Carlos recebeu um e-mail que parecia pertencer ao seu banco e, sem perceber, baixou e instalou um software malicioso no seu computador. A partir desse software, um criminoso cibernético passou a ter o controle do computador de Carlos. O software malicioso instalado no computador de Carlos é:
- A)phishing;
Errada: phishing é a fraude usada no e-mail falso para enganar a vítima, não o software malicioso instalado.
- B)DoS;
Errada: DoS é ataque de indisponibilidade contra serviços, não um programa instalado para controle do computador.
- C)ransomware;
Errada: ransomware criptografa ou bloqueia dados para extorsão, mas o enunciado fala em controle do computador pelo criminoso.
- D)rootkit;
Certa: rootkit é malware voltado a ocultar a presença do invasor e facilitar o controle persistente do sistema.
- E)sandbox.
Errada: sandbox é ambiente isolado de teste/execução segura, não um malware.
Gabarito: D
A questão mistura dois momentos bem comuns em prova: primeiro, a vítima cai em um e-mail falso que parece do banco; depois, instala um programa malicioso que dá controle remoto ao criminoso. Esse primeiro passo lembra phishing, mas phishing é a técnica de enganar a pessoa, não o software em si. O que o enunciado quer, de fato, é o malware que se instala escondido e permite ao invasor manter acesso e controle sobre a máquina, muitas vezes com privilégios elevados e difícil detecção. Isso é típico de rootkit: um conjunto de ferramentas maliciosas projetado para ocultar sua presença e manter acesso ao sistema. Em linhas gerais, a banca segue a distinção clássica da doutrina de segurança: phishing é fraude por engenharia social, ransomware sequestra dados para exigir resgate, DoS derruba serviço, e rootkit age nas entranhas do sistema para esconder o invasor e facilitar o controle.