Em segurança da informação, a criptografia de chave simétrica é utilizada para garantir o requisito básico de segurança:
- A)confidencialidade;
Certa, porque a criptografia simétrica é usada principalmente para garantir a confidencialidade da informação.
- B)disponibilidade;
Errada, porque disponibilidade diz respeito a manter o sistema ou dado acessível quando necessário, não ao sigilo.
- C)integridade;
Errada, porque integridade é assegurar que o conteúdo não foi alterado, o que não é o objetivo principal da criptografia simétrica.
- D)autenticidade;
Errada, porque autenticidade envolve comprovar a origem da mensagem, algo que não é garantido só pela criptografia simétrica.
- E)não repúdio.
Errada, porque não repúdio exige mecanismo que impeça o autor de negar o envio, normalmente ligado a assinatura digital.
Gabarito: A
A criptografia de chave simétrica usa a mesma chave para criptografar e descriptografar a informação. Na prática, ela serve para esconder o conteúdo da mensagem de quem não tem a chave, ou seja, protege a confidencialidade. Pense nela como um cadeado com uma única chave: quem não possui essa chave não consegue ler o que foi protegido. Em segurança da informação, isso se conecta ao objetivo básico de manter o conteúdo inacessível a terceiros não autorizados. Por isso, o gabarito é a letra A. A criptografia simétrica não foi criada para provar quem enviou a mensagem, nem para impedir que alguém negue o envio depois, e também não garante por si só que o dado estará sempre disponível. O foco principal é preservar o sigilo da informação. A doutrina clássica de segurança da informação trata a criptografia como instrumento central de confidencialidade, embora ela possa ser combinada com outros mecanismos para integridade e autenticidade. Vale lembrar a diferença mais cobrada em prova: criptografia simétrica protege principalmente o sigilo; já integridade costuma depender de hash, MAC ou assinaturas, e autenticidade e não repúdio aparecem com mais força em esquemas assimétricos e assinaturas digitais. Em prova, quando a banca fala em criptografia simétrica e pede o requisito básico de segurança, pense primeiro em confidencialidade. Ou seja: a técnica embaralha o conteúdo para que só quem possui a chave consiga voltar ao texto original. É a lógica do “pode ver, mas só se tiver a chave certa”.