Um ataque de negação de serviço distribuído (DDoS) é um ataque cibernético do tipo
- A)backdoor.
Errada: backdoor é uma porta de acesso oculta ao sistema, não um ataque de sobrecarga de tráfego.
- B)flood.
Certa: DDoS é um ataque de inundação de requisições ou pacotes, caracterizando flood.
- C)phishing.
Errada: phishing é uma fraude para induzir a vítima a revelar dados, não um ataque de negação de serviço.
- D)spoofing.
Errada: spoofing é falsificação de identidade ou de origem, não a técnica usada para derrubar o serviço por volume.
- E)spyware.
Errada: spyware é um programa espião voltado à coleta de informações, e não à indisponibilidade do sistema.
Gabarito: B
Um ataque de negação de serviço distribuído, ou DDoS, tenta tirar um sistema do ar ao sobrecarregá-lo com uma enxurrada de acessos, requisições ou pacotes. O detalhe importante é o “distribuído”: o tráfego vem de vários computadores ou dispositivos ao mesmo tempo, geralmente uma botnet, o que dificulta bloquear a origem. Pense em uma fila de atendimento com mil pessoas gritando ao mesmo tempo para ninguém conseguir ser atendido. Na linguagem de segurança da informação, esse tipo de ataque é classificado como ataque de flood, isto é, de inundação de tráfego. A ideia é consumir largura de banda, CPU, memória ou conexões do servidor até ele parar de responder direito ou ficar indisponível. Por isso, a alternativa B é a correta: DDoS é um ataque do tipo flood. As outras opções tratam de ataques bem diferentes. Backdoor é uma porta de acesso escondida; phishing é enganação para roubar dados; spoofing é falsificação de identidade ou endereço; spyware é software espião. Nada disso descreve o mecanismo central do DDoS. Em provas, a FGV gosta de trocar o nome da técnica pela consequência. Aqui, a consequência é negar o serviço, mas a técnica cobrada é a inundação de tráfego. Se você lembrar de “DDoS = muita gente atacando ao mesmo tempo para afogar o alvo”, quase nunca erra.