A catraca de controle de acesso é um dispositivo de segurança utilizado para dificultar o acesso não-autorizado a determinadas áreas de uma empresa, bem como possibilita monitorar o próprio fluxo de pessoal nessas áreas restritas. O controle do acesso propriamente dito pode ser feito a partir da checagem de algum dado do usuário, como, por exemplo, a aproximação do seu crachá de identificação. O mecanismo de detecção por aproximação em crachás está baseado em
- A)radiofrequência.
Correta, porque crachás de aproximação normalmente usam radiofrequência para comunicação sem contato com a catraca/leitor.
- B)infravermelho.
Errada, pois infravermelho não é a tecnologia típica de crachás de proximidade para controle de acesso físico.
- C)ultravioleta.
Errada, já que ultravioleta não é usado para leitura por aproximação em catracas ou crachás.
- D)raio-X.
Errada, porque raio-X não tem relação com a identificação por aproximação de crachás.
- E)ultrassom.
Errada, pois ultrassom não é o mecanismo usual de detecção em crachás de controle de acesso.
Gabarito: A
A questão trata de um controle de acesso físico por aproximação, bem comum em crachás, cartões e badges usados em empresas. A ideia é simples: o dispositivo lê a informação sem contato direto, muitas vezes a alguns centímetros de distância, o que facilita a entrada e também o registro de quem passou e quando passou. Isso ajuda tanto na segurança quanto no controle de fluxo de pessoas em áreas restritas. No caso dos crachás de proximidade, o mecanismo mais clássico é o de radiofrequência. O cartão tem um componente que responde ao campo emitido pela catraca ou leitor, permitindo a identificação do usuário por meio de comunicação sem fio de curto alcance. É aquela lógica do "aproximei, liberou", sem precisar encostar ou digitar senha. Por isso, o gabarito é a letra A. Em segurança da informação, esse é um exemplo de controle físico e lógico ao mesmo tempo: físico porque restringe a entrada em locais, e lógico porque autentica o usuário por um identificador eletrônico. Não há fundamento legal específico aqui, porque a questão é conceitual e de tecnologia de acesso. As outras alternativas citam radiações ou ondas que não são o padrão nesse tipo de crachá. Em prova, a banca gosta de trocar o nome da tecnologia para ver se você reconhece o mecanismo real por trás do acesso por proximidade.