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Juizados Especiais: questões

Lei 9.099, competência, alçada, procedimento sumaríssimo.

10 questões comentadas · grátis

Questão 1

De acordo com a Lei n° 9.099/1995 é CORRETO afirmar que os conciliadores e Juízes leigos são auxiliares da Justiça, recrutados, os primeiros, preferentemente, entre os bacharéis em Direito, e os segundos, entre advogados com mais de:

  • A)dois anos de experiência.
  • B)seis anos de experiência.
  • C)quatro anos de experiência.
  • D)um ano e meio de experiência.
  • E)cinco anos de experiência.
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Resposta correta: E

Nos Juizados Especiais, os juízes leigos são recrutados entre advogados com mais de cinco anos de experiência.

Questão 2

Tício era servidor público civil do Município Beta. Tício, devidamente representado por seu advogado, processou este Município em que era servidor em ação que teve como objeto a impugnação de pena de demissão a ele imposta pelo Município Beta. A ação foi distribuída no Juizado Especial da Fazenda Pública do Município de Beta em razão de o valor da causa ter passado de 50 (cinquenta), mas não ter suplantado 60 (sessenta) salários mínimos. Neste sentido, nos termos da Lei n.º 12.153 de 2009, é corretor afirmar:

  • A)a ação proposta por Tício deve ser julgada pelo Juizado Especial da Fazenda Pública do Município de Beta, pois no foro onde estiver instalado Juizado Especial da Fazenda Pública, como é o caso no Município Beta, a sua competência é absoluta.
  • B)Tício não pode ser parte autoral no Juizado Especial da Fazenda Pública Municipal por não ser empresa de pequeno porte ou microempresa.
  • C)Tício podia optar entre propor a sua ação na Justiça Comum ou no Juizado Especial da Fazenda Pública, pois, se assim não fosse, o acesso à justiça restaria prejudicado.
  • D)o Juizado Especial da Fazenda Pública somente tem competência para julgar causas em face do Poder Público cujo valor não exceda a 30 (trinta) vezes o salário mínimo.
  • E)não se incluem na competência do Juizado Especial da Fazenda Pública Municipal as causas que tenham como objeto a impugnação da pena de demissão imposta a servidores públicos civis, independentemente do valor atribuído à causa.
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Resposta correta: E

Os Juizados Especiais da Fazenda Pública têm limite geral de 60 salários mínimos, mas a lei exclui certas matérias. Entre as exclusões estão as causas que impugnam pena de demissão imposta a servidor público civil, independentemente do valor da causa.

Questão 3

A Lei n. 9.099/95 disciplina os chamados Juizados Especiais Cíveis no âmbito Estadual. Nela é possível encontrar diversas regras especiais, que diferenciam o procedimento dos Juizados do procedimento comum do CPC. Segundo a Lei n. 9.099/95, assinale a alternativa que indique uma dessas regras específicas.

  • A)Não é cabível nenhuma forma de intervenção de terceiros nem de assistência.
  • B)É vedado o litisconsórcio.
  • C)Nas ações propostas por microempresas, admite-se a reconvenção.
  • D)Se o pedido formulado for genérico, admite-se, excepcionalmente, sentença ilíquida.
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Resposta correta: A

Nos Juizados Especiais Cíveis, a lógica é simplificar a vida do processo: menos formalismo, mais rapidez e solução prática. Por isso, a Lei 9.099/95 cria várias regras próprias que se afastam do CPC. A principal ideia é evitar que o processo vire um labirinto de incidentes e manobras processuais. Uma dessas regras está no art. 10 da Lei 9.099/95: não se admite, no processo, qualquer forma de intervenção de terceiro nem de assistência. Ou seja, o sistema dos Juizados fecha a porta para essas intervenções, justamente para preservar a celeridade e a simplicidade do rito. Mas atenção: o mesmo art. 10 faz uma ressalva importante e permite o litisconsórcio. Então, não confunda intervenção de terceiro com litisconsórcio. A banca adora essa troca de etiquetas, como se bastasse mudar o nome para tentar entrar pela porta dos fundos. Por isso, a alternativa A está correta: ela reproduz exatamente a vedação legal à intervenção de terceiros e à assistência. As demais erram porque contrariam a própria Lei 9.099/95, que admite litisconsórcio, não autoriza reconvenção como regra no Juizado e exige sentença líquida.

Questão 4

A advogada Taís foi contratada por Lia para atuar em certo processo ajuizado perante o Juizado Especial Cível. Foi acordado o pagamento de honorários advocatícios no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais). O feito seguiu regularmente o rito previsto na Lei nº 9.099/95, tendo o magistrado, antes da instrução e julgamento, esclarecido as partes sobre as vantagens da conciliação, obtendo a concordância dos litigantes pela solução consensual do conflito. Considerando o caso relatado, assinale a afirmativa correta.

  • A)Diante da conciliação entre as partes, ocorrida antes da instrução e julgamento do feito, Taís fará jus à metade do valor acordado a título de honorários advocatícios.
  • B)A conciliação entre as partes, ocorrida antes da instrução e julgamento do feito, não prejudica os honorários convencionados, salvo aquiescência de Taís.
  • C)Diante da conciliação entre as partes, ocorrida antes da instrução e julgamento do feito, deverá o magistrado, ao homologar o acordo, fixar o valor que competirá a Taís, a título de honorários advocatícios, não prevalecendo a pactuação anterior entre cliente e advogada.
  • D)Em razão da conciliação entre as partes, ocorrida antes da instrução e julgamento do feito, deverá ser pactuado, por Taís e Lia, novo valor a título de honorários advocatícios, não prevalecendo a obrigação anteriormente fixada.
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Resposta correta: B

No Juizado Especial Cível, a lógica é estimular acordo sem bagunçar o que foi combinado entre cliente e advogada. Se a parte contrata honorários, esse ajuste continua valendo como regra, porque é um contrato entre cliente e patrona. A Lei nº 9.099/95 não autoriza o juiz a substituir, por conta própria, o valor pactuado de honorários contratuais só porque houve conciliação antes da instrução. Por isso, a solução consensual do processo não apaga automaticamente os honorários convencionados. O ponto central aqui é simples: honorários contratuais dependem do ajuste entre advogada e cliente, e não da vontade do magistrado. Se Taís e Lia combinaram R$ 5.000,00, esse valor permanece devido, salvo se a própria Taís anuir com alteração. É esse o raciocínio da alternativa B. A conciliação pode encerrar o processo, mas não derruba, por si só, a relação contratual de honorários. O juiz homologa o acordo processual, não reescreve o contrato de prestação de serviços advocatícios. Em prova, vale lembrar a diferença entre honorários contratuais e sucumbenciais: os primeiros nascem do contrato; os segundos decorrem da derrota processual, quando cabíveis. Aqui, a banca quer ver se você percebe que conciliação no JEC não vira um passe de mágica para eliminar a verba contratada.

Questão 5

Arthur ajuizou ação perante o Juizado Especial Cível da Comarca do Rio de Janeiro, com o objetivo de obter reparação por danos materiais, em razão de falha na prestação de serviços pela sociedade empresária Consultex. A sentença de improcedência dos pedidos iniciais foi publicada, mas não apreciou juridicamente um argumento relevante suscitado na inicial, desconsiderando, em sua fundamentação, importante prova do nexo de causalidade. Arthur pretende opor embargos de declaração para ver sanada tal omissão. Diante de tal cenário, assinale a afirmativa correta.

  • A)Arthur poderá opor embargos de declaração, suspendendo o prazo para interposição de recurso para a Turma Recursal.
  • B)Os embargos não interrompem ou suspendem o prazo para interposição de recurso para a Turma Recursal, de modo que Arthur deverá optar entre os embargos ou o recurso, sob pena de preclusão.
  • C)Eventuais embargos de declaração interpostos por Arthur interromperão o prazo para interposição de recurso para a Turma Recursal.
  • D)Arthur não deverá interpor embargos de declaração pois estes não são cabíveis no âmbito de Juizados Especiais.
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Resposta correta: C

Nos Juizados Especiais Cíveis, os embargos de declaração são cabíveis quando a sentença ou acórdão tiver obscuridade, contradição, omissão ou dúvida, exatamente para corrigir esse tipo de falha sem precisar refazer todo o processo. Aqui, a sentença deixou de enfrentar argumento relevante e desconsiderou prova importante, então há omissão típica que autoriza embargos, nos termos do art. 48 da Lei 9.099/95. O ponto decisivo da questão está no efeito desses embargos sobre o prazo recursal. No microssistema dos Juizados, os embargos de declaração interrompem o prazo para interposição de recurso à Turma Recursal, conforme o art. 50 da Lei 9.099/95. Interromper é mais forte do que suspender: o prazo recomeça do zero depois do julgamento dos embargos. Por isso, Arthur pode sim opor embargos de declaração e, ao fazê-lo, não perde a chance de recorrer depois. A alternativa correta é a que afirma essa interrupção do prazo. É uma clássica pegadinha da FGV tentar confundir com a ideia de suspensão ou de preclusão, mas o texto legal é bem direto.

Questão 6

Sobre os sujeitos do processo nos Juizados Especiais Cíveis (Lei nº 9.099/1995), é correto afirmar que:

  • A)são inadmissíveis todas as formas de intervenções de terceiros;
  • B)pode o menor de 18 anos ajuizar ação no Juizado Especial Cível, desde que devidamente representado;
  • C)admitir-se-á o litisconsórcio, desde que limitado a dois litisconsortes;
  • D)não é cabível a intervenção do Ministério Público nos processos de competência dos Juizados Especiais Cíveis;
  • E)o réu, sendo pessoa jurídica, poderá ser representado por preposto credenciado, sem haver necessidade de vínculo empregatício.
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Resposta correta: E

Nos Juizados Especiais Cíveis, a regra é simplificar o processo. A Lei 9.099/1995 reduz formalidades e aceita uma dinâmica mais prática, porque a ideia é resolver conflitos menores com rapidez e sem excesso de burocracia. Por isso, alguns sujeitos e intervenções que existem no procedimento comum simplesmente não entram aqui. Um ponto importante: o réu que seja pessoa jurídica pode comparecer por meio de preposto credenciado. E aqui está o detalhe que a banca adora: a lei não exige vínculo empregatício entre o preposto e a empresa. Isso vem do art. 9º, § 4º, da Lei 9.099/1995, que facilita a representação da pessoa jurídica em audiência. As demais alternativas tentam confundir você com regras do CPC ou com limitações que não existem da forma como foram escritas. Nos Juizados, o sistema é mesmo mais enxuto, mas isso não significa inventar restrições sem base legal. A boa leitura da lei evita cair nessas armadilhas de texto parecido com regra genérica do processo civil. Então, o gabarito está correto porque a lei autoriza expressamente o preposto credenciado sem exigir vínculo empregatício, o que combina com a lógica informal e célere dos Juizados Especiais.

Questão 7

Edvaldo contratou o serviço de Buffet Boa Festa EIRELI, de titularidade de Ana, para a comemoração dos dois anos de sua filha Jéssica. No dia da festa, o serviço de buffet não entregou o contratado, frustrando as expectativas com o evento. Edvaldo pretende ser indenizado no valor pago e, ainda, pelos danos morais causados, totalizando o valor de R$ 15.000,00. A ação foi ajuizada junto ao Juizado Especial Cível, sem patrocínio por advogado(a) ou Defensor(a) Público(a). Considerando a situação acima descrita, é correto afirmar que:

  • A)na hipótese de ser condenada, Ana poderá ter seus bens pessoais penhorados caso o valor do patrimônio social da empresa seja insuficiente para o pagamento do débito, o que poderá ser determinado de ofício pelo juiz;
  • B)proferida a sentença, o recurso cabível é o recurso inominado, no prazo de dez dias corridos, devendo ser subscrito por Defensor(a) Público(a) ou advogado(a);
  • C)Ana deverá comparecer pessoalmente à audiência de conciliação, não se admitindo representação, sob pena de revelia e julgamento antecipado do mérito da demanda;
  • D)caso a decisão da Turma Recursal viole precedente obrigatório do STJ, é cabível reclamação dirigida ao Tribunal de Justiça do Estado;
  • E)o juiz deve determinar a regularização da petição inicial, por falta de capacidade postulatória.
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Resposta correta: D

No Juizado Especial Cível, a lógica é simplificar o processo, mas sem bagunçar as regras básicas. A Lei 9.099/1995 admite, em causas de até 20 salários mínimos, que a parte atue sem advogado na fase inicial, como aconteceu aqui. Isso significa que a ação pode começar sem capacidade postulatória técnica, então não faz sentido o juiz mandar “regularizar” a petição por esse motivo. Outro ponto clássico: a audiência de conciliação no JEC não exige presença pessoal absoluta da parte, porque a lei admite representação por preposto ou por procurador com poderes para transigir, conforme o art. 9º, §4º, da Lei 9.099/1995. Ou seja, o processo no Juizado não é um clube do “só entra quem vier pessoalmente”. Também é importante lembrar que a sentença no Juizado é impugnada por recurso inominado, e o prazo é de 10 dias. Só que esse recurso deve ser apresentado por advogado ou Defensoria Pública, porque a partir da fase recursal a capacidade postulatória técnica passa a ser exigida. Então a ideia geral da alternativa B está quase lá, mas erra o detalhe do prazo, que no JEC é contado em dias úteis, por força do art. 12-A da Lei 9.099/1995 e da sistemática do CPC aplicada subsidiariamente. O gabarito é a letra D porque, se a Turma Recursal contrariar precedente obrigatório do STJ, a medida adequada é a reclamação dirigida ao STJ, e não ao Tribunal de Justiça local. A reclamação existe para preservar a autoridade dos precedentes qualificados do STJ, nos termos do art. 988 do CPC. Portanto, a alternativa troca o órgão competente e erra o destino da medida.

Questão 8

No que se refere a competência, processo e julgamento das ações perante o Juizado Especial da Fazenda Pública, é correto afirmar que:

  • A)a União pode ser acionada na qualidade de litisconsorte necessário perante o Juizado Especial da Fazenda Pública;
  • B)a ação de improbidade administrativa pode ser proposta perante o Juizado Especial da Fazenda Pública, caso a lesão ao erário seja inferior a sessenta salários mínimos;
  • C)o litisconsórcio ativo é possível, contudo a aferição da competência com base no valor da causa de sessenta salários mínimos é aferida pela soma dos benefícios econômicos de cada autor;
  • D)a oitiva do Núcleo de Assessoramento Técnico em matéria de Saúde nas demandas que envolvem o fornecimento de medicamentos, produtos ou tratamentos, na saúde pública ou suplementar, não configura perícia;
  • E)o exercício do direito de ação é facultativo para o autor, pois, no foro onde estiver instalado Juizado Especial da Fazenda Pública, poderá optar pelo ajuizamento na vara com competência para processo e julgamento de causas fazendárias.
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Resposta correta: D

O Juizado Especial da Fazenda Pública foi criado para julgar causas contra Estados, DF, Municípios e suas autarquias e fundações, com rito mais simples e rápido. Mas ele não aceita tudo: há limites de valor, matérias excluídas e regras próprias de competência, previstas principalmente na Lei 12.153/2009. Ou seja, é juizado especial, mas não é um

Questão 9

O Juizado Especial Cível tem competência para conciliação, processo e julgamento das causas cíveis de menor complexidade, de acordo com o Art. 3º da Lei nº 9.099/1995. É da competência do Juizado Especial Cível:

  • A)ação coletiva sobre relações de consumo;
  • B)ação de dissolução de microempresas e empresas de pequeno porte;
  • C)ação de despejo por falta de pagamento dentro do limite de quarenta salários mínimos;
  • D)ação de execução de título executivo extrajudicial qualquer que seja o seu valor;
  • E)homologação de acordo extrajudicial de indenização no valor de vinte salários mínimos, independentemente de termo, valendo a sentença como título executivo judicial.
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Resposta correta: E

O Juizado Especial Cível foi criado para resolver causas simples, com menos burocracia e mais velocidade. A regra principal está no art. 3º da Lei 9.099/1995: ele julga causas de menor complexidade, como ações cujo valor não passe de 40 salários mínimos e algumas matérias específicas previstas em lei. Mas a lei não para no art. 3º. O art. 57 também amplia a atuação do Juizado ao permitir a homologação de acordo extrajudicial, de qualquer natureza ou valor, desde que o pedido seja feito corretamente pelas partes. Em outras palavras, se as partes já entraram em consenso, o Juizado pode transformar esse acordo em título executivo judicial. É o famoso "acordo feito fora, com carimbo de força dentro". Por isso o gabarito está na alternativa E: ela descreve justamente uma hipótese admitida pela Lei 9.099/1995, com homologação judicial de acordo extrajudicial e eficácia de sentença, apta a gerar título executivo judicial. A ideia é prestigiar a autocomposição, que é uma das grandes estrelas dos Juizados. As demais alternativas tentam misturar temas reais com detalhes errados, como valor fora do limite, espécie de ação não prevista ou competência mais ampla do que a lei permite. Em prova de Juizado, a banca adora esse truque: pega uma regra verdadeira e troca um detalhe para confundir.

Questão 10

De acordo com a Lei nº 9.099/1995, os processos de competência dos Juizados Especiais Cíveis são orientados pelos seguintes critérios:

  • A)oralidade, simplicidade, informalidade, economia processual e celeridade;
  • B)isonomia, documentação, formalidade, uniformidade da jurisprudência e celeridade;
  • C)oralidade, imediatidade, informalidade, economia processual e uniformidade da jurisprudência;
  • D)isonomia, imediatidade, formalidade, economia processual e celeridade;
  • E)oralidade, imediatidade, informalidade, celeridade e uniformidade da jurisprudência.
Ver gabarito e explicação

Resposta correta: A

A Lei nº 9.099/1995 traz, no art. 2º, a “bússola” dos Juizados Especiais Cíveis: oralidade, simplicidade, informalidade, economia processual e celeridade. A ideia é fugir do processo travado e cheio de solenidades desnecessárias, para entregar solução rápida e prática ao conflito. Em resumo: menos papelada, menos ritual e mais efetividade. Esses critérios não são enfeite de prova, eles orientam toda a atuação do Juizado. Por isso, quando a questão lista exatamente esses cinco vetores, ela está reproduzindo o texto legal. Aqui, a alternativa A está correta porque repete fielmente o art. 2º da Lei 9.099/1995. A banca costuma misturar esses critérios com outros princípios que parecem “bonitos”, mas não pertencem ao rol legal do art. 2º, como isonomia, imediatidade ou uniformidade da jurisprudência. O macete é lembrar que o Juizado Especial foi criado para ser simples, informal e rápido, não para virar um mini processo comum com nome novo.

Perguntas frequentes

Este quiz de Juizados Especiais é gratuito?

Sim. As 10 questões são gratuitas, com gabarito e microaula (explicação) em cada uma.

As questões de Juizados Especiais são reais de concurso?

Sim. São questões reais de concursos públicos e da OAB, selecionadas do acervo do furafila.

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