A analista Daniela está implementando o módulo de autenticação de um sistema, com base no protocolo OpenID Connect (OIDC). Na rotina de verificação da autenticação, Daniela deve avaliar se o ID Token, retornado pelo servidor OIDC, foi emitido em um horário considerado válido. Para avaliar o horário de emissão do token, Daniela deve extrair do ID Token o valor do atributo:
- A)jti;
Errada, porque "jti" é o identificador único do token, usado para rastreio e prevenção de replay, e não para informar o horário de emissão.
- B)iat;
Certa, porque "iat" significa "issued at" e indica exatamente o instante em que o token foi emitido.
- C)tid;
Errada, porque "tid" não é o campo padrão do ID Token para emissão; em OIDC, esse nome não corresponde ao carimbo temporal pedido.
- D)rat;
Errada, porque "rat" não é o claim padrão usado para informar emissão do ID Token no OpenID Connect.
- E)exp.
Errada, porque "exp" indica o momento de expiração do token, ou seja, quando ele deixa de ser válido, e não quando foi emitido.
Gabarito: B
No OpenID Connect, o ID Token é um JWT que traz, em seus campos, informações úteis para validar a autenticidade e a validade temporal do token. Entre esses campos, o que indica o instante em que o token foi emitido é o "iat", de "issued at". Em prova, pense nele como o carimbo de nascimento do token: ele mostra quando o servidor o gerou. Isso importa porque o sistema pode comparar esse horário com o relógio atual e verificar se o token está dentro da janela aceitável, considerando tolerâncias de tempo e políticas de segurança. Se o token foi emitido em um momento coerente, a autenticação segue; se houver inconsistência temporal, o sistema desconfia e pode rejeitar o token. A banca FGV gosta de trocar os nomes dos campos para ver se voce confunde emissão com expiração, identificador ou nonce. Aqui não há mistério: o atributo usado para indicar o horário de emissão do token é o "iat". Em padrões como OpenID Connect, esse campo é um claim registrado e bem conhecido na validação do ID Token.