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Questões de Educação Física CESPE/CEBRASPE: comentadas e grátis

Pratique questões de Educação Física da banca CESPE/CEBRASPE, comentadas e de graça, para concursos públicos. Gabarito e explicação em cada questão.

10 questões comentadas · grátis

Questão 1

A respeito do conhecimento do esporte, suas categorias e sua tematização nas aulas de educação física na escola, assinale a opção correta.

  • A)Nas aulas, deve-se evitar tematizar o e-sports, em função de se reconhecer nesta prática um fomento ao sedentarismo entre crianças e jovens.
  • B)Os esportes de rede/parede precisam ser evitados com alunos mais novos, sendo mais bem aproveitados no ensino médio, em razão de sua complexidade.
  • C)O futebol generificado, expressão do esporte de invasão, permite um trabalho pedagógico que procura reconhecer as desigualdades de gênero presentes na sociedade em geral.
  • D)Esportes de marca devem ser desenvolvidos com alunos que apresentam uma boa capacidade em termos de aptidão física, dado os riscos apresentam quando praticados por pessoas não condicionadas fisicamente.
  • E)Esportes de combate colaboram no planejamento das aulas e na organização do espaço e tempo entre os alunos, na medida em que favorecem a divisão das turmas por gênero.
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Resposta correta: C

Na Educação Física escolar, o esporte não deve aparecer só como técnica ou treino de rendimento. A ideia é tematizar as práticas corporais como conteúdo de aprendizagem, discutindo regras, sentidos culturais, inclusão, gênero, mídia e participação de todos. Isso vale para diferentes categorias de esporte, como invasão, marca, rede/parede e combate, sempre com adaptação pedagógica ao nível da turma. A alternativa correta é a C porque o futebol, como esporte de invasão, pode e deve ser trabalhado também a partir da leitura crítica das relações de gênero. Quando a questão fala em "futebol generificado", ela aponta justamente para um uso pedagógico que reconhece desigualdades historicamente construídas entre meninos e meninas no esporte e na sociedade. Em vez de fingir que essas diferenças não existem, o professor pode problematizá-las e ampliar a participação de todos. Isso está alinhado à BNCC, que trata a Educação Física como componente voltado à vivência, compreensão e análise das práticas corporais em suas dimensões culturais e sociais. Ou seja, não é só jogar por jogar: é aprender com o jogo, inclusive sobre exclusão, estereótipos e oportunidades desiguais. Na lógica da banca, o ponto central é esse olhar crítico e inclusivo. O esporte na escola não é vitrine de desempenho, mas conteúdo educativo. Quando a aula ajuda o aluno a enxergar como o futebol também reproduz ou questiona papéis de gênero, você está fazendo exatamente o que se espera da tematização pedagógica.

Questão 2

Julgue os itens a seguir, considerando o conteúdo Ginástica proposto para o 7.º ano do ensino fundamental. I A existência de diferenças corporais e de performances, decorrentes de distintos contextos sociais, engendram obstáculos para a prática de exercícios físicos. II A resistência aeróbia consiste na capacidade física que permite à pessoa manter um esforço de intensidade moderada por um longo período, equilibrando a captação e o consumo de oxigênio. III A melhoria da resistência aeróbia depende do volume e da frequência da prática de exercícios físicos, não havendo necessidade de abordar as relações desta capacidade física com a frequência cardíaca (FC). IV A flexibilidade pode ser entendida como a capacidade de mobilidade de determinada articulação em um ângulo completo, ou seja, a amplitude de movimento dessa articulação. Estão certos apenas os itens

  • A)I e II.
  • B)I e IV.
  • C)II e III.
  • D)II e IV.
  • E)III e IV.
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Resposta correta: D

Neste tipo de questão, a banca mistura conceitos básicos de ginástica e capacidades físicas com afirmações de senso comum. O ponto principal aqui é separar o que é correto do que parece correto, porque CESPE gosta de trocar a definição certinha por uma versão meio torta. Na educação física escolar, resistência aeróbia e flexibilidade aparecem muito em atividades de ginástica, alongamento, jogos e circuitos. A resistência aeróbia é a capacidade de sustentar um esforço por tempo prolongado, com intensidade leve a moderada, usando bem o sistema cardiorrespiratório e o consumo de oxigênio. Já a flexibilidade é a amplitude de movimento de uma articulação, isto é, o quanto ela consegue se mover com liberdade. Essas duas definições são clássicas e costumam aparecer em materiais pedagógicos da área e nos conteúdos da BNCC para a etapa escolar, sempre ligadas à vivência corporal e ao desenvolvimento das capacidades motoras. O item II está correto porque descreve exatamente a resistência aeróbia: esforço moderado por bastante tempo, com equilíbrio entre captação e consumo de oxigênio. O item IV também está correto, pois flexibilidade é mesmo a capacidade de movimentação articular, ou amplitude de movimento. Aqui não tem mistério: a banca quer a definição limpa, sem inventar moda. Assim, o gabarito D faz sentido porque apenas os itens II e IV estão certos. Os itens I e III escorregam: o I generaliza demais a ideia de diferenças corporais como obstáculo, e o III erra ao minimizar a relação entre resistência aeróbia e frequência cardíaca, que é um indicador importante no controle e na adaptação do treinamento.

Questão 3

Assinale a opção que apresenta exemplos de danças urbanas.

  • A)carimbó, bumba meu boi, catira, hip-hop
  • B)forró, salsa, bolero, valsa, chá-chá-chá
  • C)popping, locking, breaking, funk
  • D)funk, balé, jazz, dança contemporânea
  • E)breaking, xaxado, frevo, samba
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Resposta correta: C

Danças urbanas são manifestações ligadas ao ambiente das cidades, muito associadas à cultura de rua, ao hip-hop e a outras expressões contemporâneas que nasceram ou se popularizaram nos centros urbanos. Em prova, o sinal mais clássico é perceber se a alternativa traz estilos que surgiram na cena urbana, com forte presença de improviso, ritmo marcante e influência da cultura periférica e das batalhas de dança. Aqui, o gabarito é a letra C porque popping, locking, breaking e funk são exemplos típicos de danças urbanas. Breaking é um dos pilares da cultura hip-hop; popping e locking também fazem parte dessa mesma estética de rua; e o funk, no contexto das danças urbanas, aparece como expressão corporal ligada à cultura popular urbana. Ou seja, a alternativa reúne estilos com esse DNA urbano bem característico. As demais opções misturam danças folclóricas, de salão ou eruditas com termos urbanos, o que derruba a resposta. A banca gosta exatamente dessa mistura para ver se você sabe separar cultura popular tradicional, dança de salão e danças urbanas. Em termos doutrinários, essa classificação é tratada nos conteúdos de Educação Física e dança como parte das manifestações corporais da cultura, sem uma lei específica determinando a lista de estilos, então a cobrança costuma ser conceitual.

Questão 4

Dança de salão genuinamente brasileira, que inicialmente consistia em uma festa, transformada em ritmo e, posteriormente, em dança. Seu ritmo é basicamente marcado pela presença de três instrumentos. O texto acima trata do

  • A)forró.
  • B)samba.
  • C)maracatu.
  • D)maxixe.
  • E)jongo.
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Resposta correta: A

A questão descreve o forró, uma expressão cultural genuinamente brasileira que nasceu ligada a festas populares e, com o tempo, consolidou-se como ritmo e dança de salão. No imaginário popular, ele aparece muito associado ao Nordeste, ao clima de arrasta-pé e à música marcada por instrumentos bem característicos. O ponto-chave aqui é a formação instrumental: o forró tradicional é basicamente conduzido por três instrumentos, que costumam aparecer juntos e dão sua identidade sonora. São eles a sanfona, o zabumba e o triângulo. Quando a banca cita esse conjunto e a ideia de festa que vira dança, ela está apontando diretamente para o forró. Por isso, o gabarito A está correto. A descrição não combina com outras danças populares brasileiras cobradas em prova, porque o forró tem justamente esse perfil de dança social, festiva e ritmada, muito ligado às tradições nordestinas e ao trio instrumental clássico. Em termos de prova, vale guardar essa associação: forró = festa, dança de salão brasileira e trio sanfona-zabumba-triângulo. É aquele tipo de questão em que a banca troca o nome, mas entrega praticamente a identidade toda do ritmo.

Questão 5

O conteúdo Ginástica para os anos finais do ensino fundamental inclui movimentos do corpo realizados com intencionalidade, programados e sistematizados, que sejam praticados com regularidade. Essa definição diz respeito a

  • A)capacidades físicas.
  • B)atividades físicas.
  • C)práticas esportivas.
  • D)práticas corporais.
  • E)exercícios físicos.
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Resposta correta: E

A questão está cobrando uma distinção clássica da Educação Física escolar: nem todo movimento do corpo vira o mesmo nome. Quando há movimento corporal com intencionalidade, planejamento, sistematização e prática regular, a ideia é de exercício físico, e não apenas de uma movimentação qualquer do dia a dia. Pense assim: subir escada para pegar o elevador é vida real; fazer uma série de agachamentos com objetivo definido já entra no campo dos exercícios.

Questão 6

Os elementos constitutivos das danças a serem identificados e apropriados nos anos finais do Ensino Fundamental são

  • A)ritmo, espaço, gestos.
  • B)movimento corporal, ritmo, tempo.
  • C)gestos, coordenação motora, agilidade.
  • D)flexibilidade, agilidade, gestualidade.
  • E)lateralidade, espaço, tempo.
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Resposta correta: A

Nas danças escolares, o foco dos anos finais do Ensino Fundamental costuma ser a leitura e a produção de movimentos com sentido, e não a ideia de “dançar bonito” ou de decorar passos prontos. A proposta é fazer você perceber os elementos que organizam a dança como linguagem: o ritmo, o espaço e os gestos/movimentos corporais. Em outras palavras, a dança vira um jeito de comunicar e criar, usando o corpo no tempo e no espaço. A BNCC, na unidade temática Danças, orienta que o estudante vivencie, analise e crie danças valorizando elementos constitutivos como ritmo, espaço e gestualidade. Isso aparece como conteúdo central para que você identifique como o corpo se desloca, marca pulsação, ocupa o ambiente e expressa ideias. Ou seja, a dança não é só repetição mecânica, é organização expressiva do movimento. Por isso, o gabarito A está correto: ritmo, espaço e gestos são exatamente componentes essenciais para reconhecer e apropriar as danças nos anos finais. Eles ajudam a entender como a dança se estrutura e como ela pode ser criada, adaptada e interpretada na escola. As demais alternativas misturam capacidades físicas, habilidades motoras ou categorias mais gerais da Educação Física, mas não trazem os elementos constitutivos mais clássicos da dança escolar. A banca gosta dessa troca de figurino: coloca “agilidade” e “coordenação” onde deveria aparecer linguagem corporal e organização do movimento.

Questão 7

Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, as lutas são “disputas em que os oponentes devem ser subjugados, com técnicas e estratégias de desequilíbrio, imobilização ou exclusão de determinado espaço na combinação de ações de ataque e defesa. Caracterizam-se por uma regulamentação específica a fim de punir atitudes de violência e deslealdade”. Tendo o texto precedente como referência inicial, assinale a opção que apresenta uma afirmação a respeito do processo de evolução das lutas para práticas esportivas.

  • A)As artes marciais são formas de combate que se utilizam do corpo e da cultura para preparar seus adeptos física e espiritualmente.
  • B)As artes marciais surgiram a partir de uma luta indiana denominada vajramushti, a arte marcial mais antiga de que se tem conhecimento.
  • C)Na briga, diferentemente do que ocorre nas lutas, não há regras nem limites para a intensidade da agressividade, prevalecendo a raiva e o desrespeito ao oponente.
  • D)As lutas, como práticas esportivizadas, devem se associar a todas as características do esporte, tais como ações competitivas, utilização de regras oficiais, representação institucionais por meio de federações, associações etc.
  • E)Acredita-se que as lutas tenham se originado há pelo menos 5.000 anos, sendo as informações mais antigas sobre as artes marciais datadas de 3.000 a.C.
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Resposta correta: D

Os PCNs tratam as lutas como conteúdos da Educação Física escolar que envolvem oposição, estratégia, controle de distância, desequilíbrio e regras para evitar que a atividade vire simples violência. A ideia central é mostrar que lutar não é sair distribuindo força sem critério: existe técnica, limite, respeito e intenção pedagógica. Na escola, isso ajuda o aluno a compreender o corpo, o outro e a convivência, sem transformar a aula em caos de recreio inspirado. Quando a luta passa a ser praticada como esporte, ela ganha elementos típicos da esportivização: regras mais estáveis, competição organizada, categorias, arbitragem e reconhecimento institucional. É exatamente esse caminho que a questão cobra. A alternativa D está correta porque relaciona as lutas esportivizadas a características do esporte, como competição, regras oficiais e representação por entidades como federações e associações. Esse processo de passagem da luta para o esporte não apaga a origem cultural da prática, mas reorganiza sua forma de disputa. Em vez de violência livre, entra um conjunto de normas que protege os praticantes e padroniza o confronto. Por isso, a lógica das lutas esportivas se aproxima da lógica esportiva em geral: disputa regulamentada, institucionalização e controle das ações. Em prova, lembre-se: luta escolar não é sinônimo de briga, e luta esportiva não é só força bruta. O foco é técnica, estratégia e regulamentação, que é justamente o que a banca quer que você enxergue.

Questão 8

Após contextualizar o grafite no âmbito da cultura do hip-hop, determinada professora dividiu os estudantes da turma do 7.º ano em grupos e pediu que recriassem obras mostradas em grafites. Após a conclusão do trabalho, a professora chamou a atenção de um dos grupos de que faltava incluir a assinatura do grupo na obra. No grafite, a assinatura referida pela professora denomina-se

  • A)break.
  • B)writer.
  • C)tag.
  • D)stencil art.
  • E)throw-up.
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Resposta correta: C

No universo do grafite e do hip-hop, existe uma linguagem própria, e isso costuma cair em prova quando a banca quer testar se voce conhece o vocabulário da cultura urbana. A obra pode ter estilo, técnica, molde, letra e até assinatura do artista ou do grupo. Essa assinatura não é um detalhe decorativo qualquer: ela identifica quem produziu o grafite. Quando a professora disse que faltava incluir a assinatura do grupo, ela estava se referindo ao nome pelo qual o autor ou crew se identifica no muro. No vocabulário do grafite, essa assinatura recebe o nome de tag. É, por assim dizer, a marca de presença do grafiteiro: simples, direta e reconhecível. As outras opções misturam termos de contextos diferentes do hip-hop ou de técnicas específicas. Por isso, a resposta correta é a letra C. Em linguagem de prova, tag é a assinatura estilizada do grafiteiro, usada para marcar autoria dentro da cultura do grafite. Então, se a questão fala em assinatura da obra no grafite, pense imediatamente em tag. É o termo clássico e mais cobrado quando a banca quer diferenciar autoria, estilo e técnica de intervenção urbana.

Questão 9

Ao brincar, a criança não está preocupada com os resultados. É o prazer e a motivação que impulsionam a ação para explorações livres. A conduta lúdica, ao minimizar as consequências da ação, contribui para a exploração e a flexibilidade do ser que brinca. Tizuko Kishimoto. O brincar e suas teorias. São Paulo: Pioneira, 2002. Acerca da prática pedagógica da educação física com relação ao brincar, assinale a opção correta.

  • A)Brincadeiras esportivas auxiliam a prática de liberdade das crianças ao mesmo tempo em que aperfeiçoam nelas o gesto técnico.
  • B)Brincadeiras infantis tendem à simplificação motora e o professor precisa intervir para aperfeiçoar tal estímulo.
  • C)Explorar brincadeiras com liberdade na escola representa um descompromisso pedagógico com a criança.
  • D)Mediações pedagógicas exploram o brincar como parte do processo de desenvolvimento integral da criança.
  • E)A brincadeira com regras se impõe na escola como expressão que legitima a prática pedagógica da educação física.
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Resposta correta: D

Na educação física escolar, o brincar não é um enfeite da aula e muito menos um intervalo sem valor. Ele faz parte do modo como a criança aprende, se expressa, experimenta regras, lida com o corpo, com o outro e com o espaço. Quando a brincadeira entra na escola com intencionalidade pedagógica, ela ajuda no desenvolvimento motor, cognitivo, social e afetivo da criança, sem transformar tudo em treino mecânico. A ideia central do texto de Kishimoto é simples: no brincar, a criança age com prazer, liberdade e pouca preocupação com resultado final. Isso não significa ausência de aprendizagem. Pelo contrário, significa que a aprendizagem acontece de forma mais viva, exploratória e criativa. Na escola, o professor não deve engessar o brincar, mas mediar, observar, propor desafios e organizar experiências que favoreçam esse desenvolvimento integral. Por isso, o gabarito é a letra D. As mediações pedagógicas exploram o brincar como parte do processo de desenvolvimento integral da criança, ou seja, o professor usa a brincadeira como recurso educativo sem matar sua natureza lúdica. Essa visão dialoga com os documentos da educação infantil e da educação básica, como as Diretrizes Curriculares Nacionais, que valorizam interações, brincadeiras e desenvolvimento integral. Em resumo: brincar não é só gastar energia nem só repetir técnica. Na escola, brincar bem pensado vira aprendizagem com sentido, e isso é exatamente o que a questão cobra.

Questão 10

Uma professora do 8.º ano do ensino fundamental organiza, em um campo aberto e amplo, um circuito composto de quatro estações e que receberão pequenos grupos de alunos. A primeira estação possui entre dois grossos troncos de árvore uma fita de slackline e uma corda montada como “falsa baiana”. A segunda estação possui um conjunto de obstáculos constituídos por bancos, arcos e cones e que precisam ser ultrapassados. A terceira estação possui no solo a projeção de um muro de escalada no qual os alunos devem passar várias vezes sem repetir o uso das pegadas (alteração de percurso). Por fim, a quarta estação apresenta dois skates que devem ser usados em um mesmo percurso, mas sempre de forma diferente, ora em pé (remando com os membros inferiores), ora sentado (remando com os membros superiores). As práticas ilustradas nesse circuito são representações de vivências em aulas de educação física das

  • A)práticas corporais integrativas.
  • B)práticas corporais rítmicas.
  • C)práticas corporais de combate.
  • D)práticas corporais de aventura.
  • E)práticas corporais alternativas.
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Resposta correta: D

A questão descreve um circuito com atividades que exigem equilíbrio, superação de obstáculos, variação de trajetos e deslocamentos em equipamentos como slackline, bancos, arcos, cones, muro de escalada e skate. Esse conjunto é bem típico das práticas corporais de aventura, especialmente das vivências de aventura urbana e na natureza adaptadas ao contexto escolar. Em outras palavras, a ideia aqui é desafiar o aluno a se movimentar com controle, tomada de decisão e exploração de percursos diferentes, e não apenas correr, saltar ou competir por desempenho. Na Educação Física escolar, as práticas corporais de aventura fazem parte do conteúdo da cultura corporal e aparecem em documentos curriculares como a BNCC, que reconhece essas práticas como objeto de ensino. Elas valorizam risco controlado, criatividade, cooperação e superação de desafios corporais, sempre com adaptação pedagógica e segurança. A escola não está treinando um esporte radical de alto rendimento, mas oferecendo uma experiência motora variada e significativa. O gabarito é a letra D porque todas as estações do circuito remetem a desafios corporais típicos de aventura: equilíbrio em fita suspensa, transposição de obstáculos, deslocamento em percurso alterado e uso de skate em diferentes formas de locomoção. O foco está na vivência do desafio, na adaptação do corpo ao ambiente e na exploração de soluções motoras, que são marcas centrais desse conteúdo. Se você pensou em outras alternativas, a armadilha foi olhar só para a aparência da atividade e não para a lógica pedagógica. Em prova de Educação Física, a CESPE/CEBRASPE costuma cobrar a classificação correta da prática corporal a partir das características do movimento e do objetivo da vivência.

Perguntas frequentes

Este quiz de Educação Física CESPE/CEBRASPE é gratuito?

Sim. As 10 questões são gratuitas, com gabarito e microaula (explicação) em cada uma.

As questões de Educação Física CESPE/CEBRASPE são reais de concurso?

Sim. São questões reais de concursos públicos e da OAB, da banca CESPE/CEBRASPE, selecionadas do acervo do furafila.

Como treinar mais questões de Educação Física CESPE/CEBRASPE?

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Como funciona a pontuação da Cebraspe?

É líquida: um item errado anula um certo (fator 1:1) e, em alguns certames, são duas erradas para anular uma certa (2:1). Por isso o chute aleatório, na média, reduz a nota.

Quantos itens devo deixar em branco na Cebraspe?

Candidatos aprovados costumam deixar de 10% a 20% dos itens em branco, justamente os que seriam chute puro, para proteger a pontuação líquida.

A Cebraspe cobra decoreba ou entendimento?

Mais entendimento. Ela explora conceitos, exceções e aplicação prática, então estudar só palavra-chave não basta: é preciso saber quando a regra não vale.

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