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Questões de Contabilidade CESPE/CEBRASPE: comentadas e grátis

Pratique questões de Contabilidade da banca CESPE/CEBRASPE, comentadas e de graça, para concursos públicos. Gabarito e explicação em cada questão.

10 questões comentadas · grátis

Questão 1

Com relação aos pronunciamentos técnicos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), julgue o próximo item. A dívida que uma entidade mantém com o intuito de negociação no mercado deve ser classificada no passivo circulante.

  • C)Certo
  • E)Errado
Ver gabarito e explicação

Resposta correta: C

Em contabilidade, a classificação entre circulante e nao circulante depende, em regra, da expectativa de realizacao ou liquidação no curto prazo. Se a dívida é mantida com o intuito de negociação no mercado, ela entra na lógica de passivos financeiros destinados à negociação, isto é, algo que pode ser vendido, recomprado ou liquidado rapidamente, dentro do ciclo operacional ou em até 12 meses. Por isso, o CPC trata esse tipo de obrigação como passivo circulante. A ideia aqui é simples: se a entidade assume a dívida já pensando em negociar no mercado, ela nao tem perfil de compromisso de longo prazo. O passivo circulante serve justamente para obrigações exigíveis em prazo curto, e a intenção de negociação reforça essa natureza imediata. É o famoso "não é para dormir no caixa por anos". O CPC 26 (Apresentação das Demonstrações Contábeis) e os critérios de classificação do passivo circulante apontam que obrigações mantidas para negociação sao classificadas no circulante. Além disso, a lógica dos pronunciamentos alinhados ao IFRS, como o CPC 48, também distingue instrumentos financeiros mantidos para negociação, o que reforça a natureza de curto prazo dessa obrigação. Então o gabarito C está correto porque a dívida mantida com intuito de negociação no mercado deve, sim, ser apresentada no passivo circulante, já que sua destinação é compatível com exigibilidade ou liquidação em curto prazo.

Questão 2

Uma empresa com fins lucrativos prestadora de serviços ao governo do estado do Ceará contratou, no dia 1.º do último mês findo, um novo funcionário de relações públicas, com salário de R$ 10.000, mais encargos legais, a ser pago no 5.º dia útil após o mês de prestação dos serviços. Com relação à situação hipotética anterior, julgue o item seguinte. O pagamento do salário e dos encargos do novo funcionário é um fato contábil misto, com saída de recursos do ativo, baixa de passivos e impacto negativo sobre o patrimônio líquido.

  • C)Certo
  • E)Errado
Ver gabarito e explicação

Resposta correta: E

Aqui mora a pegadinha clássica do regime de competência. Se o funcionário prestou o serviço ao longo do mês, a despesa com salários e encargos deve ser reconhecida quando o serviço é prestado, mesmo que o pagamento só ocorra depois. Em outras palavras: primeiro a empresa reconhece a obrigação no passivo e a despesa na DRE; depois, quando paga, ela só liquida essa dívida. Então, no momento do pagamento, ocorre saída de caixa no ativo e baixa de um passivo. Isso é um fato contábil permutativo, porque troca um ativo por redução de passivo, sem alterar o patrimônio líquido naquele instante. O efeito negativo no PL já aconteceu antes, no reconhecimento da despesa. Por isso o item está errado. Misturar pagamento com reconhecimento da despesa é o erro mais comum. Na prática, a DRE já refletiu o custo do período quando o trabalho foi prestado; o pagamento só fecha a conta. Esse raciocínio está alinhado ao princípio/pressuposto da competência, previsto na Lei 6.404/1976 e nas normas contábeis aplicáveis.

Questão 3

Tendo em vista que as contas contábeis do passivo circulante devem refletir fidedignamente as obrigações da entidade, julgue o item a seguir, considerando os procedimentos para a realização de auditoria da apuração do ICMS por contribuinte que aderiu à escrituração fiscal digital (EFD). Para a validação do saldo da conta contábil de ICMS a recolher na escrituração contábil digital (ECD), é necessário analisar o registro H010 da EFC-ICMS/IPI, o qual se destina a discriminar os itens existentes no estoque.

  • C)Certo
  • E)Errado
Ver gabarito e explicação

Resposta correta: E

A conta de ICMS a recolher, no passivo circulante, deve bater com o que a empresa efetivamente apurou no período e com os registros fiscais e contábeis que sustentam essa apuração. Na prática de auditoria, você olha livros, apuração do imposto, saldos, compensações, estornos e pagamentos, para ver se a obrigação está bem registrada na ECD. O foco é conferir a dívida tributária, não o estoque em si. É aí que a questão tenta confundir: o registro H010 da EFD-ICMS/IPI serve para discriminar os itens existentes no estoque em 31 de dezembro, isto é, o inventário físico e valorado. Ele ajuda em controles de estoque e em outros testes de auditoria, mas não é o registro usado para validar saldo de ICMS a recolher na ECD. Para esse saldo, você deve olhar a apuração do ICMS e os lançamentos contábeis correspondentes, especialmente os registros fiscais de apuração e os reflexos no razão. Na EFD-ICMS/IPI, a lógica é simples: H010 fala de inventário; ICMS a recolher fala de apuração do imposto. Misturar os dois é como querer conferir a conta de luz olhando a geladeira aberta. São informações úteis, mas cada uma no seu lugar. Por isso, o item está errado. O fundamento está na própria estrutura da EFD-ICMS/IPI do SPED, em que o bloco H trata de inventário e o controle do ICMS devido decorre dos registros de apuração do imposto, não do H010.

Questão 4

Relativamente ao tratamento contábil de elementos patrimoniais diversos, julgue o item a seguir. Situação hipotética: Determinada empresa recorreu judicialmente contra a cobrança de alguns tributos e, na avaliação dos advogados da empresa, a probabilidade de ganho da ação é de 80%. Assertiva: Em função disso, o ativo contingente correspondente deve ser contabilizado no balanço patrimonial da companhia.

  • C)Certo
  • E)Errado
Ver gabarito e explicação

Resposta correta: E

Aqui a lógica é simples: ativo contingente não entra no balanço só porque parece provável ganhar a ação. No CPC 25, a regra é conservadora - o ativo contingente só deve ser reconhecido quando a realização do ganho for praticamente certa, isto é, quando não houver mais quase nenhuma dúvida relevante. Antes disso, ele fica fora do patrimônio e, em geral, apenas é divulgado em nota explicativa, se a entrada de benefícios for provável. Na situação do enunciado, a empresa avalia a chance de ganho em 80%. Parece alto, mas ainda não é "praticamente certo". Então não dá para contabilizar no balanço patrimonial como ativo. O máximo, nesse cenário, é a divulgação em notas, porque existe uma possibilidade relevante de entrada de recursos, mas sem o grau de certeza exigido para reconhecimento. Esse ponto é muito cobrado em prova porque a banca gosta de testar a diferença entre passivo contingente e ativo contingente. Para ativo contingente, o gatilho é bem mais exigente: reconhecimento só quando a realização do ganho for praticamente certa. Isso está alinhado ao CPC 25, convergente com a lógica do IAS 37. Resumo de prova: probabilidade alta, mas não praticamente certa, não basta para registrar. Então o item erra ao dizer que o ativo contingente correspondente deve ser contabilizado no balanço patrimonial.

Questão 5

Acerca dos reflexos de determinados eventos contábeis sobre o patrimônio/resultado das empresas, julgue o item a seguir. O registro do imposto de renda retido na fonte, advindo da folha de pagamento, proporcionará um aumento no passivo circulante da empresa no momento do reconhecimento da despesa com salários.

  • C)Certo
  • E)Errado
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Resposta correta: C

Quando a empresa reconhece a despesa com salários, ela não registra só o valor “bruto” que foi ganho pelo empregado. No mesmo lançamento, ela também reconhece os descontos que são devidos a terceiros ou ao Fisco, como INSS e IRRF, que a empresa apenas retém e depois recolhe. Isso cria uma obrigação no passivo circulante, porque a companhia passa a dever esse valor ao governo até a data do pagamento. Pense assim: o salário foi apropriado ao resultado, mas parte dele não vai para o empregado na conta. No caso do IRRF da folha, a empresa atua como responsável tributária, retendo o imposto e ficando com a obrigação de repassá-lo à Receita. Essa obrigação é normalmente registrada em passivo circulante, pois é de curto prazo. Por isso, o enunciado está correto: o registro do IRRF da folha de pagamento, no momento do reconhecimento da despesa com salários, aumenta o passivo circulante. Ao mesmo tempo, a despesa de salários afeta o resultado, e o valor retido não some no ar - ele vira dívida até o recolhimento. Na prática contábil, esse raciocínio é compatível com a lógica da NBC TG 26 e com a estrutura das demonstrações: a despesa é reconhecida por competência, e a retenção gera obrigação presente. Em prova, sempre desconfie quando a banca mistura salário bruto, líquido e retenções, porque o truque costuma estar exatamente aí.

Questão 6

Em cada um do item a seguir é apresentada uma situação hipotética seguida de uma assertiva a ser julgada a respeito das provisões e passivos e ativos contingentes. Determinada entidade enfrenta uma ação trabalhista por pagamento de horas extras e, segundo avaliação do departamento jurídico da empresa, essa ação tende a ser vencida pelos funcionários, desfecho usual de situações similares. Nessa situação, a empresa deve provisionar o valor provável da obrigação respectiva, divulgando o fato em suas notas explicativas.

  • C)Certo
  • E)Errado
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Resposta correta: C

Quando uma empresa enfrenta uma ação trabalhista, a primeira pergunta não é "vai dar ruim?", e sim se existe uma obrigação presente, se a saída de recursos é provável e se dá para estimar o valor com confiabilidade. Se esses três pontos aparecem juntos, a contabilidade manda reconhecer uma provisão. Isso vem do CPC 25, que trata provisões, passivos contingentes e ativos contingentes, e segue a lógica de prudência: melhor registrar o risco já conhecido do que fingir que ele não existe. No caso da questão, o jurídico informou que a ação tende a ser vencida pelos funcionários, ou seja, a empresa provavelmente terá de pagar as horas extras. Como há probabilidade de perda e a obrigação decorre de um fato passado, a entidade deve provisionar o valor provável da obrigação. Não é só divulgar em nota explicativa: a nota entra como complemento, mas o reconhecimento contábil no balanço é o ponto principal. É aí que muita gente escorrega: confunde provisão com passivo contingente. Passivo contingente, em regra, não é reconhecido, apenas divulgado, quando a perda é possível ou quando não há mensuração confiável. Já na situação descrita, a perda é provável e o valor pode ser estimado, então o caminho correto é o reconhecimento da provisão, com divulgação das informações relevantes em notas explicativas. Por isso o gabarito é C. A empresa deve sim provisionar o valor provável da obrigação trabalhista, e a evidenciação em notas explicativas também é necessária, conforme a lógica do CPC 25 e do tratamento clássico cobrado em concurso.

Questão 7

A respeito dos procedimentos estabelecidos pela legislação societária e pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) em relação às demonstrações contábeis, julgue o item a seguir. Na demonstração do resultado do exercício de uma empresa comercial, o lucro bruto representa a diferença entre a receita bruta das vendas e o somatório dos seguintes eventos: deduções das vendas, abatimentos e impostos.

  • C)Certo
  • E)Errado
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Resposta correta: E

Na DRE, a lógica é sempre em “degraus”. Primeiro você parte da receita bruta de vendas. Depois tira as deduções da receita, como devoluções, abatimentos e impostos incidentes sobre vendas, chegando à receita líquida. Só depois disso é que você subtrai o custo das mercadorias vendidas ou do serviço prestado para achar o lucro bruto. Ou seja, lucro bruto não nasce da simples comparação entre receita bruta e deduções. Esse cálculo aí ainda está “antes da linha do custo”. O lucro bruto é receita líquida menos custo das vendas. Em empresa comercial, isso normalmente significa receita bruta - deduções - custo das mercadorias vendidas. Por isso o item está errado: ele deixou de fora o principal componente que também entra na conta do lucro bruto, que é o custo. Sem ele, você não chega ao lucro bruto, apenas à receita líquida. Esse encadeamento é o que aparece na Lei 6.404/1976, art. 187, e também no CPC 26 (R1), que organizam a DRE nessa sequência. Em prova, quando a banca mistura receita líquida com lucro bruto, é quase sempre para ver se você percebeu esse “pulo do gato”.

Questão 8

A respeito das demonstrações contábeis, julgue o item subsequente. Para fins de elaboração da demonstração de fluxo de caixa pelo método indireto, uma redução na conta fornecedores, em razão de um desconto obtido, deve ser entendida como um fato gerador de caixa.

  • C)Certo
  • E)Errado
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Resposta correta: E

Na DFC pelo método indireto, voce parte do lucro e ajusta os efeitos que nao representam entrada ou saida de caixa. A ideia central e separar o que mexe no resultado do que realmente mexe no dinheiro. Por isso, reducoes em contas do passivo circulante nem sempre sao caixa novo entrando: tudo depende da natureza da operacao que gerou a variacao. No caso de fornecedores, a conta representa obrigacao com terceiros. Se ela diminui porque houve pagamento ao fornecedor, ai sim ha saida de caixa. Mas se a reducao ocorreu porque a empresa obteve um desconto, o efeito contabil pode reduzir o valor a pagar sem movimentacao de caixa, ou até afetar o resultado por receita/despesa financeira/comercial, conforme o caso. Ou seja, a simples queda no saldo de fornecedores nao permite concluir, automaticamente, que houve fato gerador de caixa. No metodo indireto, o que interessa e identificar os ajustes que realmente explicam a geracao operacional de caixa. Por isso, a assertiva erra ao tratar qualquer reducao em fornecedores, em razao de desconto obtido, como fato gerador de caixa. Em DFC, nao basta olhar a conta: voce precisa olhar a natureza da variacao. Se nao houve desembolso, nao ha caixa saindo, por mais bonito que o lancamento pareca no razoavel mundo da contabilidade. Fundamento: a CPC 03 (R2) e a NBC TG 03 tratam a DFC pelo metodo indireto como uma conciliacao entre lucro e caixa, com ajustes de itens sem efeito caixa e variacoes de capital de giro. A classificacao depende da substancia economica do fato, e nao apenas do nome da conta.

Questão 9

Considerando o disposto no pronunciamento técnico do CPC que trata de instrumentos financeiros, julgue o item a seguir. O reconhecimento de um ativo ou passivo financeiro no balanço patrimonial de uma entidade somente deve se dar quando essa entidade vier a se tornar parte das disposições contratuais do instrumento.

  • C)Certo
  • E)Errado
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Resposta correta: C

No CPC 48, a regra básica para reconhecer instrumentos financeiros é bem direta: o ativo ou passivo entra no balanço quando a entidade passa a ser parte das disposições contratuais do instrumento. Em outras palavras, não basta existir uma promessa genérica ou uma expectativa econômica; precisa haver vínculo contratual que faça a entidade assumir direitos ou obrigações do instrumento. Isso faz sentido porque contabilidade não trabalha com intuição, e sim com fatos econômicos formalizados. Se a entidade assinou e passou a integrar o contrato, ela já tem base para reconhecer o ativo financeiro ou o passivo financeiro correspondente. Antes disso, o item ainda não pertence ao seu balanço, por mais que “pareça” relevante. A afirmação da questão reproduz exatamente essa lógica, por isso o gabarito é Certo. O fundamento está no CPC 48, que trata do reconhecimento inicial de ativos e passivos financeiros quando a entidade se torna parte das disposições contratuais do instrumento. A banca gosta desse ponto porque mistura linguagem simples com conceito técnico, então vale decorar a ideia central: contrato primeiro, reconhecimento depois, sem magia contábil.

Questão 10

Em outubro de 2019, a empresa Beta assinou um contrato comprometendo-se a prestar determinado serviço a um cliente. No mês seguinte, atendendo a uma cláusula contratual, o cliente efetuou um adiantamento em dinheiro pelo serviço contratado. Em dezembro de 2019, o serviço foi finalmente prestado pela empresa Beta ao cliente. Considerando essa situação hipotética, julgue o item seguinte. Na contabilidade da empresa Beta, o adiantamento efetuado pelo cliente representa, ao mesmo tempo, uma origem de recursos, com registro a crédito de uma conta do passivo circulante, e uma aplicação de recursos, com registro a débito de uma conta do ativo circulante.

  • C)Certo
  • E)Errado
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Resposta correta: C

Quando o cliente paga antes do serviço ser prestado, a empresa recebe dinheiro na hora. Na contabilidade, entrada de caixa é registrada no ativo circulante, normalmente em Caixa ou Bancos, a débito, porque o patrimônio está recebendo um bem/valor. Ao mesmo tempo, nasce uma obrigação da empresa de prestar o serviço no futuro, então entra um passivo circulante, a crédito, como adiantamento de clientes ou receita diferida, conforme a forma de apresentação adotada. Perceba o raciocínio básico da partida dobrada: toda operação tem pelo menos um débito e um crédito. Aqui, o débito mostra a aplicação dos recursos recebidos em caixa, e o crédito mostra a origem desses recursos, que veio de uma obrigação assumida com o cliente. É aquele tipo de situação em que o dinheiro entra antes do esforço ser entregue, então a empresa ainda não pode tratar isso como receita definitiva. Por isso o item está certo. O enunciado descreve exatamente essa lógica contábil: crédito em conta do passivo circulante, representando a obrigação da empresa, e débito em conta do ativo circulante, representando o ingresso de caixa. Isso está em linha com a estrutura conceitual da contabilidade e com a sistemática das partidas dobradas, base da escrituração contábil. Em resumo: recebeu antes de prestar, registra caixa no ativo e obrigação no passivo. Simples, direto e muito cobrado em prova.

Perguntas frequentes

Este quiz de Contabilidade CESPE/CEBRASPE é gratuito?

Sim. As 10 questões são gratuitas, com gabarito e microaula (explicação) em cada uma.

As questões de Contabilidade CESPE/CEBRASPE são reais de concurso?

Sim. São questões reais de concursos públicos e da OAB, da banca CESPE/CEBRASPE, selecionadas do acervo do furafila.

Como treinar mais questões de Contabilidade CESPE/CEBRASPE?

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Como funciona a pontuação da Cebraspe?

É líquida: um item errado anula um certo (fator 1:1) e, em alguns certames, são duas erradas para anular uma certa (2:1). Por isso o chute aleatório, na média, reduz a nota.

Quantos itens devo deixar em branco na Cebraspe?

Candidatos aprovados costumam deixar de 10% a 20% dos itens em branco, justamente os que seriam chute puro, para proteger a pontuação líquida.

A Cebraspe cobra decoreba ou entendimento?

Mais entendimento. Ela explora conceitos, exceções e aplicação prática, então estudar só palavra-chave não basta: é preciso saber quando a regra não vale.

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