oficialmente intimada em uma segunda-feira, a contagem normalmente se inicia no dia seguinte, salvo regra específica em contrário. Portanto, a assertiva está correta ao reproduzir exatamente essa lógica legal. Em prova, a banca costuma cobrar essa fórmula quase literalmente, então vale memorizar a tríade: cientificação oficial, exclui o dia do começo, inclui o do vencimento.

Questão 10

De acordo com a Lei n.° 9.784/1999, julgue o item. Salvo disposição legal específica, é de trinta dias o prazo para a interposição de recurso administrativo, contado a partir da ciência ou da divulgação oficial da decisão recorrida.

  • C)Certo
  • E)Errado
Ver gabarito e explicação

Resposta correta: E

A Lei n. 9.784/1999, que rege o processo administrativo federal, traz uma regra bem objetiva sobre recurso administrativo: o prazo padrão é de 10 dias, salvo disposição legal específica em sentido diferente. Isso está no art. 59, caput, da lei. Então, quando o enunciado fala em 30 dias, ele já escorrega logo na largada. O ponto importante aqui é perceber a lógica da prova: a banca troca o prazo para ver se você decorou o prazo da lei ou se foi no chute. Em processo administrativo, o prazo de 10 dias conta da ciência ou da divulgação oficial da decisão recorrida, exatamente como diz o art. 59. Ou seja, a frase da questão ficou errada porque inverteu o número do prazo. A lei até admite que uma norma específica traga prazo diferente, mas, na falta dessa regra especial, vale o prazo geral de 10 dias, e não 30. Então o gabarito é E. Se você lembrar de uma regra só, guarde esta: recurso administrativo na Lei 9.784/1999 = 10 dias, contado da ciência ou da divulgação oficial da decisão.

Perguntas frequentes

Este quiz de Processo administrativo disciplinar (PAD) é gratuito?

Sim. As 10 questões são gratuitas, com gabarito e microaula (explicação) em cada uma.

As questões de Processo administrativo disciplinar (PAD) são reais de concurso?

Sim. São questões reais de concursos públicos e da OAB, selecionadas do acervo do furafila.

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