No contexto de protocolos criptográficos, de uso frequente em redes Wi-Fi, assinale a opção que apresenta a combinação que oferece o maior grau de proteção contra intrusos.
- A)MAC WEP.
Errada, porque WEP é um protocolo antigo e vulnerável, sem proteção adequada contra ataques modernos.
- B)WEP.
Errada, porque WEP é notoriamente inseguro e foi superado por padrões mais modernos de Wi-Fi.
- C)WF II com COMPACT.
Errada, porque a opção traz um nome incorreto/inconsistente e não corresponde a um padrão reconhecido de proteção Wi-Fi.
- D)WPA com IP.
Errada, porque WPA com IP não é a combinação mais forte e ainda fica abaixo do nível de segurança oferecido por WPA2 com AES.
- E)WPA2 com AES habilitado.
Certa, porque WPA2 com AES habilitado é a combinação mais segura entre as alternativas, usando criptografia forte e amplamente aceita.
Gabarito: E
Em redes Wi-Fi, a pergunta clássica é: qual padrão realmente protege melhor o tráfego sem deixar a porta meio aberta? A resposta é o WPA2 com AES, porque ele usa um algoritmo de criptografia mais robusto e consolidado do que os esquemas antigos baseados em WEP. No mundo da segurança, isso faz diferença enorme: um sistema fraco pode até parecer proteção, mas na prática é como trancar a porta com barbante. O WEP foi um dos primeiros mecanismos de segurança do Wi-Fi, mas hoje é considerado obsoleto e vulnerável a ataques conhecidos, sobretudo por falhas no seu vetor de inicialização e no desenho do RC4. O WPA surgiu como solução intermediária, melhorando bastante a situação, mas ainda não alcançou o nível de segurança do WPA2 com AES, que se tornou o padrão mais seguro por muito tempo no contexto cobrado em prova. O ponto decisivo da questão está na combinação do protocolo com o algoritmo de cifra. O AES é muito mais forte e confiável do que os mecanismos antigos ligados ao WEP, e o WPA2 foi projetado para usar esse padrão com alta eficiência. Em prova, sempre que aparecer a dupla "WPA2 + AES", desconfie menos e sorria mais: normalmente é o caminho seguro. Assim, o gabarito é a alternativa E porque ela reúne a versão mais protegida entre as opções apresentadas. Não há aqui fundamento legal específico, pois a questão é puramente técnica de criptografia aplicada a redes sem fio.