A RFC 6749 define a estrutura do protocolo OAuth 2.0. Os dois tipos de clientes desse protocolo são conhecidos como clientes
- A)agent-based e tokenless.
Errada, porque “agent-based e tokenless” não é a classificação de clientes prevista na RFC 6749 para OAuth 2.0.
- B)aberto e criptografado.
Errada, pois “aberto e criptografado” não corresponde aos dois tipos de clientes definidos pelo protocolo.
- C)confidencial e público.
Certa, porque o OAuth 2.0 classifica os clientes em confidenciais e públicos.
- D)fechado e seguro.
Errada, já que “fechado e seguro” não é terminologia do OAuth 2.0.
- E)tsl e ssl.
Errada, porque TLS e SSL são protocolos de segurança de transporte, não tipos de clientes do OAuth 2.0.
Gabarito: C
O OAuth 2.0, descrito na RFC 6749, é um protocolo de autorização muito usado para permitir que um sistema acesse recursos em nome do usuário sem precisar descobrir a senha dele. Pense nele como uma “chave temporária” com permissões limitadas: ele facilita integrações seguras entre aplicativos, serviços e APIs. A RFC separa os clientes em dois tipos: clientes confidenciais e clientes públicos. O cliente confidencial consegue manter segredo sobre suas credenciais, porque roda em ambiente mais controlado, como um servidor backend. Já o cliente público não consegue guardar esse segredo de forma segura, como acontece em aplicativos instalados no celular, JavaScript no navegador ou apps distribuídos ao usuário. Por isso, o gabarito é a letra C. A própria lógica do OAuth 2.0 depende dessa distinção, porque a forma de autenticação e o grau de confiança variam conforme o cliente consegue ou não proteger credenciais. Em prova, se aparecer “clientes do OAuth 2.0”, lembre dessa dupla clássica: confidencial e público. A banca gosta de misturar termos inventados ou de outras áreas para te fazer escorregar. Aqui, o ponto central não é criptografia, TLS ou “segurança” em sentido genérico, mas sim a classificação oficial prevista na RFC 6749.