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Questões de Administração Financeira e Orçamentária (AFO) VUNESP: comentadas e grátis

Pratique questões de Administração Financeira e Orçamentária (AFO) da banca VUNESP, comentadas e de graça, para concursos públicos. Gabarito e explicação em cada questão.

10 questões comentadas · grátis

Questão 1

Um determinado investimento, que não fora previamente incluído no plano plurianual, cuja execução estava prevista para o período de dois exercícios financeiros, foi iniciado no segundo exercício financeiro do mandato do Chefe do Executivo. Considerando que não havia lei que autorizasse a sua inclusão na Lei Orçamentária Anual, é possível afirmar, sobre este investimento, que

  • A)a alocação dos recursos para a sua realização é lícita, pois seu início coincide com o início de vigência do PPA.
  • B)a alocação dos recursos para a sua realização é lícita, pois a previsão do seu término está contida na vigência do PPA, que se iniciou no primeiro ano do mandato do chefe do executivo.
  • C)a alocação dos recursos para a sua realização é lícita, pois a previsão do seu término está contida na vigência do PPA, que se iniciou no segundo ano do mandato do chefe do executivo.
  • D)a alocação dos recursos para a sua realização é lícita, pois a previsão do seu término está contida na vigência da LDO, que se iniciou em 30 de Junho do exercício anterior.
  • E)pode implicar pena de crime de responsabilidade de acordo com o parágrafo 1o do art. 167 da Constituição Federal.
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Resposta correta: E

Aqui a ideia central é simples: investimento que vai ultrapassar um exercício financeiro não pode ser iniciado no improviso. A Constituição exige que ele esteja previamente incluído no Plano Plurianual (PPA) ou que exista lei autorizando sua inclusão. Isso está no art. 167, §1o, da Constituição Federal. Perceba que o enunciado diz três coisas importantes: o investimento não foi incluído previamente no PPA, sua execução estava prevista para dois exercícios financeiros e não havia lei autorizando sua inclusão na LOA. Ou seja, faltou a autorização constitucional mínima para começar a obra ou o investimento. Nessa situação, a irregularidade não é só administrativa ou contábil: a própria Constituição diz expressamente que o início do investimento nessas condições pode configurar crime de responsabilidade. É um daqueles casos em que o texto constitucional praticamente entrega o gabarito de bandeja, com laço e etiqueta. Então, a resposta correta é a letra E, porque iniciar investimento plurianual sem inclusão prévia no PPA e sem lei autorizativa viola o art. 167, §1o, da CF, sujeitando o agente à sanção por crime de responsabilidade.

Questão 2

O registro de “como fazer” e “onde fazer”, que são informações relevantes sobre os programas e ações orçamentárias, constarão

  • A)do cadastro de programas.
  • B)do cadastro de ações.
  • C)da proposta orçamentária.
  • D)da Lei de diretrizes orçamentárias.
  • E)da Lei orçamentária anual.
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Resposta correta: B

No ciclo orçamentário, a lógica é separar as informações por nível de detalhamento. O programa diz o que o governo quer alcançar; a ação diz o que será feito para chegar lá. E é justamente no cadastro de ações que aparecem os detalhes operacionais, como "como fazer" e "onde fazer". Pense assim: o programa é a ideia maior, e a ação é o passo concreto para executar essa ideia. Por isso, quando a questão fala em informações relevantes sobre programas e ações orçamentárias, o detalhamento do modo de execução e do local de realização fica concentrado na ação, não no programa em si. Em AFO, isso costuma aparecer em linguagem bem típica de planejamento governamental: o cadastro de programas guarda a visão mais ampla, enquanto o cadastro de ações traz o nível executivo, com atributos que ajudam a identificar a forma e a localização da entrega. É a parte mais "mão na massa" do orçamento. Assim, o gabarito é a letra B, porque o registro de "como fazer" e "onde fazer" consta no cadastro de ações. Essa leitura é coerente com a estrutura do PPA e da programação orçamentária usada pela administração pública.

Questão 3

Considere o princípio fundamental da atividade da Administração Pública no regime democrático que é justificado especialmente pelo fato de o orçamento ser fixado em lei, sendo este que autoriza aos Poderes a execução de suas despesas. Esse princípio é o da

  • A)Publicidade.
  • B)Totalidade.
  • C)Periodicidade.
  • D)Exclusividade.
  • E)Universalidade.
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Resposta correta: A

O princípio da publicidade exige que o orçamento seja conhecido pela sociedade. Em um regime democrático, isso faz sentido porque o povo precisa saber como o dinheiro público será arrecadado e gasto, e os atos da Administração não podem ficar escondidos na gaveta. Na prática, o orçamento é uma lei, e lei precisa ser publicada para produzir efeitos. Além disso, a transparência permite controle social, fiscalização pelos órgãos competentes e dá legitimidade à execução das despesas autorizadas. Por isso, o enunciado aponta para a publicidade: o orçamento é fixado em lei e essa lei autoriza os Poderes a executar suas despesas, mas tudo isso deve estar disponível e acessível ao público. Em AFO, pense assim: se a despesa pública vai nascer, o cidadão precisa ver a certidão de nascimento. A doutrina de AFO costuma ligar publicidade à transparência e ao controle democrático. Também se relaciona com a própria ideia de que nenhum orçamento vale no escuro.

Questão 4

A proposta orçamentária que o Poder Executivo encaminhará ao Poder Legislativo, nos prazos estabelecidos nas Constituições e nas Leis Orgânicas dos Municípios, compor-se-á de tabelas explicativas, entre as quais se destaca:

  • A)a receita arrecadada nos três últimos exercícios anteriores àquele em que se elaborou a proposta.
  • B)a receita realizada ou executada no exercício em que se elabora a proposta.
  • C)a despesa fixada no exercício imediatamente anterior.
  • D)o histórico do superavit/deficit do exercício anterior.
  • E)o equilíbrio financeiro das receitas e despesas propostas para os três exercícios imediatamente anteriores à proposta orçamentária, bem como para o exercício corrente.
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Resposta correta: A

Na proposta orçamentária, o Poder Executivo não manda apenas números soltos. A Lei 4.320/1964, no art. 22, exige que ela venha acompanhada de tabelas explicativas, justamente para permitir comparação e controle pelo Legislativo. A ideia é simples: antes de aprovar o orçamento do ano seguinte, o Parlamento precisa enxergar como o dinheiro entrou e saiu nos anos recentes. Por isso, uma das tabelas mais cobradas é a que mostra a receita arrecadada nos três últimos exercícios anteriores ao da proposta. Isso funciona como um retrato histórico da capacidade real de arrecadação do ente, evitando orçamento baseado em chute otimista de véspera de pagamento de imposto. A banca adora esse detalhe porque ele aparece com redação bem específica na lei. Além dessa tabela, a lei também menciona a receita prevista para o exercício em que se elabora a proposta e a despesa realizada no mesmo período. Repare que o foco é sempre dar base concreta para a discussão orçamentária, e não inventar moda com superavit, deficit ou equilíbrio genérico. Então, o gabarito A está correto porque reproduz exatamente a exigência legal: receita arrecadada nos três últimos exercícios anteriores àquele em que se elaborou a proposta. É o tipo de frase que a lei escreve quase com régua e compasso, e a VUNESP costuma cobrar essa literalidade.

Questão 5

O planejamento é função importante e é considerado dessa forma tanto na Administração Geral como na Administração Pública. Relativamente ao horizonte de tempo, ele pode ser hierarquizado em Estratégico (longo prazo), Tático (médio prazo) e Operacional (curto prazo). Essa ordenação na Administração Pública se traduz em ações e documentos que fazem parte das rotinas de todos os poderes e de todos os níveis. Um exemplo de produto do Plano Estratégico na Administração Pública Brasileira é

  • A)a Lei de Diretrizes Orçamentárias.
  • B)o Plano Plurianual.
  • C)o Edital do Concurso.
  • D)a Lei do Orçamento Anual.
  • E)o Planejamento Normativo.
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Resposta correta: B

Na Administração Pública, o planejamento costuma ser associado a três grandes instrumentos orçamentários: Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei Orçamentária Anual. A ideia é organizar a ação do Estado em sequência, com visão de mais longo prazo, depois de médio prazo e, por fim, de execução anual. Isso ajuda a evitar o famoso “cada ano por si” e dá coerência às políticas públicas. O Plano Plurianual é o instrumento que define diretrizes, objetivos e metas da administração pública para um período de 4 anos. Ele está previsto no art. 165, inciso I, da Constituição Federal, e funciona como a base de planejamento de médio prazo, servindo de referência para a LDO e para a LOA. Em linguagem de prova, ele aparece como o produto mais ligado ao planejamento estratégico da Administração Pública. A LDO faz a ponte entre o plano e o orçamento anual, orientando a elaboração da LOA. Já a LOA é a peça de execução do gasto público, isto é, o orçamento do ano seguinte. Então, quando a questão pede um produto do Plano Estratégico na Administração Pública Brasileira, a resposta esperada é o PPA, porque ele estrutura a atuação estatal em um horizonte plurianual. Em resumo: se a banca falar em visão mais ampla, diretrizes, metas e continuidade administrativa, pense primeiro no PPA. Ele é o “esqueleto” do planejamento público, enquanto a LDO orienta e a LOA executa.

Questão 6

Conforme a Lei de Responsabilidade Fiscal, a alteração de alíquota ou modificação de base de cálculo que implique redução discriminada de tributos ou contribuições constitui

  • A)anistia.
  • B)subsídio.
  • C)majoração.
  • D)isenção.
  • E)renúncia da receita.
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Resposta correta: E

A Lei de Responsabilidade Fiscal trata com bastante cuidado tudo o que possa diminuir a arrecadação sem uma contrapartida clara. No art. 14, a LRF diz que a concessão ou ampliação de incentivo ou benefício de natureza tributária que implique renúncia de receita precisa atender a requisitos específicos, como estimativa do impacto e medidas de compensação, salvo algumas exceções legais. Nesse contexto, se a lei altera a alíquota ou muda a base de cálculo de um tributo de modo a reduzir, de forma discriminada, o valor devido, isso entra exatamente na ideia de renúncia de receita. Em outras palavras: o governo abriu mão de parte da receita que poderia arrecadar. Não é só um nome bonito de benefício fiscal, é dinheiro que deixa de entrar no caixa público. A própria LRF, em seu art. 14, §1º, considera renúncia de receita a alteração de alíquota ou modificação de base de cálculo que implique redução discriminada de tributos ou contribuições. É por isso que a letra E está correta: a situação descrita no enunciado é a definição legal de renúncia da receita. As demais alternativas fogem do conceito. Anistia, por exemplo, perdoa penalidades; isenção dispensa o pagamento do tributo em hipóteses legais; subsídio é outra técnica de intervenção estatal. Aqui, o ponto central é a perda de arrecadação decorrente de mudança tributária com efeito redutor, e a LRF chama isso de renúncia de receita.

Questão 7

Considere o princípio orçamentário, previsto no art. 2º da Lei nº 4.320/64, que determina a existência de orçamento único para União, Estados, Distrito Federal e Municípios, com o fito de evitar diversos orçamentos paralelos dentro da mesma pessoa política, determinando que todas as receitas previstas e despesas fixadas, em cada exercício financeiro, devem integrar um único documento legal dentro de cada esfera federativa. Trata-se do princípio da

  • A)Universidade.
  • B)Periodicidade.
  • C)Exclusividade.
  • D)Competência.
  • E)Unidade.
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Resposta correta: E

O enunciado descreve o princípio da unidade, também chamado de princípio do orçamento uno. A ideia é simples: em cada ente federativo deve existir um único orçamento, reunindo em um só documento todas as receitas previstas e despesas fixadas do exercício financeiro. Isso evita a bagunça de vários orçamentos paralelos dentro da mesma pessoa política, que poderiam esconder gastos e dificultar o controle. Na Lei nº 4.320/64, isso aparece no art. 2º, ao estabelecer que a Lei de Orçamento conterá a discriminação da receita e despesa, de forma a evidenciar a política econômico-financeira e o programa de trabalho do governo, observados os princípios de unidade e universalidade. Em outras palavras: um orçamento só, bem organizado, sem divisões artificiais. A banca descreveu justamente essa lógica ao falar em orçamento único para União, Estados, Distrito Federal e Municípios, com todas as receitas e despesas em um único documento legal dentro de cada esfera federativa. Isso é o princípio da unidade. Se você pensou em outro princípio porque apareceu a ideia de um documento com tudo dentro, a armadilha estava bem aí: o foco não é limitar conteúdo, e sim evitar múltiplos orçamentos no mesmo ente. Então, o gabarito E está correto porque a característica central do enunciado é a existência de um só orçamento por pessoa política, exatamente como exige o princípio da unidade.

Questão 8

Está correto afirmar que a adoção de sistema integrado de administração financeira e controle, que atenda a padrão mínimo de qualidade estabelecido pelo Poder Executivo da União e em Lei Complementar, é

  • A)um instrumento de transparência.
  • B)uma exigência de adequação dos controles internos.
  • C)uma ferramenta de prestação de contas.
  • D)um procedimento de fiscalização.
  • E)uma ferramenta do controle interno e externo.
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Resposta correta: A

A Lei de Responsabilidade Fiscal trata a transparência como uma das colunas da gestão fiscal responsável. Não basta fazer o orçamento e guardar tudo na gaveta: o cidadão, os órgãos de controle e a própria Administração precisam enxergar os números com clareza e em tempo útil. Nesse contexto, o art. 48 da LC nº 101/2000 diz que a transparência será assegurada, entre outros meios, pela adoção de sistema integrado de administração financeira e controle, que atenda a padrão mínimo de qualidade definido pelo Poder Executivo da União e em lei complementar. Ou seja, esse sistema não aparece como mera ferramenta interna burocrática, mas como um mecanismo para dar visibilidade e rastreabilidade aos dados fiscais. Por isso o gabarito é a letra A. A lógica da norma é facilitar o acesso às informações, permitir acompanhamento da execução orçamentária e financeira e reduzir a chance de o dinheiro público virar um caça ao tesouro sem mapa. Em prova, quando a questão mencionar esse sistema integrado da LRF, pense logo em transparência e publicidade fiscal. Vale lembrar: a própria LRF coloca esse dispositivo dentro do capítulo de transparência, controle e fiscalização. Então a banca costuma cobrar a literalidade do texto para pegar quem associa o sistema apenas a controle interno.

Questão 9

O Jornal O Estado de São Paulo publicou reportagem denominada “O preço da paralisação”, em que discutia o cenário de obras públicas brasileira a partir do seguinte quadro: Na última terça-feira, dia 2, a Câmara dos Deputados instalou uma comissão para acompanhar a execução de obras inacabadas. O mais recente levantamento do Tribunal de Contas da União (TCU), assumidamente incompleto devido à carência de dados consolidados, revela um cenário exasperador. O Tribunal estima que, dos mais de 38 mil contratos de obras públicas, cerca de 14 mil (38%) estão paralisados. (O Estado de São Paulo. O preço da paralisação. Opnião, São Paulo, ano 2019. Disponível em: https://opiniao.estadao.com.br/noticias/notas-e- -informacoes,o-preco-da-paralisacao,70002905622. Para se evitar casos como esses apresentados na reportagem, a Lei de Responsabilidade Fiscal instituiu o seguinte mecanismo:

  • A)É vedado consignar na lei orçamentária crédito com finalidade imprecisa ou com dotação ilimitada.
  • B)É vedado ao Tesouro Nacional adquirir títulos da dívida pública federal existentes na carteira do Banco Central do Brasil, ainda que com cláusula de reversão, salvo para reduzir a dívida mobiliária.
  • C)É vedado às entidades da administração indireta, inclusive suas empresas controladas e subsidiárias, conceder garantia, ainda que com recursos de fundos.
  • D)É vedado ao titular de Poder ou órgão referido no art. 20, nos últimos dois quadrimestres do seu mandato, contrair obrigação de despesa que não possa ser cumprida integralmente dentro dele, ou que tenha parcelas a serem pagas no exercício seguinte sem que haja suficiente disponibilidade de caixa para este efeito.
  • E)Observado o disposto no § 5o do art. 5o , a lei orçamentária e as de créditos adicionais só incluirão novos projetos após adequadamente atendidos os em andamento e contempladas as despesas de conservação do patrimônio público, nos termos em que dispuser a lei de diretrizes orçamentárias.
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Resposta correta: E

A Lei de Responsabilidade Fiscal criou uma regra bem importante para evitar o famoso “começa e não termina”: antes de abrir espaço para novos projetos, o gestor público precisa olhar para os que já estão em andamento e para as despesas de conservação do patrimônio público. A lógica é simples: não adianta inaugurar obra nova se as obras atuais virarem esqueleto de concreto no meio do caminho. Esse mecanismo está no art. 45 da LC nº 101/2000. Ele determina que a lei orçamentária e as de créditos adicionais só incluam novos projetos depois de adequadamente atendidos os em andamento e contempladas as despesas de conservação do patrimônio público, conforme dispuser a LDO. É uma forma de priorizar a continuidade do que já foi iniciado e evitar paralisações por falta de planejamento ou de caixa. Por isso, o gabarito é a letra E. A questão conversa diretamente com o problema da reportagem: muitas obras ficam paradas porque o orçamento privilegia novidades sem garantir o suporte necessário para concluir o que já foi contratado. A LRF tenta exatamente frear esse comportamento, impondo disciplina na alocação dos recursos. Em resumo: primeiro termina, depois começa outro. A administração financeira pública não gosta de obra “meia-boca” nem de promessa orçamentária sem lastro.

Questão 10

O prazo de validade da verificação dos limites e das condições de que trata o artigo 32 da LC nº 101/2000 e da análise realizada para a concessão de garantia pela União, que fica a critério do Ministério da Fazenda, será de

  • A)no mínimo, 30 dias e, no máximo, 90 dias.
  • B)no mínimo, 60 dias e, no máximo, 180 dias.
  • C)no mínimo, 90 dias e, no máximo, 270 dias.
  • D)no mínimo, 180 dias e, no máximo, 360 dias.
  • E)até dois anos da data de posse do poder executivo.
Ver gabarito e explicação

Resposta correta: C

O artigo 32 da LC 101/2000 trata das operações de crédito e exige que o ente cumpra limites e condições antes de contratar a dívida. A lógica é simples: primeiro você prova que pode, depois assina o contrato. A lei ainda dá uma

Perguntas frequentes

Este quiz de Administração Financeira e Orçamentária (AFO) VUNESP é gratuito?

Sim. As 10 questões são gratuitas, com gabarito e microaula (explicação) em cada uma.

As questões de Administração Financeira e Orçamentária (AFO) VUNESP são reais de concurso?

Sim. São questões reais de concursos públicos e da OAB, da banca VUNESP, selecionadas do acervo do furafila.

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A VUNESP desconta ponto por questão errada?

Não. Nas provas objetivas da VUNESP não há desconto por erro, então vale a pena responder todas as questões, inclusive as que você não tem certeza.

Quantas alternativas tem cada questão da VUNESP?

Em regra são cinco alternativas por questão de múltipla escolha, com apenas uma correta. Fique atento aos comandos que pedem a alternativa incorreta.

A VUNESP cobra lei seca ou doutrina?

O forte da banca é a literalidade da lei. Ela exige bem menos doutrina e jurisprudência do que outras bancas, então decorar o texto legal com seus prazos e exceções rende muitos pontos.

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