Um usuário de uma máquina rodando Windows 10 precisou criptografar apenas uma determinada pasta no disco rígido de seu equipamento, que estava usando o sistema de arquivos NTFS. Para realizar essa tarefa, esse usuário usou o recurso do Windows denominado
- A)Bitlocker.
Errada, porque o BitLocker criptografa o disco ou volume inteiro, e não uma pasta isolada.
- B)EFS (Encrypting File System).
Certa, porque o EFS permite criptografar arquivos e pastas específicas em sistemas NTFS no Windows.
- C)TPM (Trusted Platform Module).
Errada, porque o TPM é um chip de segurança usado para proteger chaves e funções de integridade, não para criptografar pastas.
- D)Windows Defender.
Errada, porque o Windows Defender é uma solução de proteção contra malware e ameaças, não uma ferramenta de criptografia.
- E)Bitlocker to Go.
Errada, porque o BitLocker To Go é voltado para criptografia de mídias removíveis, como pendrives, não para uma pasta no disco interno.
Gabarito: B
Quando a questão fala em criptografar apenas uma pasta específica em um computador com Windows 10 e sistema de arquivos NTFS, o recurso certo é o EFS (Encrypting File System). Ele permite criptografia no nível de arquivo ou pasta, de forma transparente para o usuário que a criou, sem precisar criptografar o disco inteiro. O EFS é uma funcionalidade do próprio NTFS, então faz sentido quando o enunciado destaca esse sistema de arquivos. Na prática, ele protege dados em arquivos e pastas individuais, enquanto o usuário continua usando o sistema normalmente. É a diferença entre trancar o quarto e trancar a casa inteira. Já o BitLocker serve para criptografar a unidade de armazenamento como um todo, isto é, o disco ou volume inteiro. Por isso, se a banca pede algo para "uma determinada pasta", o BitLocker fica grande demais para a tarefa. Esse é um ponto clássico em provas de Segurança da Informação: EFS para arquivo/pasta em NTFS, BitLocker para volume/disco. Em termos doutrinários, é a distinção básica entre criptografia em nível de arquivo e em nível de disco.