Um método muito efetivo para esterilizar meios de cultura e que utiliza calor úmido sob pressão é a(o)
- A)autoclavação.
Correta, porque a autoclavação usa calor úmido sob pressão e é o método padrão para esterilizar meios de cultura.
- B)vapor de peróxido de hidrogênio.
Errada, porque vapor de peróxido de hidrogênio é um método de esterilização por agente químico/gás, não por calor úmido sob pressão.
- C)chama direta.
Errada, porque chama direta é usada para flambagem ou incineração pontual, não para esterilizar meios de cultura.
- D)liofilização.
Errada, porque liofilização é um processo de desidratação e conservação, não de esterilização.
- E)incineração.
Errada, porque incineração destrói material por queima em alta temperatura, sem a combinação de vapor e pressão exigida no enunciado.
Gabarito: A
Quando o assunto é esterilização de meios de cultura, o método clássico e mais cobrado é a autoclavação. Ela usa calor úmido sob pressão, o que aumenta a temperatura acima de 100 °C e destrói microrganismos e esporos com muita eficiência. É aquele tipo de técnica que faz o trabalho pesado sem pedir aplauso, mas merece muito respeito em laboratório. A lógica é simples: o vapor sob pressão penetra melhor no material e transfere calor de forma muito eficaz. Por isso, é o método preferido para meios de cultura, instrumentos compatíveis e materiais resistentes à umidade e ao calor. Em geral, trabalha-se em torno de 121 °C, sob pressão, por tempo controlado, justamente para garantir a esterilização. Na questão, o enunciado entrega quase a resposta: "calor úmido sob pressão" é a definição de autoclavação. Os outros métodos da lista pertencem a outras categorias, como esterilização por gás, calor seco ou processos de conservação, então não atendem ao pedido do enunciado. Em provas de laboratório, vale guardar a associação mental: autoclave = vapor + pressão = esterilização de meios de cultura. Não há um fundamento legal específico para esse ponto; aqui o que manda é a doutrina técnica de microbiologia e biossegurança.