O laboratório é responsável pelo manejo adequado de todos os resíduos gerados. Segundo a RDC nº 306, de 7 de dezembro de 2004, os Resíduos de Serviço de Saúde (RSS), são classificados em cinco grupos (A, B, C, D e E). Os resíduos contaminados com agentes biológicos e oferecem risco de infecção são classificados no grupo
- A)A.
Correta, porque o grupo A reúne resíduos com possível presença de agentes biológicos e risco de infecção.
- B)B.
Errada, porque o grupo B é destinado aos resíduos químicos, não aos biológicos.
- C)C.
Errada, porque o grupo C corresponde aos resíduos radioativos.
- D)D.
Errada, porque o grupo D é o lixo comum e não envolve risco biológico específico.
- E)E.
Errada, porque o grupo E é formado por materiais perfurocortantes, como agulhas e lâminas.
Gabarito: A
A RDC nº 306/2004 da Anvisa organiza os Resíduos de Serviços de Saúde em cinco grupos: A, B, C, D e E. Isso ajuda o laboratório a separar o lixo certo, no saco certo, com o tratamento certo. Parece detalhe, mas em biossegurança detalhe é o que evita acidente, infecção e dor de cabeça institucional. O grupo A reúne os resíduos com possível presença de agentes biológicos que, por isso, oferecem risco de infecção. Entram aqui materiais como culturas, sobras de amostras, peças anatômicas e outros itens contaminados. Em linguagem direta: se pode transmitir microrganismo e causar infecção, entra no grupo A. Já os outros grupos não têm esse perfil. O grupo B é de resíduos químicos, o C é radioativo, o D é lixo comum e o E é de perfurocortantes. Então, quando a questão fala em "contaminados com agentes biológicos e oferecem risco de infecção", ela está descrevendo exatamente o grupo A. Essa classificação foi prevista pela RDC nº 306/2004, da Anvisa, e depois o tema passou a ser tratado também em normas sanitárias mais recentes sobre gerenciamento de resíduos, mas a lógica da questão continua a mesma. Em prova, a chave é memorizar o papel de cada grupo sem confundir risco biológico com químico ou perfurocortante.