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Questões de Auditoria CESPE/CEBRASPE: comentadas e grátis

Pratique questões de Auditoria da banca CESPE/CEBRASPE, comentadas e de graça, para concursos públicos. Gabarito e explicação em cada questão.

10 questões comentadas · grátis

Questão 1

No que se refere a procedimentos analíticos substantivos, para que o auditor independente obtenha evidências de auditoria necessárias à fundamentação de sua opinião, ele deve

  • A)confirmar a veracidade dos termos de acordos firmados entre a entidade auditada e seus fornecedores usuais de mercadoria.
  • B)recorrer a índices comerciais amplamente aceitos no mercado para fornecer evidências que deem suporte à avaliação da razoabilidade dos valores registrados na contabilidade da empresa auditada.
  • C)determinar se a política contábil aplicada pela entidade auditada, em relação ao reconhecimento das receitas decorrentes da prestação de serviços a terceiros, é condizente com os acordos com eles firmados.
  • D)avaliar como o sistema de controle interno da entidade auditada está sendo aplicado na prática.
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Resposta correta: B

Procedimentos analiticos substantivos sao testes em que o auditor compara informacoes financeiras e nao financeiras, buscando relacoes, tendencias e indicadores para ver se os numeros fazem sentido. Em vez de olhar so documento por documento, ele faz o dado “conversar” com outro dado, com historico da empresa e com referencias do mercado. E aqui mora a graça: se a conta parece bonita demais ou estranha demais, acende a luz amarela. Pela NBC TA 520, os procedimentos analiticos podem ser usados como procedimentos substantivos quando ajudam a obter evidencias de auditoria suficientes e apropriadas. Eles servem justamente para avaliar a razoabilidade dos saldos e das divulgacoes, principalmente quando voce usa expectativa bem formada, como margens, indices, tendencias e comparacoes setoriais. Nao e um chute elegante, e sim uma analise tecnica baseada em dados confiaveis. Por isso a alternativa B esta correta: recorrer a indices comerciais amplamente aceitos no mercado e uma forma classica de criar uma referencia externa para verificar se os valores registrados na contabilidade estao razoaveis. Se a empresa registra um custo, margem ou despesa muito fora do padrao do setor, o auditor ganha um sinal de alerta para aprofundar os testes. As demais alternativas falam de confirmacao de contratos, politica contabil de receitas e avaliacao de controle interno, mas isso se aproxima mais de teste de detalhes, verificacao de conformidade contabil ou testes de controles. Ou seja, sao ideias validas de auditoria, mas nao descrevem o nucleo dos procedimentos analiticos substantivos.

Questão 2

Acerca de auditoria governamental, julgue o item que se segue. O auditor deve, como parte do planejamento ou da condução da auditoria, evitar discutir os critérios de auditoria com a entidade auditada.

  • C)Certo
  • E)Errado
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Resposta correta: E

Na auditoria governamental, o planejamento não acontece em uma bolha. O auditor pode e, em muitos casos, deve dialogar com a entidade auditada para entender o objeto, validar informações e até discutir os critérios de auditoria que serão usados. Isso ajuda a deixar o trabalho mais factível, transparente e tecnicamente consistente. Os critérios de auditoria são os parâmetros usados para comparar a situação encontrada com o que deveria ser. Em auditoria operacional, por exemplo, eles podem vir de leis, regulamentos, boas práticas, metas, indicadores ou referências técnicas. Discuti-los com a unidade auditada não significa abrir mão da independência, mas sim melhorar a qualidade da auditoria e reduzir ruídos desnecessários. Por isso, a frase da questão está errada: o auditor não deve evitar essa conversa. Ao contrário, a interação com a entidade é compatível com o processo de auditoria e costuma ser recomendada pelas normas de auditoria governamental, inclusive para obtenção de evidências e esclarecimento de fatos. O cuidado do auditor deve ser outro: manter o julgamento profissional e não deixar que a discussão comprometa sua objetividade. Em resumo, conversar sobre critérios não é fraqueza nem “comboio de cortesia”; é parte normal de um bom planejamento. O que não pode é a entidade mandar no critério e transformar auditoria em carimbo.

Questão 3

Julgue o item que se segue, a respeito das normas brasileiras de contabilidade de auditoria. A asseguração da auditoria do balanço patrimonial não permite distorções; assim, o auditor não pode estabelecer um valor abaixo do qual as distorções de valores de demonstração contábil seriam consideradas triviais e aceitáveis.

  • C)Certo
  • E)Errado
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Resposta correta: E

Na auditoria, nem toda diferença encontrada vira problema. As normas trabalham com a ideia de materialidade: o auditor avalia se uma distorção pode influenciar as decisões de quem usa as demonstrações contábeis. Por isso, existe sim a possibilidade de definir um patamar abaixo do qual certas distorções são tratadas como claramente triviais, isto é, pequenas a ponto de não exigir correção ou destaque na auditoria. Isso aparece na NBC TA 320, quando ela trata de materialidade no planejamento e na execução da auditoria. A pegadinha do item está em dizer que a asseguração da auditoria "não permite distorções". Cuidado: auditoria não promete perfeição absoluta. Ela fornece asseguração razoável, não garantia total de ausência de erros. Em outras palavras, o auditor busca reduzir o risco a um nível aceitável, mas não elimina completamente qualquer distorção. Por isso, a frase erra ao afirmar que o auditor não pode estabelecer um valor abaixo do qual as distorções seriam triviais e aceitáveis. Pode, sim. Esse limite prático ajuda o trabalho do auditor a ser objetivo e eficiente, sem transformar a auditoria numa caça a cada centavo perdido no sofá da contabilidade. Assim, o gabarito é E porque a afirmação contraria o conceito de materialidade e de distorções claramente triviais previsto nas normas.

Questão 4

Antes de formar uma conclusão geral sobre a despesa de pessoal, um auditor decidiu dividir a despesa de pessoal do ano pela quantidade média de funcionários ao longo do ano e comparar a média salarial obtida com a observada no ano anterior, para verificar se o aumento no salário médio foi compatível com o acordo coletivo de trabalho. Considerando a situação hipotética apresentada, assinale a opção que nomeia corretamente o tipo de teste realizado pelo auditor.

  • A)confirmação externa
  • B)observação
  • C)inspeção
  • D)recálculo
  • E)procedimento analítico
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Resposta correta: E

Aqui o auditor não está olhando documento por documento, nem confirmando saldo com terceiros. Ele pegou um conjunto de dados da folha de pagamento, fez uma relação entre despesa de pessoal e quantidade média de funcionários e comparou o resultado com o ano anterior. Isso é bem a cara de procedimento analítico: uso de análises e comparações para identificar variações, tendências e incoerências que merecem investigação. Na prática, o procedimento analítico funciona como um "radar" da auditoria. Você compara informações financeiras e não financeiras, calcula indicadores, observa oscilações relevantes e pergunta: "isso faz sentido?". Aqui, a comparação da média salarial com o ano anterior e com o acordo coletivo serve exatamente para avaliar se a variação está compatível com uma expectativa razoável. Por isso o gabarito é a letra E. O auditor não está testando diretamente um documento específico, nem observando um ato, nem inspecionando um bem, nem pedindo confirmação a terceiros. Ele está fazendo análise de dados e confrontando relações entre informações, que é a definição clássica de procedimento analítico. As NBC TA, em especial a NBC TA 520, tratam esse procedimento como avaliação de informações por meio de estudo das relações plausíveis entre dados financeiros e não financeiros. Em prova CESPE, sempre desconfie quando aparecerem palavras como comparar, tendência, razão, índice, média, variação e compatibilidade com expectativa. Geralmente o comando está te empurrando para procedimento analítico, mesmo que o enunciado venha vestido de cenário trabalhista ou de folha de pagamento.

Questão 5

A possibilidade de o auditor não detectar distorção relevante existente em demonstrações contábeis caracteriza o risco

  • A)inerente.
  • B)de auditoria.
  • C)de detecção.
  • D)de distorção relevante.
  • E)de controle.
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Resposta correta: C

Em auditoria, existem três riscos clássicos que você precisa separar sem fazer confusão de fila: risco inerente, risco de controle e risco de detecção. O enunciado fala da possibilidade de o auditor não perceber uma distorção relevante já existente nas demonstrações contábeis. Isso descreve exatamente o risco de detecção, que é o risco de os procedimentos do auditor não encontrarem um erro material que esteja lá escondido. Pense assim: o problema já existe, mas a auditoria pode passar por cima dele por limitação de técnica, amostragem, julgamento ou execução dos testes. Ou seja, não é o risco de o erro nascer na empresa, nem o risco de o controle interno deixar o erro passar. É o risco de a auditoria não enxergar o que deveria enxergar. Na linguagem da NBC TA 200, o risco de auditoria é a possibilidade de o auditor expressar opinião inadequada quando as demonstrações contábeis contêm distorção relevante. Esse risco de auditoria é composto pelos riscos inerente, de controle e de detecção. Como a questão trata da falha do auditor em identificar a distorção já existente, o nome certo do bicho é risco de detecção. Então, o gabarito C está correto porque descreve a chance de os procedimentos de auditoria não detectarem uma distorção relevante. É a clássica pegadinha de conceito: o erro está na empresa, mas a falha narrada no enunciado está na percepção do auditor.

Questão 6

Quanto aos tipos e às técnicas de controles internos aplicados à gestão pública, julgue os itens a seguir. I O controle prévio é aquele que ocorre antes da execução do ato pelo gestor público. II O controle pode ser concomitante, para verificar a regularidade do ato. III Não se deve avaliar o custo do controle em relação aos riscos que ele busca mitigar. IV Gestor público não pode executar ato de delegação de atividade sob sua responsabilidade. Estão certos apenas os itens

  • A)I e II.
  • B)II e III.
  • C)III e IV.
  • D)I, II e IV.
  • E)I, III e IV.
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Resposta correta: A

Controle interno, na gestão pública, é o conjunto de medidas para dar segurança, regularidade e confiança aos atos administrativos. Ele pode aparecer em três momentos clássicos: prévio (antes do ato), concomitante (durante a execução) e posterior ou subsequente (depois). Isso é bem cobrado porque a banca gosta de trocar o momento do controle como se fosse peça de quebra-cabeça. O item I está certo: controle prévio é exatamente o que acontece antes da prática do ato, para evitar erro antes que ele ganhe vida. Já o item II também está certo, porque o controle concomitante acompanha a execução para verificar a regularidade do ato enquanto ele acontece. É o famoso "olhar por cima do ombro" do controle, mas de forma formal e legal. O item III está errado. No controle interno, você deve sim avaliar o custo do controle em relação ao risco que ele pretende mitigar. Não faz sentido criar um controle caríssimo para combater um risco pequeno, porque a administração também precisa ser eficiente. Esse raciocínio conversa com o princípio da eficiência e com a ideia de custo-benefício dos controles. O item IV também está errado, porque o gestor público pode delegar atividades, desde que a lei e a estrutura administrativa permitam. Delegação é ato normal da administração, disciplinado, por exemplo, pela Lei 9.784/1999 no âmbito federal, que admite delegação de competência em certas hipóteses. Então, como o gabarito é A, ficam corretos apenas I e II.

Questão 7

Acerca do plano de auditoria baseado em risco, julgue o item subsecutivo. Há risco de controle quando não se consegue evitar ou detectar erro ou fraude em um processo, mesmo que este tenha sido submetido a um efetivo controle interno.

  • C)Certo
  • E)Errado
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Resposta correta: C

No plano de auditoria baseado em risco, você olha para os riscos do trabalho e também para os riscos ligados ao controle interno da entidade. O risco de controle é exatamente a chance de um erro ou fraude não ser prevenido, detectado ou corrigido pelos controles internos, mesmo quando esses controles existem no papel ou até funcionam em parte. Em outras palavras: ter controle interno não zera o risco, porque controle não é superpoder. Na prática, isso aparece muito na auditoria das demonstrações contábeis. A lógica, alinhada às NBC TA 315 e 330, é entender o sistema de controles da empresa e avaliar se ele é capaz de reduzir o risco de distorção relevante a um nível aceitável. Se os controles não conseguem evitar ou achar o problema, o risco de controle permanece alto. Por isso o item está certo. Ele descreve justamente a situação em que, mesmo com controle interno efetivo, ainda pode haver falha na prevenção ou detecção de erro ou fraude. A banca costuma cobrar essa ideia com uma frase simples, mas conceitualmente precisa: controle interno ajuda, mas não elimina risco.

Questão 8

No que se refere ao código de ética da INTOSA (ISSAI 30), assinale a opção correspondente aos seus cinco valores fundamentais.

  • A)integridade; independência e objetividade; competência; comportamento profissional; confidencialidade e transparência
  • B)integridade; independência e objetividade; competência; comportamento profissional; liderança
  • C)integridade; independência e subjetividade; competência; liderança; confidencialidade e transparência
  • D)integridade; independência e objetividade; liderança; comportamento profissional; confidencialidade e transparência
  • E)liderança; competência; independência e subjetividade; comportamento profissional; confidencialidade e transparência
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Resposta correta: A

O código de ética da INTOSAI, conhecido como ISSAI 30, cobra exatamente cinco valores fundamentais que funcionam como a espinha dorsal do auditor no setor público. Pense neles como o “kit básico” de confiança: sem isso, a auditoria vira só um relatório bonito, mas sem credibilidade. Esses cinco valores são: integridade, independência e objetividade, competência, comportamento profissional e confidencialidade e transparência. A ideia é simples: o auditor precisa agir com honestidade, manter distância de influências indevidas, ter capacidade técnica, seguir conduta adequada e equilibrar sigilo com transparência institucional. É por isso que a alternativa A está correta. Ela reúne exatamente os cinco fundamentos previstos no ISSAI 30, sem trocar nenhum deles por conceitos que parecem parecidos, mas não são a lista oficial. Em prova da CEBRASPE, o perigo costuma estar em substituir “objetividade” por “subjetividade”, ou inventar “liderança” como valor central, o que não faz parte desse rol. Então, se a questão falar em código de ética da INTOSAI, lembre da sequência mental: integridade, independência e objetividade, competência, comportamento profissional e confidencialidade com transparência. É uma lista curta, mas a banca adora mexer nela para ver se você pisa no caco.

Questão 9

Durante a vigência da licença ambiental para a construção de um condomínio privado no qual a atividade vinha cumprindo todas as condicionantes, o órgão competente descobriu que o documento era embasado em laudo técnico afirmando que a área não possuía nenhuma importância especial relativa à diversidade biológica. Todavia, na verdade, a área em questão possui remanescentes de mata atlântica que abrigam espécies raras da fauna e da flora, havendo a necessidade de revisão da licença. Nesse caso hipotético, o órgão ambiental competente deverá

  • A)revisar, após o término da licença em vigor, os documentos que embasaram a licença e, se for comprovada alguma mudança, não renovar o licenciamento.
  • B)modificar as condicionantes da licença para que a construção ainda possa ser feita, já que a licença está em vigor.
  • C)impedir a renovação da licença após o término da atual bem como as novas solicitações para o empreendimento, já que surgiram informações relevantes.
  • D)solicitar ações corretivas ao licenciado, uma vez que a atividade é devidamente licenciada e cumpre todas as condicionantes da licença ambiental.
  • E)revisar a licença por motivo de falsa descrição de informações relevantes à sua expedição, havendo a possibilidade de suspendê-la ou cancelá-la.
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Resposta correta: E

A licença ambiental não é um “cheque em branco”. Mesmo durante sua vigência, ela pode ser revista, suspensa ou cancelada se aparecerem fatos graves que mudem a base técnica que sustentou sua concessão. O ponto central aqui é que o laudo que embasou a licença trouxe informação falsa ou, no mínimo, omissão relevante sobre a área, já que dizia não haver importância especial para a biodiversidade, quando na verdade existiam remanescentes de Mata Atlântica e espécies raras. Nessa situação, o órgão ambiental não precisa esperar o fim da licença para agir. A lógica do licenciamento é preventiva: se a decisão administrativa foi construída sobre informação falsa relevante, a própria validade do ato fica comprometida. Por isso, a Administração pode revisar o ato e, conforme o caso, suspender ou cancelar a licença, sempre por decisão motivada. O fundamento mais cobrado é o art. 19 da Resolução CONAMA nº 237/1997, que permite modificar condicionantes, suspender ou cancelar licença quando houver omissão ou falsa descrição de informações relevantes que tenham subsidiado sua expedição. Em linguagem de prova: mentira técnica relevante derruba a tranquilidade da licença. Então, o gabarito é a letra E porque houve falsa descrição de dado essencial para a concessão do licenciamento, o que autoriza revisão e até suspensão ou cancelamento do ato administrativo.

Questão 10

Para que as funções de governança sejam executadas de forma satisfatória, alguns mecanismos devem ser adotados, como liderança, estratégia e controle. Assinale a opção correspondente à função do mecanismo controle.

  • A)princípios e comportamentos
  • B)sistema de governança
  • C)alinhamento transorganizacional
  • D)relacionamento com partes interessadas
  • E)accountability e transparência
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Resposta correta: E

Na governança corporativa e pública, os mecanismos costumam ser organizados em três grandes blocos: liderança, estratégia e controle. A ideia é simples: alguém define rumos, alguém garante coerência das decisões e alguém verifica se tudo está funcionando como deveria. Esse terceiro bloco, o controle, existe para reduzir desvios, dar visibilidade e permitir correção de rota sem drama desnecessário. Quando a banca fala em controle, ela quer a função ligada a prestar contas, dar transparência e permitir fiscalização. Em termos doutrinários, isso conversa diretamente com os princípios clássicos de governança do IBGC e com a noção de accountability, isto é, dever de explicar, justificar e responder pelos atos praticados. Transparência também entra aqui porque sem informação clara não há controle efetivo. Por isso o gabarito é a letra E. A opção traz exatamente dois elementos que representam a função do mecanismo controle: accountability e transparência. Em prova, sempre desconfie das alternativas que parecem bonitas e institucionais, mas não mostram a ideia de monitoramento, prestação de contas ou fiscalização. Em resumo: liderança orienta pessoas, estratégia aponta o caminho e controle verifica, cobra e corrige. Se a alternativa fala em responsabilização e clareza das informações, você está muito perto da função de controle.

Perguntas frequentes

Este quiz de Auditoria CESPE/CEBRASPE é gratuito?

Sim. As 10 questões são gratuitas, com gabarito e microaula (explicação) em cada uma.

As questões de Auditoria CESPE/CEBRASPE são reais de concurso?

Sim. São questões reais de concursos públicos e da OAB, da banca CESPE/CEBRASPE, selecionadas do acervo do furafila.

Como treinar mais questões de Auditoria CESPE/CEBRASPE?

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Como funciona a pontuação da Cebraspe?

É líquida: um item errado anula um certo (fator 1:1) e, em alguns certames, são duas erradas para anular uma certa (2:1). Por isso o chute aleatório, na média, reduz a nota.

Quantos itens devo deixar em branco na Cebraspe?

Candidatos aprovados costumam deixar de 10% a 20% dos itens em branco, justamente os que seriam chute puro, para proteger a pontuação líquida.

A Cebraspe cobra decoreba ou entendimento?

Mais entendimento. Ela explora conceitos, exceções e aplicação prática, então estudar só palavra-chave não basta: é preciso saber quando a regra não vale.

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