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Questões de Comunicação Social CESPE/CEBRASPE: comentadas e grátis

Pratique questões de Comunicação Social da banca CESPE/CEBRASPE, comentadas e de graça, para concursos públicos. Gabarito e explicação em cada questão.

10 questões comentadas · grátis

Questão 1

A fonte tem um papel fundamental no trabalho de comunicação. Assinale a opção que contém apenas tipos de fontes considerados antigos.

  • A)bodoni, century schoolbook, times bold
  • B)weis, xerox serif wide, nouveau
  • C)garamond, caslon, times
  • D)ballet engraved, lucinda sans
  • E)optima, helvética, bodoni
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Resposta correta: C

Quando a questão fala em tipos de fontes "antigos", ela está pensando nas famílias tipográficas clássicas, muito ligadas à tradição editorial e à legibilidade em texto corrido. Em geral, entram aqui fontes como Garamond, Caslon e Times, que têm desenho serifado, proporções mais tradicionais e uso histórico consolidado em livros, jornais e impressos institucionais. Elas passam aquela ideia de fonte "de respeito", sem firula, como quem chegou cedo ao mercado e nunca saiu de moda. A alternativa C é a correta porque reúne justamente três fontes clássicas: Garamond, Caslon e Times. Todas são famílias tradicionais, muito associadas à tipografia antiga e à composição de textos longos. Garamond e Caslon são referências históricas do desenho tipográfico, e Times também é uma fonte serifada clássica, amplamente usada em material editorial. Nas outras alternativas aparecem fontes mais modernas ou de outra pegada visual, como Optima e Helvetica, que não entram no grupo de fontes antigas. A banca gosta de misturar nomes clássicos com nomes que soam "elegantes" ou "editoriais" para testar se você reconhece a família tipográfica sem cair no charme do nome. Em provas de Produção Gráfica, vale decorar a lógica: fontes antigas costumam ser serifadas, tradicionais e muito ligadas à leitura contínua; fontes modernas e sem serifa tendem a aparecer em contextos mais atuais, técnicos ou de sinalização. Aqui, portanto, o gabarito C fecha direitinho com essa classificação.

Questão 2

Com relação aos meios de comunicação de massa e às mídias digitais, assinale a opção correta.

  • A)A televisão, em conjunto com toda a sua rede desenvolvida ao longo do século XX, é considerada um modelo impulsionador da cultura de participação, que caracteriza o modelo colaborativo.
  • B)A produção audiovisual requer habilidades complexas e, por isso, ainda é bastante restrita a pequenos grupos que conseguem gravar e editar vídeos.
  • C)Compreende-se a mídia como um processo de mediação que independe do engajamento ou desengajamento dos envolvidos.
  • D)Conexões intermidiáticas são aquelas que ocorrem entre emissões audiovisuais e redes sociais online, como um espaço de negociação entre agentes humanos e não humanos.
  • E)Em busca de interação, as pessoas têm abandonado a programação televisiva e migrado para outras formas de mídia, como smartphones e tablets.
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Resposta correta: D

Quando a questão fala em meios de comunicação de massa e mídias digitais, ela está cutucando a ideia de convergência e de participação do público. No modelo clássico, a comunicação era mais centralizada: poucos produziam e muitos apenas recebiam. Já no ambiente digital, o público ganha mais espaço para comentar, compartilhar, remixar e até produzir conteúdo, o que aproxima a lógica colaborativa da chamada cultura participativa, muito associada a Henry Jenkins. A alternativa correta é a D porque ela descreve as conexões intermidiáticas como relações entre diferentes meios e plataformas, especialmente quando a televisão dialoga com redes sociais e outros ambientes online. Nessas conexões, o conteúdo circula entre mídias e também entre atores humanos e não humanos, como algoritmos, plataformas e dispositivos, que influenciam a interação e a negociação simbólica. As demais opções escorregam em exageros ou inversões. A televisão não é, por si, o grande motor da cultura participativa, embora possa hoje fazer parte dela em formatos híbridos. Também não é correto dizer que a produção audiovisual continua restrita a pequenos grupos, porque as tecnologias digitais baratearam e democratizaram a gravação e a edição. Em termos doutrinários, a ideia central vem da convergência midiática e da cultura participativa, muito exploradas por Jenkins, além das discussões sobre mediação nas redes digitais. Para concurso, guarde a lógica: mídia hoje não é só transmissão, é circulação, interação e negociação entre plataformas, pessoas e sistemas.

Questão 3

Com relação aos gêneros jornalísticos no contexto da interatividade digitalizada, assinale a opção correta.

  • A)O jornalismo-cidadão corresponde ao fenômeno apelidado como “Eu mídia”, quando, na prática, qualquer pessoa pode ser jornalista.
  • B)O jornalismo participativo ocorre quando o público leitor, pelo sistema wikinews, interfere em conteúdos já publicados.
  • C)O jornalismo de “mídia programática” é aquele que é inserido em programas de grande audiência e mistura acontecimentos com entretenimento (showrnalismo).
  • D)O jornalismo colaborativo corresponde à produção do corpo fixo de articulistas e dos demais autores de conteúdos personalizados.
  • E)O jornalismo comunitário é aquele que é produzido por lobistas contratados para promoverem a imagem de instituições do “terceiro setor”.
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Resposta correta: A

Na interatividade digital, os gêneros jornalísticos ganharam versões bem misturadas, e aí a banca gosta de trocar os rótulos para ver se voce está atento. O jornalismo-cidadão, ou citizen journalism, é justamente quando o próprio cidadão produz, registra e divulga informação, sem depender de ser um jornalista profissional. É a lógica do "eu mídia": a pessoa deixa de ser só receptora e também vira emissora de conteúdo. Por isso a alternativa A está correta. Ela capta a ideia central do fenômeno: com celulares, redes sociais e plataformas abertas, qualquer pessoa pode relatar um fato, publicar imagem, texto ou vídeo e disputar espaço com a mídia tradicional. Não significa que todo cidadão vira jornalista no sentido profissional, mas sim que a produção de conteúdo jornalístico se democratiza e se descentraliza. Os outros itens misturam conceitos diferentes. Jornalismo participativo envolve contribuição do público, mas não se resume a um sistema específico nem a interferência em textos já publicados. Mídia programática é termo ligado a publicidade digital automatizada, não a showrnalismo. Jornalismo colaborativo é produção conjunta e não “corpo fixo de articulistas”. E jornalismo comunitário tem vínculo com a comunidade e seus interesses, não com lobistas promovendo instituições. Em resumo: quando a questão fala em "qualquer pessoa pode ser jornalista" no ambiente digital, ela está apontando para o jornalismo-cidadão, bem no espírito de "eu mídia".

Questão 4

Entre os preceitos do jornalismo de órgãos públicos estão o decoro profissional e os cuidados para que notícias e reportagens não resultem em danos a pessoas e coletividades. Acerca desse assunto, assinale a opção correta.

  • A)Crimes, violência e tragédias são tratados de acordo com os rigores do “jornalismo policial” e da exemplaridade em termos de condutas e costumes.
  • B)Pauta e cobertura devem ser organizadas de forma a ampliar a diversidade dos interlocutores, não se restringindo ao âmbito das delegacias.
  • C)Ações de marketing em consonância com as campanhas de paz devem ser um dos objetivos da comunicação pública vinculada ao noticiário policial.
  • D)Os repórteres dos veículos públicos de comunicação devem se esforçar para obter e divulgar corretamente os nomes das pessoas envolvidas em delitos.
  • E)O jornalismo-cidadão encampa o realismo da crônica policial, sem que isto implique um tratamento sensacionalista dos fatos.
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Resposta correta: B

No jornalismo de órgãos públicos, a lógica não é fazer espetáculo com tragédia, mas informar com responsabilidade. Isso conversa diretamente com princípios éticos clássicos da profissão, como o respeito à dignidade das pessoas, a apuração correta e a busca do interesse público sem causar dano desnecessário. Em outras palavras: notícia boa não é notícia que machuca de graça. Quando o tema é crime, violência ou tragédia, a cobertura precisa fugir do olhar estreito e repetitivo do noticiário policial tradicional, que muitas vezes reduz tudo a boletim de delegacia. A comunicação pública deve ampliar o debate, ouvir diferentes fontes e contextualizar o fato, em vez de transformar o caso em uma narrativa presa ao flagrante, à perícia e ao sensacionalismo. É por isso que a alternativa B está correta: ela aponta a necessidade de organizar pauta e cobertura com diversidade de interlocutores, e não limitar a apuração ao ambiente policial. Isso é coerente com a função pública da comunicação, que deve informar de modo plural, contextualizado e socialmente responsável. As demais opções escorregam para sensacionalismo, foco excessivo em nomes de envolvidos ou uma visão de marketing que não traduz o papel jornalístico. Em prova, sempre desconfie quando a alternativa transforma jornalismo público em show de tragédia ou em mera vitrine de delegacia.

Questão 5

Cada indivíduo ou empresa extrai, por meio das redes sociais a que pertence, seu capital social, que é composto por valores procedentes das relações e das percepções construídas. Um dos valores mais importantes nesse universo, decorrente da presença do indivíduo na rede social, é a

  • A)relevância.
  • B)popularidade.
  • C)visibilidade.
  • D)reputação.
  • E)autoridade.
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Resposta correta: C

Quando a questão fala em capital social nas redes, ela está olhando para os ganhos que surgem das relações e da percepção que os outros constroem sobre você. Na prática, não basta estar na rede: importa também ser encontrado, percebido e lembrado pelos demais. É aí que entram conceitos como visibilidade, reputação, popularidade e autoridade, que aparecem muito na literatura de comunicação digital e redes sociais. A pegadinha aqui é que a banca mistura esses termos, mas o enunciado destaca algo que decorre da mera presença do indivíduo na rede social. Isso aponta para o fato de estar exposto, aparecer, ser notado, antes mesmo de qualquer julgamento mais profundo sobre qualidade, credibilidade ou influência. Em outras palavras: primeiro você é visto; depois, pode ser avaliado, admirado ou seguido. Por isso, o gabarito é a letra C, visibilidade. Ela é o valor mais diretamente ligado à presença do indivíduo na rede: quanto mais ele aparece, circula e é percebido, maior tende a ser sua visibilidade. Reputação é a avaliação construída ao longo do tempo, popularidade é mais ligada ao grau de aceitação/massa de seguidores, e autoridade envolve reconhecimento de competência ou liderança. Esse tipo de distinção é muito cobrado em comunicação social, especialmente em temas de redes sociais e capital social, porque o CESPE gosta de separar o que é aparência de presença do que é reconhecimento consolidado. Então, se o enunciado falar em presença na rede e em um valor decorrente disso, pense primeiro em visibilidade, sem cair no charme das outras palavras.

Questão 6

Da mentalidade de “O público que se dane” (1882) ao surgimento de um campo teórico e prático denominado Comunicação Pública (2002), a atuação das assessorias de imprensa muito se diversificou em relação à busca de resultados. Considerando esse contexto, assinale a opção correta.

  • A)Ações mercadológicas entram no composto da comunicação pública quando parte do lucro tem destinação benemérita.
  • B)Desde os seus primórdios, as atividades dos assessores de imprensa e de relações públicas têm sido exercidas simultaneamente, por tradição e sem óbices corporativos.
  • C)O que caracteriza as assessorias de imprensa em comunicação pública não está na origem estatal ou privada do financiamento, mas no apoio à cidadania.
  • D)A publicidade legal, ou seja, de leis, decretos e atos administrativos não faz parte do campo da comunicação pública por não se inserir na esfera pública política.
  • E)Assessorias de imprensa com fins lucrativos pertencem naturalmente ao terceiro setor, daí não fazerem parte da comunicação pública.
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Resposta correta: C

A ideia central da Comunicação Pública não depende de quem paga a conta, mas de para quem a comunicação serve. Em outras palavras: pode haver comunicação pública em órgãos estatais, em entidades privadas, no terceiro setor ou até em assessorias contratadas, desde que o foco seja o interesse público, o direito à informação, a cidadania e a transparência. Esse é o ponto que derruba muitas pegadinhas de prova: nem toda comunicação feita pelo Estado é automaticamente pública, e nem toda comunicação feita por empresa privada é automaticamente mercadológica. O que importa é a finalidade. Quando a mensagem contribui para orientar o cidadão, prestar contas, viabilizar participação social ou esclarecer temas de interesse coletivo, ela entra no campo da comunicação pública. Na doutrina da área, a comunicação pública é normalmente associada à promoção do debate público, à transparência e ao acesso à informação, em sintonia com princípios constitucionais como publicidade e eficiência, além do direito fundamental à informação. No plano legal, isso conversa bem com a lógica da Lei de Acesso à Informação (Lei 12.527/2011), que reforça a divulgação de informações de interesse coletivo ou geral. Por isso, a alternativa correta é a que diz que o que caracteriza a assessoria de imprensa em comunicação pública não é a origem estatal ou privada do financiamento, mas o apoio à cidadania. A banca quer que você enxergue exatamente isso: a chave não está no bolso de quem paga, e sim no interesse de quem recebe a informação.

Questão 7

As funções e atribuições do assessor de imprensa foram redimensionadas a partir do marco tecnológico que foi o surgimento da Internet de banda larga. Considerando esse pressuposto, assinale a opção correta.

  • A)Um assessor de imprensa deve ser, ao mesmo tempo, um gestor de informações para a mídia e um estrategista associado a outras áreas de atuação institucional.
  • B)Em momentos de crise, uma assessoria de imprensa não se antecipa à atuação da mídia na divulgação de um acontecimento negativo para a imagem da organização.
  • C)Em organização pública ou empresa privada, um assessor de imprensa deve respeitar, seja qual for a situação, a primazia do assessorado em aparições junto à mídia.
  • D)Entre as atribuições do assessor de imprensa inclui-se a guarda das informações classificadas em: reservadas, confidenciais, secretas e ultrassecretas.
  • E)Um assessor de imprensa é sempre uma fonte para os jornalistas, mas o inverso não se dá, pois um assessor não atua como repórter.
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Resposta correta: A

A internet de banda larga mudou bastante o jogo da assessoria de imprensa. Antes, o assessor ficava muito preso ao envio de releases e ao contato com redações; hoje, ele precisa atuar de forma mais estratégica, integrada e em tempo real, acompanhando redes, portais, crises e a circulação acelerada das informações. Ou seja, não basta "mandar notícia": é preciso gerir informação, contexto e relacionamento. Nesse cenário, o assessor de imprensa virou uma espécie de ponte entre a organização e o ambiente público. Ele ajuda a organizar o fluxo de informações, antecipa riscos, orienta fontes internas e dialoga com outras áreas da instituição, como comunicação interna, marketing, jurídico e gestão de crise. A ideia é que a comunicação não seja improvisada, porque na internet a notícia corre mais rápido que cafezinho em repartição. Por isso, a alternativa A está correta: ela descreve o assessor como gestor de informações para a mídia e, ao mesmo tempo, como estrategista articulado com outras áreas institucionais. Isso reflete bem a doutrina contemporânea de assessoria de imprensa e comunicação organizacional, em que o trabalho deixou de ser apenas operacional e passou a ter função estratégica. As demais opções erram ao restringir demais o papel do assessor ou ao atribuir funções que não são dele, como guardar sigilos legais específicos ou atuar como fonte exclusiva. Na prática, o assessor trabalha para qualificar a relação entre instituição, imprensa e público, especialmente em ambiente digital.

Questão 8

Considerando a situação de um profissional de jornalismo ocupado em apurar, redigir e editar matérias para uma publicação institucional, assinale a opção correta.

  • A)Ao jornalista é permitido assumir outra identidade e ocultar câmeras, por lidar rotineiramente com a apuração de informações de interesse do público.
  • B)É desnecessário, na apuração, redação e edição, que o jornalista de uma publicação institucional cheque as informações de fontes oficiais.
  • C)Não compete ao jornalista da casa “traduzir” o jargão dos órgãos públicos, para que não distorça informações técnicas.
  • D)Cenas de nudez, quando indispensáveis, devem passar por tratamento gráfico protetor, exceto os contextos documentais relativos a saúde, educação e cultura.
  • E)O merchandising de produtos de estatais pode ser inserido em conteúdos jornalísticos nas publicações de órgãos públicos.
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Resposta correta: D

A questão cobra um ponto bem típico do jornalismo em comunicação institucional: você não escreve como se estivesse no modo "vale tudo". Mesmo em publicação institucional, o jornalista continua preso a critérios de interesse público, precisão, respeito à dignidade das pessoas e cuidado com a forma de apresentação da informação. Em geral, isso aparece em manuais de redação e de jornalismo público, que exigem tratamento responsável de imagens, fontes e conteúdo sensível. A alternativa D está correta porque segue a lógica de proteção da imagem e da dignidade, especialmente quando há nudez em material jornalístico. A regra é que, se a nudez for realmente indispensável para a compreensão da matéria, ela deve receber tratamento gráfico protetor. A exceção para contextos documentais de saúde, educação e cultura existe porque, nesses casos, a nudez pode ter finalidade informativa ou documental legítima, sem caráter sensacionalista. As outras opções tentam induzir você a aceitar práticas incompatíveis com o jornalismo ético. Em assessoria e publicação institucional, o cuidado com a apuração, a checagem e a linguagem é ainda maior, porque a informação sai em nome de um órgão público e precisa ser objetiva, fiel e compreensível para o cidadão. Resumo de prova: quando a banca falar de comunicação institucional, desconfie de qualquer frase que autorize disfarce, omissão de checagem, manutenção de jargão técnico ou merchandising indevido. CESPE/CEBRASPE gosta de testar justamente esses excessos.

Questão 9

Investir em marketing digital de forma estratégica consiste em espalhar a mensagem por meio do seu envio de uma pessoa a outra, criando uma corrente que propaga a comunicação de forma rápida e eficiente. A essa ação estratégica muito utilizada atualmente pelas empresas dá-se o nome de

  • A)marketing viral.
  • B)e-mail marketing.
  • C)publicidade online.
  • D)marketing nas mídias sociais.
  • E)marketing de busca.
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Resposta correta: A

A questao descreve uma estrategia em que a mensagem vai de pessoa para pessoa, como se fosse um boato bem planejado e com alcanca acelerada. Isso e a cara do marketing viral: a ideia e criar um conteudo, oferta ou experiencia tao interessante que o proprio publico ajuda a espalhar, reduzindo o custo de divulgacao e aumentando o efeito de rede. Esse modelo aparece muito no ambiente digital porque a compartilhamento e facil: um clique, uma curtida, um encaminhamento, e a mensagem ganha vida propria. O ponto central nao e apenas falar para muita gente, mas fazer com que as proprias pessoas retransmitam a mensagem. E por isso que a banca descreve a logica de propagacao em corrente. Na pratica, o marketing viral pode usar videos, memes, desafios, campanhas de indicacao ou conteudos emocionais, desde que estimulem compartilhamento espontaneo. Ele se diferencia de publicidade online tradicional, que depende mais da veiculacao paga, e de e-mail marketing, que trabalha o envio direto para uma base. O gabarito esta em A porque a descricao da questao bate exatamente com a definicao classica de marketing viral: mensagem replicada de usuario para usuario, em formato de transmissao rapida e expansiva. Em doutrina de marketing digital, essa e a logica do 'passa adiante' em rede, muito associada ao efeito boca a boca nas midias digitais.

Questão 10

Com referência ao processo de comunicação entre o governo e a sociedade, assinale a opção correta.

  • A)O processo de comunicação entre os entes governamentais e a sociedade permanece pautado pelo modelo emissormensagem-receptor.
  • B)O uso crescente de redes sociais nas organizações tornou mais complexos os fluxos de comunicação, permitindo a comunicação direta entre governo e cidadão, sem a mediação dos meios de comunicação.
  • C)As redes sociais afetaram, de forma radical, a circulação e o consumo de informações na sociedade, mas sem impacto nas relações que a mídia estabelece com as fontes de informação.
  • D)As relações entre a comunicação governamental e a mídia são marcadas por situações de conflito permanente, pois assessores e jornalistas têm culturas profissionais distintas e interesses antagônicos nesse processo.
  • E)A cobertura dos escândalos políticos, sob o enfoque da sociologia da comunicação, é consequência direta do viés narcotizante da mídia em face da crise moral e ética das instituições.
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Resposta correta: B

A comunicação pública entre governo e sociedade não ficou presa ao velho esquema de um emissor falando e um receptor apenas ouvindo. Hoje, com internet e redes sociais, o fluxo é mais complexo, com interação, resposta rápida, circulação em rede e disputas de narrativa. Ou seja, o cidadão deixou de ser só plateia e passou a comentar, cobrar, compartilhar e até pautar o debate. Por isso, a ideia central da questão é perceber que as redes sociais ampliaram a possibilidade de comunicação direta entre governo e cidadão, reduzindo a dependência exclusiva da mídia tradicional como intermediária. Isso não significa que a imprensa perdeu importância, mas sim que surgiram canais mais imediatos e bidirecionais para a comunicação pública. A alternativa B está correta porque descreve exatamente essa mudança: os fluxos ficaram mais complexos e a comunicação direta se tornou possível. Em termos doutrinários, isso conversa com a noção de comunicação pública como diálogo e prestação de contas, e não como mera divulgação unilateral de atos governamentais. As demais alternativas erram ao simplificar demais ou ao exagerar conclusões. Em prova da CEBRASPE, desconfie quando o item vier com afirmações absolutas como "permanece", "sem impacto" ou "conflito permanente". Quase sempre a banca quer que você perceba a nuance.

Perguntas frequentes

Este quiz de Comunicação Social CESPE/CEBRASPE é gratuito?

Sim. As 10 questões são gratuitas, com gabarito e microaula (explicação) em cada uma.

As questões de Comunicação Social CESPE/CEBRASPE são reais de concurso?

Sim. São questões reais de concursos públicos e da OAB, da banca CESPE/CEBRASPE, selecionadas do acervo do furafila.

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Como funciona a pontuação da Cebraspe?

É líquida: um item errado anula um certo (fator 1:1) e, em alguns certames, são duas erradas para anular uma certa (2:1). Por isso o chute aleatório, na média, reduz a nota.

Quantos itens devo deixar em branco na Cebraspe?

Candidatos aprovados costumam deixar de 10% a 20% dos itens em branco, justamente os que seriam chute puro, para proteger a pontuação líquida.

A Cebraspe cobra decoreba ou entendimento?

Mais entendimento. Ela explora conceitos, exceções e aplicação prática, então estudar só palavra-chave não basta: é preciso saber quando a regra não vale.

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