Há diversas medidas preventivas para manter os dispositivos computacionais protegidos contra ações de códigos maliciosos, como, por exemplo:
- A)utilizar mídias removíveis, como, por exemplo, pen-drives, para a transferência de arquivos;
Errada, porque usar mídias removíveis para transferir arquivos aumenta o risco de infecção por malware, especialmente se o dispositivo não for confiável.
- B)executar simultaneamente diferentes programas antimalware;
Errada, pois executar vários antimalwares ao mesmo tempo pode causar conflito entre programas e não é uma boa prática de proteção.
- C)manter os programas instalados com as versões mais recentes e com todas as atualizações;
Certa, porque manter programas instalados atualizados reduz vulnerabilidades conhecidas e ajuda a impedir a ação de códigos maliciosos.
- D)habilitar a autoexecução de arquivos anexados ao e-mail;
Errada, porque habilitar autoexecução de anexos de e-mail facilita a execução automática de conteúdo potencialmente malicioso.
- E)utilizar firewall pessoal em vez de antimalware.
Errada, porque firewall pessoal não substitui antimalware; eles têm funções diferentes e complementares.
Gabarito: C
Quando o assunto é proteção contra códigos maliciosos, a lógica é bem simples: você reduz a superfície de risco mantendo o sistema atualizado e evitando comportamentos que facilitam a entrada de malware. Em prova, isso costuma aparecer misturado com hábitos ruins disfarçados de “práticos”. A medida preventiva mais clássica é manter programas, sistema operacional e aplicativos sempre nas versões mais recentes, com correções de segurança instaladas. Atualização não é perfumaria: ela fecha falhas que vírus, worms, ransomwares e outros malwares exploram para se instalar ou se espalhar. Por isso, o gabarito é a letra C. Se o software está atualizado, você diminui bastante a chance de exploração de vulnerabilidades conhecidas. Em segurança da informação, isso é uma recomendação básica de boas práticas e aparece em guias de segurança de órgãos como o CERT.br e em referenciais como a ISO/IEC 27002, que valorizam a gestão de patches e correções. As demais alternativas trazem práticas arriscadas ou sem sentido como medida preventiva. A banca FGV gosta exatamente dessa inversão: ela coloca uma conduta correta no mundo real e, ao lado, várias armadilhas que parecem técnicas, mas pioram a proteção.