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Questões de Odontologia FGV: comentadas e grátis

Pratique questões de Odontologia da banca FGV, comentadas e de graça, para concursos públicos. Gabarito e explicação em cada questão.

10 questões comentadas · grátis

Questão 1

Leia o fragmento a seguir. “As infecções endodônticas são _____ e compostas por uma combinação entre bactérias anaeróbias estritas em _____, principalmente entre ____ gram-negativos e bactérias gram-positivas.” Assinale a opção cujos termos completam corretamente as lacunas do fragmento acima.

  • A)polimicrobianas – antagonismo – cocos.
  • B)polimicrobianas – sinergismo – bacilos.
  • C)unimicrobianas – sinergismo - cocos.
  • D)unimicrobianas – antagonismo – bacilos.
  • E)mistas – competição – bastonetes.
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Resposta correta: B

As infecções endodônticas, de modo geral, não são causadas por um único microrganismo. Elas costumam ser polimicrobianas, ou seja, envolvem várias espécies convivendo no canal radicular, em um ambiente sem oxigênio, o que favorece principalmente bactérias anaeróbias. Isso é bem clássico em Endodontia: o canal infectado vira quase um ecossistema próprio, com bactérias gram-negativas e gram-positivas trabalhando juntas, cada uma aproveitando o espaço da outra. O ponto-chave da questão está na relação entre essas bactérias. Em vez de antagonismo ou competição, o que predomina é o sinergismo, isto é, uma ajuda mútua entre os microrganismos para sobreviver e persistir na infecção. Esse comportamento em conjunto é um dos motivos pelos quais a infecção endodôntica pode ser tão resistente ao tratamento, mesmo após instrumentação e irrigação. Outro detalhe importante é o perfil morfológico citado no enunciado. Em infecções endodônticas, é muito comum encontrar bacilos gram-negativos associados a bactérias gram-positivas, em especial em infecções persistentes e em ambiente anaeróbio. Então, quando a frase fala em infecções polimicrobianas, em sinergismo, e com predomínio de bacilos gram-negativos, ela está descrevendo o cenário microbiológico típico da Endodontia. Por isso, o gabarito B está correto. A banca quis cobrar o conceito microbiológico básico: infecção endodôntica é complexa, multibacteriana e marcada por cooperação entre os microrganismos, não por vida solitária no canal.

Questão 2

Com relação à fratura do tipo Blow-out da órbita, assinale a afirmativa correta.

  • A)A alteração da posição do globo ocular pode levar à diplopia unilocular ou binocular, sendo esta a mais frequente.
  • B)A força dissipada pelo trauma resulta, com mais frequência, na ruptura do teto orbitário.
  • C)A radiografia de face tipo fronto-naso é o exame mais adequado para o diagnóstico.
  • D)A diplopia, a oftalmoplegia e a distopia são sinais e sintomas pouco frequentes nessas fraturas.
  • E)Essa fratura é mais grave que a fratura do tipo Blow-in.
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Resposta correta: A

A fratura do tipo blow-out da órbita acontece quando há aumento brusco da pressão intraorbitária, geralmente por impacto direto sobre o globo ocular, fazendo com que o assoalho orbitário e/ou a parede medial se rompam. O conteúdo orbitário pode herniar para os seios adjacentes, o que explica sinais como enoftalmia, distopia e limitação da motilidade ocular. É uma fratura clássica de trauma facial e, na prática, costuma chamar atenção pela diplopia e pela alteração da posição do olho. O ponto-chave aqui é que a mudança na posição do globo ocular pode gerar diplopia, e a forma mais frequente é a diplopia binocular, isto é, aquela que melhora quando um olho é ocluído. Isso acontece porque o problema não está na visão de um único olho isoladamente, mas no desalinhamento entre os dois olhos, muitas vezes por encarceramento muscular ou alteração do suporte orbitário. Em termos de imagem, hoje a tomografia computadorizada é o exame de escolha, porque mostra melhor o defeito ósseo e o possível aprisionamento de partes moles. Radiografia simples pode até ser lembrada em provas antigas, mas não é o exame mais adequado para o diagnóstico. E um detalhe que a banca adora inverter: a blow-out costuma envolver o assoalho e a parede medial, não o teto orbitário. Portanto, a alternativa A está correta porque a alteração da posição do globo ocular pode sim levar à diplopia, sendo a binocular a apresentação mais comum nessa fratura. As outras opções trazem trocas clássicas de prova, como local anatômico errado, exame inadequado ou subestimação dos sintomas.

Questão 3

Relacione os tipos de lesões cariosas às suas respectivas características clínicas. 1. Lesão de cárie não cavitada ativa 2. Lesão de cárie primária 3. Lesão de cárie secundária 4. Cárie residual ( ) é o tecido desmineralizado não removido, deixado embaixo de uma restauração. ( ) apresenta-se como uma mancha branca em esmalte, com superfície rugosa e opaca. ( ) são lesões que se estabelecem em tecido dentário inicialmente hígido. ( ) são lesões que se desenvolvem adjacentes às margens de restaurações. Assinale a opção que mostra a relação correta, segundo a ordem apresentada.

  • A)1, 2, 4 e 3.
  • B)4, 3, 1 e 2.
  • C)3, 4, 2 e 1.
  • D)4, 1, 2 e 3.
  • E)2, 4, 3 e 1.
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Resposta correta: D

Na cariologia, o nome da lesão costuma indicar onde ela aparece e como se comporta. A cárie residual é aquela que ficou para trás, isto é, tecido desmineralizado não removido sob a restauração. Já a lesão de cárie não cavitada ativa aparece como mancha branca em esmalte, com superfície opaca e rugosa, sinal de atividade da doença. A lesão primária é a cárie que se instala em um dente antes hígido, sem depender de restauração prévia. A secundária, por sua vez, é a lesão que surge junto às margens de uma restauração, aquela clássica área de transição que a banca adora cobrar. Assim, na ordem do enunciado, temos: cárie residual (4), lesão não cavitada ativa (1), lesão primária (2) e lesão secundária (3). É exatamente essa sequência que leva ao gabarito D. Se você guardar um truque simples, ajuda muito: residual fica sob a restauração, secundária fica na borda da restauração, primária nasce em dente antes são, e a não cavitada ativa é a mancha branca áspera e opaca. A FGV gosta muito dessa troca de rótulos, então vale ler o texto com calma e não com pressa de consultório.

Questão 4

O padrão de oclusão observado quando o paciente apresenta uma relação maxilo-mandibular de prognatismo, é chamado de

  • A)Classe I.
  • B)Classe II.
  • C)Classe III.
  • D)Classe IV.
  • E)Cross-bite.
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Resposta correta: C

Na oclusão, o nome da classe costuma acompanhar a relação entre a maxila e a mandíbula. Quando há prognatismo, a mandíbula fica mais projetada para frente em relação à maxila, dando aquele perfil mais “adiantado” do terço inferior da face. Em Ortodontia e Odontologia Pré-Clínica, essa relação corresponde à Classe III de Angle. A lógica é simples: Classe I é a relação considerada normal, Classe II costuma aparecer quando a mandíbula está mais retruída ou a maxila mais proeminente, e Classe III aparece quando a mandíbula está à frente da maxila. Então, se o enunciado fala em prognatismo, a associação clássica é com Classe III. A banca gosta muito dessa tradução entre anatomia e classificação oclusal. Ou seja: não basta saber o nome bonito, você precisa enxergar o padrão facial e o encaixe dentário por trás dele. Aqui, o gabarito C está correto porque prognatismo é justamente a situação típica da Classe III de Angle.

Questão 5

As opções a seguir apresentam aspectos clínicos e terapêuticos associados à pulpite reversível, à exceção de uma. Assinale-a.

  • A)O diagnóstico clínico baseia-se em dados objetivos e subjetivos.
  • B)Após a remoção da causa, a polpa volta ao normal.
  • C)Apresenta dor aguda provocada, que não ultrapassa 1 minuto.
  • D)O tratamento indicado é a endodontia conservadora.
  • E)Demanda a realização de biopulpectomia.
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Resposta correta: E

A pulpite reversível é o estágio em que a polpa ainda consegue se recuperar se a causa do problema for removida, como uma cárie inicial, infiltração marginal ou um estímulo térmico irritante. O quadro clássico é de dor provocada, curta e bem localizada, geralmente disparada por frio, doce ou escovação, mas que some rápido quando o estímulo cessa. Em outras palavras: a polpa está irritada, não condenada. Na prática, o diagnóstico junta dados subjetivos e objetivos. Você ouve a queixa do paciente, mas também testa o dente, observa a resposta ao frio, verifica restaurações, cáries e sinais de inflamação. Isso é importante porque, na pulpite reversível, a dor costuma ser aguda e não persistente, não ultrapassando 1 minuto, o que ajuda a diferenciar de quadros irreversíveis. O tratamento é conservador: remover a causa e proteger a polpa, como por exemplo tratar a cárie, ajustar uma restauração defeituosa ou controlar a exposição ao agente irritante. Depois disso, a polpa pode voltar ao normal, sem necessidade de tratamento endodôntico de canal. A ideia é preservar o tecido pulpar sempre que possível, que é o objetivo central da Endodontia conservadora. Por isso, a alternativa E está errada: biopulpectomia é procedimento indicado quando a polpa está vital, mas comprometida de forma irreversível, exigindo remoção do tecido pulpar. Na pulpite reversível, o cenário é o oposto: a polpa ainda pode se recuperar, então partir direto para a biopulpectomia seria tratamento excessivo e inadequado.

Questão 6

Segundo Stanley F. Malamed, a classificação dos agentes simpaticomiméticos pela estrutura química está relacionada à presença ou ausência de um núcleo catecol. Os fármacos simpaticomiméticos que têm radicais hidroxila na terceira e quarta posições do anel aromático são denominados catecóis. Se eles contêm um grupo amina ligado à cadeia lateral alifática, são designados como catecolaminas. Dentre as opções a seguir, assinale a que apresenta uma catecolamina exclusivamente sintética.

  • A)Adrenalina.
  • B)Dopamina.
  • C)Metoxamina.
  • D)Isoproterenol.
  • E)Fenilefrina.
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Resposta correta: D

Na classificação química dos simpaticomiméticos, o ponto-chave é observar o anel aromático e a cadeia lateral. Quando a molécula tem hidroxilas nas posições 3 e 4 do anel, ela é um catecol; quando, além disso, traz uma amina na cadeia lateral, vira uma catecolamina. Parece detalhe de livro, mas cai bastante porque a banca adora trocar um nome famoso por outro parecido. As catecolaminas podem ser naturais ou sintéticas. Adrenalina e dopamina são substâncias endógenas, produzidas pelo próprio organismo. Já algumas moléculas foram criadas em laboratório para imitar ou modificar esses efeitos, e entre elas está o isoproterenol, um simpaticomimético sintético da classe das catecolaminas. O gabarito é a letra D porque o isoproterenol possui a estrutura típica de catecolamina e é exclusivamente sintético. Ele é muito lembrado por ter ação beta-adrenérgica e por ser um clássico de farmacologia aplicada, inclusive em anestesia e emergência, ainda que hoje seu uso seja bem mais restrito. Em prova, o raciocínio é simples: se a questão perguntar qual é a catecolamina sintética, desconfie de adrenalina, dopamina e de fármacos sem o padrão catecol. O segredo está em não confundir "parece com catecolamina" com "é endógena". Aqui, a armadilha é justamente essa.

Questão 7

Um paciente classificado pelo seu estado físico como ASA II apresenta-se

  • A)saudável, sem ansiedade e apto a suportar o estresse do procedimento.
  • B)portador de doença sistêmica moderada ou com maior ansiedade/medo.
  • C)portador de doença sistêmica severa, que limita suas atividades.
  • D)sob constante risco de morte.
  • E)em fase terminal.
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Resposta correta: B

A classificação ASA vem da American Society of Anesthesiologists e ajuda a estimar o risco anestésico/cirúrgico do paciente com base no seu estado sistêmico. Em Odontologia, ela aparece muito quando você precisa decidir o cuidado, o nível de estresse do procedimento e se vale a pena pedir avaliação médica antes de seguir adiante. Não é um rótulo de gravidade da doença em si, e sim do impacto dela no estado geral do paciente. O ASA I é o paciente completamente saudável. Já o ASA II é aquele com doença sistêmica leve ou moderada, mas controlada, ou ainda com fatores que aumentam o risco de forma discreta, como ansiedade importante em relação ao atendimento. Ou seja, o paciente não está sem nenhuma condição clínica, mas também não está em quadro grave. A ideia é: ele vive normalmente, porém não está no grupo dos "perfeitamente saudáveis". Por isso o gabarito é a letra B. Ela descreve exatamente o ASA II: portador de doença sistêmica moderada ou com maior ansiedade/medo. Essa ansiedade entra porque pode aumentar a resposta ao estresse do procedimento odontológico, mesmo sem haver uma doença orgânica grave. As demais alternativas representam classes mais graves: ASA III já envolve limitação funcional relevante, ASA IV indica risco constante de vida e ASA V é paciente em fase terminal. Em resumo, se a questão falar em doença controlada, limitação pequena ou ansiedade mais acentuada, pense em ASA II. Se falar em comprometimento importante, a história muda de nível.

Questão 8

Leia o fragmento a seguir. “Equipes de Saúde Bucal formadas por ______ e _______, sob supervisão de_______, são capazes de otimizar os serviços, beneficiando a população.” Assinale a opção cujos itens completam corretamente as lacunas do fragmento acima.

  • A)TSBs – ASBs – CDs
  • B)CDs – ASBs – TSBs
  • C)CDs – TSBs – ASBs
  • D)TPDs – CDs – TSBs
  • E)TSBs – CDs – TPDs
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Resposta correta: A

As Equipes de Saúde Bucal no SUS podem ser compostas por profissionais de apoio e pelo cirurgiao-dentista, de forma organizada para ampliar o acesso e dar mais resolutividade ao atendimento. Na pratica, isso significa que o trabalho nao fica concentrado em uma pessoa so: cada membro assume uma funcao bem definida, e o servico ganha ritmo, eficiencia e cobertura. No caso da questao, a frase fala em equipe formada por dois tipos de auxiliares, sob supervisao de um profissional responsavel clinico. No modelo de Equipe de Saude Bucal, isso corresponde aos Tecnicos em Saude Bucal (TSB) e aos Auxiliares em Saude Bucal (ASB), sob supervisao do Cirurgiao-Dentista (CD). E o CD quem responde tecnicamente pelo atendimento odontologico e pela coordenacao da equipe. Esse arranjo e coerente com a organizacao da atencao basica e com a normativa do SUS para a Saude Bucal na Estrategia Saude da Familia, em que a equipe atua integrada para prevenir, promover e recuperar a saude bucal. Em termos de concurso, a banca costuma cobrar exatamente essa composicao e a ideia de supervisao profissional, entao vale decorar a estrutura sem inventar moda. Assim, o gabarito esta correto porque a lacuna pede TSBs e ASBs, sob supervisao de CDs. O texto encaixa na logica da equipe multiprofissional odontologica prevista na organizacao da atencao basica.

Questão 9

As opções a seguir apresentam exemplos de emergências médicas que podem acontecer no consultório odontológico, à exceção de uma. Assinale-a.

  • A)Hiperventilação.
  • B)Luxação dentária.
  • C)Hipoglicemia aguda.
  • D)Parada cardiorrespiratória.
  • E)Acidente vascular encefálico.
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Resposta correta: B

Em emergências médicas no consultório odontológico, voce precisa pensar nas intercorrências que podem surgir durante o atendimento e que exigem resposta rápida. Entre as mais cobradas estão hipoglicemia aguda, hiperventilação, parada cardiorrespiratória e até sinais de acidente vascular encefálico, porque todas podem acontecer na cadeira do dentista e pedem conduta imediata. A lógica da banca costuma ser simples: ela mistura uma emergência médica verdadeira com algo que é problema odontológico local. A hiperventilação, por exemplo, pode ocorrer por ansiedade e causa sintomas como tontura, formigamento e sensação de falta de ar. A hipoglicemia aguda também é bem típica, sobretudo em pacientes diabéticos que fazem jejum ou usam medicação. Já a parada cardiorrespiratória e o AVC são emergências graves, com necessidade de reconhecimento rápido e acionamento do suporte de urgência. O ponto da questão é que luxação dentária não é emergência médica, e sim uma urgência odontológica traumática. Ela envolve deslocamento do dente em relação ao alvéolo e deve ser tratada pelo cirurgião-dentista, mas não configura evento médico sistêmico. Por isso, a alternativa B é a exceção pedida no enunciado. Em prova, pense assim: se o problema atinge o organismo como um todo, ou ameaça funções vitais, tende a ser emergência médica; se o problema é do dente ou da boca, sem repercussão sistêmica imediata, geralmente é urgência odontológica. Essa distinção é o truque favorito da banca.

Questão 10

As respostas positivas aos exames de percussão vertical e de percussão horizontal, estão comumente associadas, respectivamente, às(à)

  • A)alterações de origem endodôntica e alterações periodontais.
  • B)alterações periodontais e alterações de origem endodôntica.
  • C)lesões cervicais não cariosas e pulpite reversível.
  • D)alterações de origem periodontal e lesões cervicais não cariosas.
  • E)pulpite reversível e necrose pulpar.
Ver gabarito e explicação

Resposta correta: A

Na Endodontia, os testes de percussão ajudam a localizar onde está a inflamação e qual estrutura está sofrendo mais. A percussão vertical costuma ser mais sensível quando o problema vem da região periapical, ou seja, quando há comprometimento de origem endodôntica. Isso acontece porque o impacto no eixo do dente “cutuca” mais o ligamento periodontal e a área ao redor do ápice, que é onde a dor endodôntica costuma aparecer com força. Já a percussão horizontal, por provocar uma força lateral, tende a evidenciar mais alterações do periodonto de sustentação, especialmente quando há mobilidade, perda de inserção ou inflamação periodontal. Em outras palavras: o dente “reclama” de um jeito diferente conforme o tipo de trauma aplicado. Parece detalhe, mas em prova isso é a senha para separar endo de perio. Por isso, a associação clássica é: percussão vertical positiva ligada a alterações de origem endodôntica, e percussão horizontal positiva ligada a alterações periodontais. É exatamente o que traz a alternativa A. Na prática clínica, claro, os testes não vivem sozinhos: eles são interpretados junto com anamnese, teste térmico, palpação, sondagem periodontal e radiografia. Mas, em questões objetivas, essa relação entre o tipo de percussão e a origem da alteração é um atalho muito cobrado.

Perguntas frequentes

Este quiz de Odontologia FGV é gratuito?

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As questões de Odontologia FGV são reais de concurso?

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Como são as questões da FGV?

Em geral múltipla escolha com cinco alternativas, em forma de caso prático, com textos longos e alternativas igualmente detalhadas. Muitas cobram inferência, ou seja, informação implícita que exige raciocínio. Vários concursos têm também fase discursiva com limite de linhas.

Qual a melhor forma de estudar pra banca FGV?

Resolver muitas questões da própria FGV, cronometrando, lendo o enunciado inteiro antes das alternativas e revisando os erros por causa (interpretação, pegadinha ou conteúdo). O treino precisa imitar o formato real da prova.

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