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Questões de Comunicação Social FGV: comentadas e grátis

Pratique questões de Comunicação Social da banca FGV, comentadas e de graça, para concursos públicos. Gabarito e explicação em cada questão.

10 questões comentadas · grátis

Questão 1

Em um jornal impresso diário é possível encontrar textos de cunho informativo e textos opinativos: “No seu perfil moderno e contemporâneo, o jornalismo situa o editorial na dimensão opinativa (ao lado de qualquer comentário assinado), e o resto do que se publica na dimensão noticiosa” (BAHIA, Juarez. Jornal, História e Técnica. As técnicas do Jornalismo. Pg. 98. Editora Ática: 1990). Destaca-se como elemento de identificação de um editorial jornalístico:

  • A)imparcialidade;
  • B)sensacionalismo;
  • C)acrítico;
  • D)engajamento;
  • E)superficialidade.
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Resposta correta: D

No jornalismo impresso, o editorial é o espaço em que o veículo fala com a sua própria voz. Ele não traz a assinatura de um repórter específico, porque representa a posição institucional do jornal sobre um tema relevante. É aquele momento em que o jornal sai do modo "vou te informar" e entra no modo "vou defender um ponto de vista". Por isso, o editorial pertence à dimensão opinativa, ao lado de comentários assinados, artigos de opinião e colunas. Ele costuma abordar fatos de interesse público, mas com interpretação e tomada de posição claras. A ideia não é fingir neutralidade absoluta, e sim assumir um posicionamento editorial coerente com a linha do veículo. É exatamente por isso que o gabarito é a letra D, engajamento. Um editorial jornalístico se identifica pela defesa de uma tese, pela adesão a uma causa, valor ou leitura dos fatos. Em outras palavras, ele se engaja com uma visão de mundo e tenta persuadir o leitor, em vez de apenas relatar acontecimentos. As demais alternativas apontam características que não combinam com editorial: imparcialidade, acrítica, superficialidade ou sensacionalismo são traços incompatíveis com esse gênero opinativo. Na prática, o editorial é o texto em que o jornal deixa de ser espectador e vira participante do debate.

Questão 2

Observe as seguintes especificidades: periodicidade regular; veiculação na mesma página e geralmente em posição fixa; publicação de notas; estilo mais livre e pessoal do redator; identificação de autoria. A seção de jornal impresso que apresenta as características citadas acima é:

  • A)coluna social;
  • B)bandeira;
  • C)reportagem;
  • D)matéria;
  • E)feature.
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Resposta correta: A

A questão descreve uma seção típica de jornalismo de colunismo: ela sai com periodicidade regular, costuma ficar sempre no mesmo lugar do jornal, tem autoria identificada e permite um estilo mais livre, pessoal e até opinativo do redator. Em jornal impresso, isso é a cara da coluna, especialmente a coluna social, que reúne notas curtas, comentários, registros de eventos e informações sobre pessoas e bastidores. O ponto central aqui é perceber que não se trata de uma reportagem nem de uma matéria convencional, porque esses gêneros pedem apuração mais ampla, texto mais impessoal e estrutura mais jornalística no sentido clássico. A coluna, ao contrário, funciona como um espaço fixo de assinatura, com identidade própria e leitura mais fragmentada. Quando o enunciado fala em "publicação de notas" e "estilo mais livre e pessoal do redator", ele praticamente entrega o conceito de coluna social. Esse tipo de seção é comum em jornais impressos e revistas, e a assinatura do colunista é importante porque o texto carrega marca autoral e reconhecimento de quem escreve. Por isso, o gabarito é a letra A. A banca da FGV costuma cobrar a diferença entre gêneros e formatos jornalísticos olhando para características formais, então vale decorar: periodicidade + posição fixa + autoria + tom pessoal = coluna.

Questão 3

Um vereador de Aracaju foi convidado para uma solenidade com a participação do presidente da República. Como esse vereador se encontra impossibilitado de comparecer, enviar um representante é uma atitude:

  • A)correta, por se tratar de um convite da maior autoridade do país e que não pode ser recusado;
  • B)correta, porque os municípios estão subordinados hierarquicamente à União;
  • C)correta, desde que sejam efetuadas as explicações cabíveis, por meio de documento específico;
  • D)incorreta, porque convidados não se podem fazer representar em cerimônias em que compareça o presidente;
  • E)incorreta, porque outro vereador da mesma Câmara é um representante natural por ser do mesmo poder.
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Resposta correta: D

Em cerimonial público, presença de autoridade máxima muda o jogo. Quando o presidente da República participa de uma solenidade, o protocolo fica mais rígido e a regra é prestigiar a presença pessoal dos convidados, sem substituição por representante, salvo hipótese expressamente admitida pelo cerimonial, o que não é o caso da questão. A lógica é simples: convite para evento com o presidente não é um convite qualquer, desses que aceitam "um amigo no lugar". A solenidade exige a presença do convidado indicado, porque a representação pode afetar precedência, tratamento e até a organização da mesa e das autoridades presentes. Por isso, a banca considera incorreta a conduta de enviar representante. O erro não está em faltar justificativa, mas em achar que a substituição é livre. Em eventos com a presença do presidente, o protocolo é bem mais fechado e não trata o convidado como alguém que pode delegar automaticamente sua participação. Assim, o gabarito D está correto: o vereador não pode simplesmente se fazer representar nessa cerimônia. Em provas de cerimonial e protocolo, o que manda é a formalidade do ato e a observância das regras de precedência, e não a conveniência pessoal do convidado.

Questão 4

O traje masculino composto de terno e gravata é conhecido como:

  • A)esporte;
  • B)esporte fino;
  • C)traje de calle;
  • D)passeio completo;
  • E)traje de gala.
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Resposta correta: D

Em cerimônias e eventos, a expressão "traje" indica o nível de formalidade esperado do convidado. No masculino, o conjunto composto por terno e gravata é o visual clássico de eventos formais, aquele que faz você pensar: "agora a ocasião pede elegância de verdade". Em linguagem de etiqueta social, isso corresponde ao traje de passeio completo. O passeio completo é justamente o traje em que o homem usa terno, camisa social e gravata, normalmente em cores e combinações mais sóbrias. É o padrão cobrado em convites mais formais, reuniões solenes, casamentos e eventos corporativos mais refinados. A ideia é transmitir correção e discrição, sem exageros. Por isso, a alternativa D está correta: "terno e gravata" é a descrição típica de passeio completo. Já as outras opções ou indicam um nível de formalidade menor, ou são expressões que não correspondem a essa classificação tradicional da etiqueta social. Em concursos, a banca costuma cobrar essa nomenclatura clássica de cerimonial e protocolo. Então vale guardar a associação mental: quanto mais formal o evento, mais o traje sobe de nível, e terno com gravata já entra na faixa do passeio completo.

Questão 5

Tendo em vista o necessário e pontual plano de ação para evitar uma crise, optou-se por uma série de estratégias com vistas a reduzir o impacto negativo na percepção pública em relação à marca institucional. Num primeiro momento, dentre outras iniciativas, foi enviado para o veículo de comunicação que publicou matéria com viés prejudicial aos interesses institucionais, um documento impresso, assinado pelo presidente da empresa, contendo as ações tomadas bem como a explicação para o ocorrido. No documento, havia palavras-chave reforçando a missão e o compromisso social da empresa. A ferramenta de comunicação utilizada para o gerenciamento da crise foi:

  • A)release;
  • B)e-mail marketing;
  • C)position paper;
  • D)guide paper;
  • E)press list.
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Resposta correta: C

Em gestão de crise, a assessoria de comunicação precisa escolher a ferramenta certa para falar com a imprensa de forma rápida, clara e estratégica. Aqui, o enunciado descreve um documento impresso, assinado pelo presidente, com explicação do fato, medidas adotadas e reforço de missão e compromisso social da empresa. Isso é bem típico de um position paper, que serve para apresentar oficialmente a posição institucional diante de um tema sensível. O position paper não é só um texto informativo. Ele funciona quase como a "fala oficial" da organização, ajudando a enquadrar a narrativa antes que o problema ganhe mais força na opinião pública. Em crise, isso é ouro: você não corre atrás do prejuízo só com improviso, você entrega uma versão institucional consistente e fundamentada. Já o release é outra história: ele é voltado a divulgar notícia, pauta ou informação de interesse jornalístico, normalmente para publicação pela imprensa. Aqui, porém, o foco não é apenas informar um fato, mas defender a posição da empresa e justificar suas ações. Por isso, o gabarito correto é a letra C. Em provas de comunicação social, a banca adora trocar os nomes das peças. Então vale gravar a lógica: se a ideia é posicionamento oficial, defesa institucional e resposta a crise, pense em position paper. Se for material para sugestão de pauta e divulgação, pense em release. Uma distinção simples que evita tropeço de última hora.

Questão 6

Os stakeholders incluem todos os públicos considerados estratégicos para uma organização. Alguns autores propõem a sua classificação entre públicos essenciais, não essenciais e de interferência. Os públicos não essenciais são aqueles que

  • A)permitem a existência da organização, tais como os empreendedores e o governo.
  • B)são foco das atividades da organização, tais como os consumidores e os clientes.
  • C)impactam a organização por meio de seu poder de liderança, como é o caso da mídia.
  • D)atuam internamente na organização, como os funcionários e os fornecedores.
  • E)estão fora da organização, mas prestam serviços ou representam interesses, como as consultorias e os sindicatos.
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Resposta correta: E

Em comunicação organizacional, a ideia de stakeholders ajuda a enxergar que a organização não conversa só com “cliente”. Ela se relaciona com vários públicos estratégicos, e alguns autores os dividem em públicos essenciais, não essenciais e de interferência. A lógica é simples: uns sustentam a existência e a atividade-fim da organização, outros apoiam sua estrutura e funcionamento, e outros influenciam o ambiente ao redor. Os públicos essenciais são aqueles diretamente ligados à razão de ser da organização, como consumidores, clientes, usuários e, em certas leituras, empreendedores e governo, dependendo do tipo de organização. Já os públicos não essenciais não fazem parte do núcleo produtivo, mas dão suporte externo importante, ajudando a organização a funcionar sem serem o “alvo principal” da atividade. É exatamente aí que entra o gabarito. As consultorias e os sindicatos são exemplos clássicos de públicos não essenciais: estão fora da estrutura interna, mas prestam serviços ou representam interesses relevantes para a organização. Eles não são o centro da operação, porém podem influenciar decisões, processos e relações institucionais. Por fim, os públicos de interferência são aqueles que impactam a organização pelo poder de influência, como a mídia, que pode moldar reputações, agendas e percepções. Então, quando a questão fala em públicos fora da organização que prestam serviços ou representam interesses, ela está descrevendo corretamente os públicos não essenciais.

Questão 7

O editor selecionou determinada matéria para figurar na escalada de um radiojornal e solicitou ao responsável pela função que compusesse o título. Sabe-se que tanto a escalada como os títulos que a compõem apresentam especificidades. Para tornar o título direto e conciso, é recomendável a utilização de técnicas jornalísticas, a saber:

  • A)determinação do tempo verbal no presente do modo subjuntivo;
  • B)utilização de aposto na oração;
  • C)supressão dos verbos de ação;
  • D)eliminação de artigos e pronomes possessivos;
  • E)priorização de hipérboles para prender a atenção dos ouvintes.
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Resposta correta: D

Na escalada do radiojornal, o título precisa ser curto, rápido e fácil de captar no ouvido. Como o ouvinte não pode "voltar a leitura" como no jornal impresso, o texto tende a ser mais econômico e direto, com palavras de impacto e estrutura enxuta. A técnica jornalística mais recomendada aqui é a supressão de elementos que não acrescentam informação essencial, como artigos e pronomes possessivos. Isso deixa a frase mais limpa, sonora e objetiva, sem perder o sentido principal. É a velha lógica do rádio: dizer muito com pouco, porque o tempo e a atenção são curtos. Por isso, o gabarito é a letra D. Em títulos e chamadas de rádio, a concisão é regra prática de redação jornalística, associada à objetividade, à clareza e à economia verbal. Não se trata de escrever de forma "telegráfica" sem critério, mas de cortar o que é dispensável para ganhar agilidade e impacto. As outras alternativas fogem da técnica jornalística adequada para esse contexto: não se busca rebuscamento gramatical, nem hipérbole, nem estruturas mais pesadas. O foco é facilitar a compreensão imediata do ouvinte.

Questão 8

Em crescimento no mercado editorial brasileiro, o livro-reportagem é um produto cultural que combina elementos do jornalismo e da literatura. No livro-reportagem-perfil, essa combinação destina-se a

  • A)reconstituir um acontecimento relevante com base na visão de um participante ou testemunha privilegiada.
  • B)agrupar, por tema, os textos informativos e opinativos já publicados em veículos de comunicação.
  • C)investigar dados e documentos para que denúncias sejam apresentadas sob forma de texto literário.
  • D)evidenciar o lado humano de personalidade pública ou anônima com características capazes de despertar o interesse dos leitores.
  • E)divulgar informações científicas, de interesse normalmente ambientalista de modo leve, a partir da construção ficcional de personagens.
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Resposta correta: D

O livro-reportagem é uma forma de jornalismo em profundidade, mas com linguagem mais livre, narrativa e literária. Ele não fica preso ao fechamento curto da notícia de jornal: amplia contexto, trabalha personagens, descreve cenas e explora o lado humano dos fatos. É como se o jornalismo colocasse um paletó mais confortável e sentasse para contar a história com mais fôlego. Dentro desse gênero, o livro-reportagem-perfil tem foco em uma pessoa, geralmente alguém relevante ou interessante por suas ações, trajetória, conflitos ou impacto social. A ideia é apresentar o retrato da personagem com densidade, mostrando traços de personalidade, contradições, bastidores e elementos que ajudem o leitor a entender quem ela é além da aparência pública. Por isso, a alternativa correta é a que fala em evidenciar o lado humano de personalidade pública ou anônima com características capazes de despertar o interesse dos leitores. Isso resume bem o perfil: não é só informar dados secos, mas construir uma narrativa que revele a pessoa e prenda a atenção. Em termos doutrinários, essa classificação aparece com frequência em autores de jornalismo literário e livro-reportagem, que tratam o perfil como gênero voltado à humanização do personagem e à exploração narrativa da vida real.

Questão 9

Em um jornal impresso, acima dos títulos das matérias, é comum o uso de sobretítulos. Esse recurso editorial precede, portanto, o título principal e seu objetivo é complementar a informação. Também é conhecido como chapéu ou antetítulo e é compreendido como um título auxiliar. Do mesmo modo, em sites noticiosos, os sobretítulos aparecem na homepage, acima dos títulos principais. Tanto na publicação impressa como no site de notícias online, visualmente é possível distinguir as duas modalidades de titulação por meio do/de:

  • A)corpo da letra utilizado no título auxiliar, que será maior do que o do principal;
  • B)uso da mesma cor e corpo das letras que compõem ambos os títulos;
  • C)repetição de palavras em negrito em ambos os títulos;
  • D)diferente tipologia e maior uso de espaço gráfico no título auxiliar;
  • E)corpo da letra, que será menor no título auxiliar.
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Resposta correta: E

O sobretítulo, também chamado de chapéu ou antetítulo, é aquele pedacinho que vem antes do título principal e serve para orientar, contextualizar ou complementar a leitura. Em jornal impresso, ele costuma aparecer acima da manchete ou do título da matéria; em sites de notícia, a lógica visual é a mesma na homepage e nas páginas internas: ele fica em posição de destaque, mas não é o protagonista. A ideia central aqui é hierarquia informativa. O leitor bate o olho e percebe primeiro o título principal, porque ele é o elemento mais forte da chamada. O sobretítulo funciona como apoio, então precisa parecer secundário. Se ele chamasse mais atenção do que o título principal, a função editorial estaria invertida - e aí o jornal faria confusão visual na cabeça do leitor. Por isso, o recurso mais comum para diferenciar as duas titulações é o tamanho do corpo da fonte: o sobretítulo tende a ser menor do que o título principal. Isso cria equilíbrio, leitura rápida e organização visual. Em redação e diagramação, essa relação de tamanhos é uma das regras mais básicas de hierarquia tipográfica. Assim, o gabarito está na alternativa E, porque o sobretítulo deve ser visualmente menos destacado, com corpo de letra menor, deixando claro que ele complementa e não substitui o título principal.

Questão 10

A legislação prescreve para a execução do Hino Nacional:

  • A)a tonalidade, a forma de canto e o andamento;
  • B)a tonalidade, a forma de canto, mas não o andamento;
  • C)o andamento, mas não a tonalidade e a forma de canto;
  • D)a forma de canto, o andamento, mas não a tonalidade;
  • E)a forma de canto, mas não a tonalidade e o andamento.
Ver gabarito e explicação

Resposta correta: A

A execução do Hino Nacional não é algo “livre, solto e criativo” como um solo de karaokê. A legislação brasileira trata do tema com bastante detalhe, porque o hino é um símbolo nacional e deve ser cantado/ executado com observância de regras próprias. A base principal está na Lei 5.700/1971, que disciplina os símbolos nacionais, e no Decreto 70.274/1972, que regulamenta a execução. No caso do Hino Nacional, a norma estabelece parâmetros de execução que incluem a tonalidade, a forma de canto e o andamento. Ou seja, a lei não deixa esses pontos ao gosto de cada cerimônia ou regente. A ideia é preservar a unidade, a solenidade e a identidade oficial do hino. Por isso, o gabarito é a letra A. Ela reúne exatamente os elementos que a legislação prescreve para a execução do Hino Nacional: tonalidade, forma de canto e andamento. As demais alternativas tentam cortar um desses pontos, mas a regra é justamente o conjunto deles. Em prova, desconfie quando a banca tenta fazer você escolher entre partes da execução como se uma fosse “dispensável”. Em símbolo nacional, a regra costuma ser mais rígida do que parece. Aqui, a execução é padronizada, não opcional.

Perguntas frequentes

Este quiz de Comunicação Social FGV é gratuito?

Sim. As 10 questões são gratuitas, com gabarito e microaula (explicação) em cada uma.

As questões de Comunicação Social FGV são reais de concurso?

Sim. São questões reais de concursos públicos e da OAB, da banca FGV, selecionadas do acervo do furafila.

Como treinar mais questões de Comunicação Social FGV?

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A FGV é uma banca difícil?

É considerada uma das mais exigentes pela combinação de enunciados longos, foco em interpretação e pegadinhas finas. A dificuldade está menos no conteúdo cru e mais na leitura atenta e na resistência ao longo de uma prova extensa.

Como são as questões da FGV?

Em geral múltipla escolha com cinco alternativas, em forma de caso prático, com textos longos e alternativas igualmente detalhadas. Muitas cobram inferência, ou seja, informação implícita que exige raciocínio. Vários concursos têm também fase discursiva com limite de linhas.

Qual a melhor forma de estudar pra banca FGV?

Resolver muitas questões da própria FGV, cronometrando, lendo o enunciado inteiro antes das alternativas e revisando os erros por causa (interpretação, pegadinha ou conteúdo). O treino precisa imitar o formato real da prova.

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