Os incidentes de segurança da informação devem ser mitigados para garantir que as boas práticas de segurança da informação estejam bem implantadas em sua organização. Para isso, é necessário entender de quais modelos de ataque sua organização pode ser alvo. Diante disso, o modelo de ataque que ocorre quando uma parte não autorizada (pessoa, programa ou computador) insere objetos falsificados em um ativo, caracterizando um ataque contra a autenticidade, é o(a):
- A)Fabricação;
Correta, porque fabricação é o ataque em que o agente insere objetos falsificados, violando a autenticidade.
- B)Interrupção;
Errada, porque interrupção atinge a disponibilidade ao impedir o acesso ou uso do ativo.
- C)Modificação;
Errada, porque modificação altera um conteúdo existente, afetando principalmente a integridade.
- D)Interceptação;
Errada, porque interceptação envolve captura ou leitura indevida, ligada à confidencialidade.
- E)Indisponibilização.
Errada, porque indisponibilização é outra forma de ataque à disponibilidade, não à autenticidade.
Gabarito: A
Em Segurança da Informação, um jeito clássico de estudar ataques é olhar o que foi violado: autenticidade, confidencialidade, integridade ou disponibilidade. Quando o ataque envolve inserir algo falso no sistema, como um objeto, mensagem ou dado forjado, o problema é de autenticidade: o ativo passa a conter algo que não foi colocado por quem deveria. Isso é bem a cara de um golpe de "eu me faço passar por legítimo". Esse tipo de ataque é chamado de fabricação, porque o agente malicioso cria ou insere informações/elementos falsificados dentro do ambiente protegido. Pense em um e-mail forjado, um registro adulterado ou um pacote de rede inventado para enganar o sistema. A lógica é simples: se entrou algo que parece válido, mas não é, houve fabricação. Na classificação doutrinária de ataques, além da fabricação, aparecem interrupção, modificação e interceptação. A banca costuma cobrar essas categorias separando o tipo de violação principal. Aqui, o enunciado fala expressamente em "insere objetos falsificados" e "ataque contra a autenticidade", então não há mistério: isso aponta diretamente para fabricação. Se você lembrar da ideia de "criar o que não existia para parecer verdadeiro", você mata a questão. É um conceito bem usado na literatura de segurança da informação e cai muito em provas quando a banca quer testar se você distingue autenticidade de integridade e disponibilidade.