O ataque digital que tem como objetivo capturar informações sensíveis por meio de fraudes eletrônicas e que se utiliza de pretextos falsos, com o intuito de receber informações sensíveis dos usuários, e que ocorre com mais frequência por meio do envio de e-mails e páginas web falsas, denomina-se
- A)IP spoofing.
IP spoofing é falsificação do endereço IP de origem, e não um golpe voltado a capturar dados sensíveis por pretexto falso.
- B)pharming.
Pharming redireciona o usuário para um site falso, mas a descrição da questão enfatiza o uso de fraude por mensagens e páginas falsas típico de phishing.
- C)fakenews.
Fake news são notícias falsas, não um ataque digital específico para roubo de informações por engenharia social.
- D)phishing
Phishing é a fraude eletrônica que usa pretextos falsos, e-mails e páginas falsas para enganar o usuário e capturar dados sensíveis.
- E)tootkit.
Toolkit não é uma classificação de ataque, e sim uma ferramenta ou conjunto de ferramentas, sem relação com a definição dada.
Gabarito: D
Aqui a banca está descrevendo um golpe muito conhecido: o criminoso se passa por alguém confiável para induzir a vítima a revelar dados sensíveis, como senhas, números de cartão e acessos bancários. O nome desse ataque é phishing, e ele costuma aparecer justamente em dois cenários clássicos: e-mails falsos e páginas web que imitam sites verdadeiros. A lógica é simples e bem malandra: o usuário recebe uma mensagem com aparência legítima, clica sem desconfiar e acaba caindo em uma página falsa ou entregando informações diretamente no formulário fraudulento. Em geral, o atacante usa urgência, medo ou promessa de vantagem para fazer a vítima agir rápido, sem checar detalhes. Por isso o gabarito é a letra D. O phishing é a fraude eletrônica baseada em engenharia social, com uso de pretexto falso para capturar dados sensíveis. Doutrinariamente, ele é classificado como um ataque de engano ao usuário, não como uma invasão técnica pura do sistema. Um detalhe importante: phishing não depende necessariamente de quebrar senhas por força bruta ou explorar falhas complexas. Muitas vezes, basta convencer você a entregar a chave de casa de bom grado, e aí o resto do trabalho o golpista faz com tranquilidade.