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Questões de Enfermagem FGV: comentadas e grátis

Pratique questões de Enfermagem da banca FGV, comentadas e de graça, para concursos públicos. Gabarito e explicação em cada questão.

10 questões comentadas · grátis

Questão 1

Ao orientar uma puérpera sobre a importância da amamentação, o profissional de enfermagem ressaltou corretamente que essa prática:

  • A)previne o diabetes puerperal;
  • B)promove a recuperação total da icterícia;
  • C)é um método contraceptivo 100% seguro;
  • D)diminui o intervalo entre as gestações;
  • E)favorece a involução uterina.
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Resposta correta: E

A amamentação traz vários benefícios no puerpério, e um dos mais clássicos é ajudar o útero a voltar ao tamanho normal. Isso acontece porque a sucção do bebê estimula a liberação de ocitocina, hormônio que favorece as contrações uterinas. Em outras palavras: o bebê mama, o útero contrai, e o corpo da puérpera vai se reorganizando mais rápido. Por isso, a alternativa correta é a que fala em involução uterina. Esse é um efeito fisiológico esperado no pós-parto e muito cobrado em prova, principalmente quando a banca mistura benefícios reais da amamentação com efeitos que parecem plausíveis, mas não são. Vale lembrar que a amamentação também ajuda na redução do sangramento puerperal, porque essas contrações uterinas comprimem os vasos da região. Então, além de alimentar o recém-nascido, ela ainda dá aquela força no retorno do organismo materno ao estado pré-gestacional. Em termos práticos: se a questão falar em proteção do bebê, vínculo, ocitocina, redução de sangramento ou involução do útero, desconfie de que está na trilha correta. Já promessas absolutas, como "100%" de qualquer coisa, costumam ser a armadilha.

Questão 2

Assinale a opção que apresenta situações em que o uso de desfribilador em crianças é indicado.

  • A)Fibrilação ventricular e assistolia.
  • B)Assistolia e taquicardia ventricular sem pulso.
  • C)Assistolia e atividade elétrica sem pulso.
  • D)Taquicardia ventricular sem pulso e fibrilação ventricular.
  • E)Fibrilação ventricular e atividade elétrica sem pulso.
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Resposta correta: D

No atendimento da parada cardiorrespiratória em crianças, o desfibrilador entra em cena quando o ritmo é chocável, isto é, quando o problema é uma arritmia que pode responder ao choque elétrico. Em pediatria, as situações clássicas são fibrilação ventricular e taquicardia ventricular sem pulso. Nesses casos, o choque pode “resetar” a atividade elétrica caótica do coração e abrir caminho para a retomada de um ritmo organizado. Já a assistolia e a atividade elétrica sem pulso (AESP/PEA) não são ritmos chocáveis. Nelas, o desfibrilador não resolve o problema, porque o coração não está em fibrilação ou taquicardia elétrica passível de reversão por choque; o manejo é outro, com compressões de alta qualidade, adrenalina e busca da causa reversível. Por isso, o gabarito é a letra D. Ela traz exatamente os dois ritmos em que o desfibrilador é indicado na criança: taquicardia ventricular sem pulso e fibrilação ventricular. É o tipo de cobrança que a FGV adora: trocar um ritmo chocável por um não chocável e ver quem cai no truque. Como fundamento, as diretrizes de ressuscitação da American Heart Association e do PALS, além dos protocolos do Suporte Avançado de Vida em Pediatria, mantêm essa regra: choque apenas nos ritmos chocáveis, isto é, FV e TV sem pulso.

Questão 3

O Planejamento é a etapa do Processo de Enfermagem em que o enfermeiro:

  • A)interpreta e agrupa os dados coletados na etapa correspondente;
  • B)determina as ações ou intervenções de enfermagem que serão realizadas;
  • C)realiza as ações ou intervenções de enfermagem determinadas;
  • D)verifica se as intervenções de enfermagem tiveram o resultado esperado;
  • E)coleta todos os dados necessários para as demais etapas do processo.
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Resposta correta: B

No Processo de Enfermagem, cada etapa tem uma função bem definida, como se fosse um roteiro para o cuidado não virar improviso. Primeiro você coleta dados, depois interpreta esses dados, formula diagnósticos, planeja o cuidado, executa e, por fim, avalia os resultados. O Planejamento é justamente o momento de decidir o que será feito para atender às necessidades identificadas, ou seja, escolher as ações e intervenções de enfermagem mais adequadas. Por isso, o gabarito é a letra B. Nessa fase, o enfermeiro determina as intervenções de enfermagem que serão realizadas, com base nos diagnósticos formulados e nos objetivos esperados. É a etapa que transforma a análise em um plano prático de cuidado. As demais alternativas descrevem outras fases do processo: interpretar e agrupar dados corresponde à análise/diagnóstico, executar ações é a implementação, verificar resultados é a avaliação, e coletar dados é a investigação. Então, cuidado com a troca de nomes, porque a banca adora embaralhar essas etapas. Como referência doutrinária, a Resolução COFEN nº 358/2009 organiza o Processo de Enfermagem nessas etapas e reforça que o planejamento vem antes da execução. Em prova, pense assim: primeiro eu entendo o problema, depois eu escolho a estratégia, só então eu parto para a ação.

Questão 4

Paciente deu entrada na unidade de saúde, vítima de perfuração torácica por objeto contundente, apresentando dispneia, confusão mental, ansiedade e tontura. A gasometria arterial forneceu os seguintes valores: pH = 7,29 PaCO2 = 50 mmHg HCO3 = 30mEq/L. O quadro descrito indica a ocorrência de

  • A)acidose mista.
  • B)acidose metabólica.
  • C)alcalose respiratória.
  • D)acidose respiratória.
  • E)alcalose metabólica.
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Resposta correta: D

Quando voce analisa gasometria, pense em 3 passos: primeiro o pH, depois quem puxou o desequilíbrio, e por fim se houve compensação. Aqui o pH 7,29 mostra acidemia, ou seja, o sangue está mais ácido do que deveria. Em seguida, o PaCO2 está alto, em 50 mmHg. Como o CO2 funciona como um ácido volátil, seu aumento aponta para retenção de gás carbônico por hipoventilação, o que caracteriza acidose respiratória. O bicarbonato veio elevado, em 30 mEq/L, o que sugere tentativa de compensação renal. O rim segura bicarbonato para amortecer a acidose, mas isso leva tempo e não elimina a causa principal. Então, apesar da compensação, o distúrbio predominante continua sendo respiratório, porque o problema de base é a eliminação inadequada de CO2. No contexto clínico, a perfuração torácica pode comprometer a ventilação, causar dor, instabilidade respiratória e troca gasosa ruim. Isso combina muito bem com retenção de CO2 e queda do pH. Em linguagem de prova: pH baixo + PaCO2 alto = acidose respiratória. Simples, direto e sem drama de UTI desnecessário. Portanto, o gabarito é a alternativa D, pois os dados laboratoriais e o quadro clínico apontam para acidose respiratória com compensação metabólica parcial.

Questão 5

Entre as metas hemodinâmicas, no pós-operatório de uma cirurgia cardíaca, estão

  • A)PAS 100-130mmHg e PAM > 60 mmHg.
  • B)FC > 100bpm e diurese > 1mL/kg/h.
  • C)Lactato arterial > 18 mg/ d L e FC < 80bpm.
  • D)GAP CO2 > 9 e IC < 2,5 L/min/m2.
  • E)Diurese < 1mL/kg/h e SvcO2 < 70%.
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Resposta correta: A

No pós-operatório de cirurgia cardíaca, a equipe monitora metas hemodinâmicas para garantir perfusão adequada dos órgãos e evitar complicações como choque, baixo débito cardíaco e lesão renal. Na prática, o raciocínio é simples: pressão suficiente para perfundir, frequência cardíaca controlada, diurese preservada e marcadores de perfusão sem sinais de sofrimento. Entre os parâmetros usados, a pressão arterial sistólica em faixa segura e a pressão arterial média acima de um nível mínimo são importantes para manter a perfusão tecidual. A PAM costuma ser o número mais valorizado na UTI, porque ela conversa diretamente com a irrigação dos órgãos. Se a pressão cai demais, os órgãos reclamam rápido, e a primeira vítima costuma ser o rim. Por isso, o gabarito A está correto: PAS entre 100 e 130 mmHg e PAM maior que 60 mmHg representam meta compatível com estabilidade hemodinâmica no pós-operatório. É uma faixa que busca equilíbrio entre perfusão e segurança, evitando tanto hipotensão quanto hipertensão, que podem sangrar a sutura ou comprometer órgãos. Já os outros itens trazem combinações de alerta, não de meta. Taquicardia, lactato alto, gap de CO2 elevado, índice cardíaco baixo, diurese reduzida e SvcO2 baixa apontam para hipoperfusão ou baixo débito. Em provas, a banca gosta de misturar parâmetro bom com outro ruim para ver se você separa meta de sinal de piora.

Questão 6

Na cadeia de sobrevivência da AHA (2020), para parada cardiorrespiratória pediátrica no ambiente intra-hospitalar, o terceiro elo da corrente é

  • A)recuperação.
  • B)prevenção precoce.
  • C)ressuscitação avançada.
  • D)RCP de alta qualidade.
  • E)cuidados pós-PCR.
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Resposta correta: D

A cadeia de sobrevivência da AHA organiza o atendimento da parada cardiorrespiratória em etapas que precisam vir na ordem certa, como um dominó bem montado. No contexto pediátrico intra-hospitalar, a lógica começa com prevenção e reconhecimento precoce, porque em criança muitas paradas são precedidas por piora clínica e chance de agir antes do colapso total. O terceiro elo, pela diretriz da AHA 2020, é a RCP de alta qualidade. Isso significa compressões adequadas, ritmo e profundidade corretos, mínima interrupção e ventilação conforme o cenário pediátrico. Em prova, essa é a etapa que costuma aparecer no meio do caminho entre reconhecer o problema e entrar em medidas mais avançadas. Depois da RCP de qualidade, vem a ressuscitação avançada, com suporte avançado de vida e tratamento da causa da parada. Só então entram os cuidados pós-PCR, que servem para estabilizar, proteger cérebro e coração e reduzir sequelas. Por isso, o gabarito é a letra D. A banca cobra exatamente a ordem da cadeia de sobrevivência da AHA 2020, e aqui não tem mistério: primeiro você identifica, depois faz a compressão bem feita, e só então amplia a abordagem. Em prova de enfermagem, acertar a sequência vale ouro.

Questão 7

Os mecanismos de controle por feedback negativo da circulação tendem a normalizar o débito cardíaco e a pressão arterial. Entre esses mecanismos está o reflexo barorreceptor. O reflexo barorreceptor, por meio da estimulação simpática da circulação, ocasionará

  • A)a diminuição do débito de água e de sal pelos rins.
  • B)o aumento da constrição das artérias e veias periféricas.
  • C)o aumento da pressão arterial média, restaurando a volemia.
  • D)o aumento acentuado da retenção de líquido pelos rins.
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Resposta correta: B

O reflexo barorreceptor é um dos jeitos mais rápidos que o corpo usa para não deixar a pressão arterial despencar ou subir demais. Ele fica atento aos estiramentos nas paredes das artérias, principalmente se a pressão cai, e então aciona o sistema nervoso simpático para corrigir a situação em segundos. É quase como um “piloto automático” da circulação. Quando o simpático entra em cena, ele provoca vasoconstrição, isto é, aperta os vasos periféricos. Isso aumenta a resistência vascular e ajuda a recuperar a pressão arterial. Além disso, também favorece aumento da frequência e da força de contração do coração, mas o ponto central da questão é o efeito sobre os vasos. Por isso, a alternativa correta é a B: o aumento da constrição das artérias e veias periféricas. As artérias oferecem mais resistência ao fluxo, e as veias diminuem sua capacidade de armazenar sangue, o que ajuda a devolver mais sangue ao coração e sustentar a pressão. É uma resposta rápida, típica do controle neural da circulação. Já as alternativas sobre rim e retenção de líquido falam mais de mecanismos hormonais e mais lentos, como renina-angiotensina-aldosterona e ADH. O barorreflexo pode até influenciar isso indiretamente em situações prolongadas, mas não é sua resposta imediata clássica.

Questão 8

O conjunto de medidas comportamentais dos profissionais de saúde visando à prevenção de contaminação cruzada entre o ambiente sujo e o ambiente limpo, na ausência de barreiras físicas, é denominado

  • A)antissepsia.
  • B)desinfecção.
  • C)barreira técnica.
  • D)precaução por contato.
  • E)bloqueio preventivo.
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Resposta correta: C

Na Central de Material Esterilizado (CME), existe uma ideia muito importante: separar o que está sujo do que está limpo sem deixar essa sujeira “viajar” de um lado para o outro. Quando não há barreiras físicas, essa separação precisa ser feita por meio de comportamento, organização do fluxo e disciplina da equipe. Isso é o que se chama de barreira técnica. Pense assim: se a parede não existe, a regra de ouro vira o jeito de trabalhar. Então a equipe evita cruzamento de materiais, profissionais, mãos, roupas e trajetos entre áreas contaminadas e áreas limpas. O foco é prevenir contaminação cruzada, garantindo que o processo aconteça em sequência lógica e segura. O gabarito é a letra C porque barreira técnica é exatamente o conjunto de medidas comportamentais adotadas pelos profissionais para compensar a ausência de barreiras físicas entre ambiente sujo e ambiente limpo. É um conceito clássico da CME e aparece ligado à organização do fluxo, à disciplina operacional e ao respeito às áreas restritas e semicríticas do setor. As outras alternativas trazem termos parecidos, mas com outra função: antissepsia e desinfecção são medidas sobre microrganismos e superfícies, e não sobre a organização comportamental entre áreas. Em prova, a FGV gosta de trocar o nome bonito da medida pelo conceito real, então vale decorar a lógica: sem parede, entra a técnica.

Questão 9

Como medida de prevenção de infecção hospitalar, a Anvisa recomenda que os cateteres umbilicais arteriais sejam mantidos, no máximo, por

  • A)3 dias.
  • B)5 dias.
  • C)8 dias.
  • D)10 dias.
  • E)15 dias.
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Resposta correta: B

Na terapia intensiva neonatal, o cateter umbilical arterial é um recurso útil para monitorização e coleta de sangue, mas ele também aumenta o risco de infecção relacionada à assistência. Por isso, a Anvisa orienta que esse dispositivo seja mantido pelo menor tempo possível, com limite de até 5 dias quando houver necessidade clínica e boa indicação de uso. A lógica é simples: quanto mais tempo o cateter fica, maior a chance de colonização por microrganismos e de complicações locais e sistêmicas. Em prova, a banca costuma cobrar esse prazo como medida de prevenção de infecção hospitalar, então vale decorar o número com carinho: 5 dias. Assim, o gabarito B está correto porque corresponde ao tempo máximo recomendado pela Anvisa para manutenção do cateter umbilical arterial. Passou disso, a tendência é aumentar o risco infeccioso, e o cuidado precisa ser reavaliado. Esse é um daqueles temas em que a regra é curta, mas importante: dispositivo invasivo em recém-nascido exige vigilância máxima, técnica rigorosa e retirada precoce quando possível.

Questão 10

Durante a campanha do Outubro Rosa, promovida pelo Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia, a equipe de saúde orientou a respeito dos fatores que podem aumentar o risco de câncer de mama. Um desses fatores é:

  • A)menopausa antes dos 55 anos;
  • B)histórico familiar de câncer de ovário;
  • C)primeira gravidez antes dos 30 anos;
  • D)primeira menstruação após os 12 anos;
  • E)histórico familiar de diabetes tipo 2.
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Resposta correta: B

O câncer de mama tem fatores de risco bem conhecidos, e a prova gosta de cobrar os ligados a hormônios, história reprodutiva e herança familiar. Entre os principais, entram menarca precoce, menopausa tardia, nuliparidade, primeira gestação em idade mais avançada, uso prolongado de hormônios em alguns contextos e, principalmente, histórico familiar de câncer de mama e de ovário, sobretudo em parentes de primeiro grau. A lógica é simples: quanto maior a exposição hormonal ao longo da vida e quanto maior a suspeita de predisposição genética, maior tende a ser o risco. Por isso, o histórico familiar de câncer de ovário chama atenção, porque pode sugerir mutações hereditárias, como BRCA1 e BRCA2, que aumentam o risco de câncer de mama e de ovário. No caso da questão, o gabarito é a letra B. Se você viu câncer de ovário na família, acendeu a luz amarela. Em saúde da mulher, essa associação é clássica e muito explorada em concurso. As outras alternativas tentam confundir com fatores que, na verdade, não aumentam o risco ou estão formulados ao contrário. Menopausa antes dos 55 anos e primeira menstruação após os 12 anos reduzem, e primeira gravidez antes dos 30 anos também costuma ser protetora.

Perguntas frequentes

Este quiz de Enfermagem FGV é gratuito?

Sim. As 10 questões são gratuitas, com gabarito e microaula (explicação) em cada uma.

As questões de Enfermagem FGV são reais de concurso?

Sim. São questões reais de concursos públicos e da OAB, da banca FGV, selecionadas do acervo do furafila.

Como treinar mais questões de Enfermagem FGV?

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A FGV é uma banca difícil?

É considerada uma das mais exigentes pela combinação de enunciados longos, foco em interpretação e pegadinhas finas. A dificuldade está menos no conteúdo cru e mais na leitura atenta e na resistência ao longo de uma prova extensa.

Como são as questões da FGV?

Em geral múltipla escolha com cinco alternativas, em forma de caso prático, com textos longos e alternativas igualmente detalhadas. Muitas cobram inferência, ou seja, informação implícita que exige raciocínio. Vários concursos têm também fase discursiva com limite de linhas.

Qual a melhor forma de estudar pra banca FGV?

Resolver muitas questões da própria FGV, cronometrando, lendo o enunciado inteiro antes das alternativas e revisando os erros por causa (interpretação, pegadinha ou conteúdo). O treino precisa imitar o formato real da prova.

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